Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Saúde
Você está em:
/
/
Saúde

Notícia

Presidente do Sindimed relaciona atuação de médicos baianos a trabalho escravo

Por Renata Farias

Presidente do Sindimed relaciona atuação de médicos baianos a trabalho escravo
Foto: Caio Lírio/ Bahia Notícias
Com quase 82 anos de existência, o Sindicato dos Médicos do Estado da Bahia (Sindimed) conta atualmente com uma das melhores sedes de sindicato da Bahia e pode oferecer tranquilidade ao médico sindicalizado, na opinião do presidente Francisco Magalhães. No cargo desde a morte de José Caires Meira, em 2012, o obstetra contou ao Bahia Notícias quais foram as principais conquistas do Sindimed nos últimos anos. “O sindicato hoje tem uma estrutura que dá tranquilidade ao médico sindicalizado. Por exemplo, se precisar, um médico vai gastar uma média de R$ 20 mil com um advogado ético, mas basta ele ser sindicalizado que terá o melhor advogado ético talvez do Brasil”, celebrou. Durante a entrevista, o presidente criticou a gestão da saúde na Bahia, principalmente com relação à terceirização das contratações. “O Estado constrói uma unidade muito bem montada, mas o elemento mais importante é os trabalhadores e um desses é o médico, então ele contrata esse médico terceirizando”, afirmou. “Isso os remete a uma situação de trabalho escravo, subumano, porque o médico trabalha, cumpre a jornada, mas só vai receber daqui a até cinco meses”. Magalhães aproveitou para questionar a formação do atual ministro da Saúde, Ricardo Barros, e seus posicionamentos. “Eu estou preocupado porque o novo ministro, o engenheiro Ricardo Barros – eu estou falando engenheiro porque ele não é médico – já entrou dizendo que devemos apequenar o SUS, que é a maior política de inclusão do mundo”, alfinetou. “Esse engenheiro parece que entrou para demolir o SUS”.  Leia a entrevista completa!