Estratégia de mutirão é desafogar fila de cirurgias eletivas na Bahia, explica secretário
Por Luana Ribeiro / Fernando Duarte
Foto: Luana Ribeiro/ Bahia Notícias
O mutirão de cirurgias eletivas, apresentado nesta segunda-feira (15) pelo governo do estado, tem por objetivo “desafogar” a fila de cirurgias eletivas na Bahia. “Temos um programa eletivo, regular, contínuo. Mas até que esse programa venha a funcionar, temos um ‘estoque de pacientes’”, explicou o secretário de Saúde, Fábio Vilas Boas. Segundo ele, o governador pediu que fossem tomadas providências para resolver o problema da alta demanda por cirurgias eletivas. “Temos uma demanda reprimida em todo o estado. O Ministério da Saúde tentou resolver isso com mutirões que foram realizados em todo o Brasil. O primeiro foi em dezembro de 2014, que não conseguiu dar conta do problema. Chegou a lançar novamente em 2015 com financiamento do ministério, mas provavelmente o aporte financeiro não foi suficiente e não houve por parte dos municípios uma adesão grande a esse financiamento e o problema das cirurgias eletivas continuou a existir e deixando o problema ainda maior em nosso estado”, relatou Vilas Boas. A partir de então, houve a instituição de um programa com remuneração diferenciada para hospitais e filantrópicas credenciadas, para tornar o processo financeiramente atrativo. A medida, todavia, não resolve o problema de curto prazo, o que motivou o mutirão de 13 mil cirurgias, que tem a primeira-dama, Aline Peixoto, como madrinha.
