Cresce a procura por cirurgias minimamente invasivas em ginecologia
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Ginecologistas têm apostado cada vez mais em cirurgias minimamente invasivas nos casos de histerectomias, cistos ovarianos, miomas e até alguns tipos de câncer ginecológico. Na cirurgia minimamente invasiva as incisões menores implicam em menos dor, menor necessidade de uso de analgésicos, retorno mais rápido às atividades funcionais, menor risco de infecções, menor risco de ruptura de pontos, menor risco de hérnias e cicatrizes menores. Em alguns casos, as pacientes ficam até sem cicatrizes aparentes. “O tempo de recuperação depende de que tipo de cirurgia está sendo feita. O que podemos afirmar, categoricamente, é que tanto maior seja o tamanho da cicatriz na abordagem convencional, bem menor será o tempo de recuperação da mesma cirurgia em uma abordagem minimamente invasiva”, avalia o ginecologista Deraldo Falcão. O médico explica ainda que apenas em alguns casos de exceção, o método é contra indicado e que isso é avaliado pelo cirurgião que fazer essa análise individualizada do paciente, avaliando a situação clínica, o histórico cirúrgico e dados de exames físico, laboratorial e de imagens.
