Servidores da Maternidade Climério de Oliveira entram em greve por tempo indeterminado
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Os servidores da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) iniciaram nesta quarta-feira (20) uma greve nacional unificada, por tempo indeterminado. Durante o período, 70% do atendimento permanecerá suspenso, de acordo com nota enviada à imprensa pelo Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal (Sintsef-BA). "Na emergência obstétrica, o atendimento está bastante reduzido, restrito apenas a pacientes em estado grave. Apenas a UTI neonatal irá funcionar com 100% do efetivo, para não oferecer risco à vida dos recém nascidos", diz o texto. O indicativo de greve foi aprovado no último em plenária nacional realizada no último dia 9, em Brasília. Na Bahia, tanto a Maternidade Climério de Oliveira (MCO) quanto o Hospital Universitário Professor Edgard Santos (Hupes) irão aderir ao movimento. Na maternidade, os trabalhadores já paralisaram as atividades e estão concentrados na porta da unidade na manhã deste sábado. No Hospital das Clínicas, uma comissão de trabalhadores realizará uma reunião com o sindicato. Em campanha salarial desde janeiro de 2016 e com o impasse nas negociações do Acordo Coletivo de Trabalho 2016/2017, a categoria exige o cumprimento de uma série de propostas e cláusulas econômicas e sociais que incluem reposição da inflação de março 2015/fevereiro 2016 e mais ganho real para salários e benefícios; regime de plantão de 12x36 horas de trabalho diurno; revisão do Plano de Carreira, Cargos e Salários, com destaque para titulação e progressão; implantação da Previdência complementar; 02 dias anuais de abono; abono de dias para acompanhamento de dependentes; entre outras.
