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Protocolo amplia exames para bebês com suspeita de microcefalia

Protocolo amplia exames para bebês com suspeita de microcefalia
Foto: Elza Fiúza/ Agência Brasil
O Ministério da Saúde divulgou, nesta segunda-feira (14), o Protocolo de Atenção à Saúde e Respostas à Ocorrência de Microcefalia Relacionada à Infecção pelo vírus Zika, que será usado por profissionais de saúde dos sistemas público e privado do país no cuidado de mulheres em idade fértil, gestantes e de bebês com suspeita de microcefalia. Uma das principais mudanças, segundo a Agência Brasil, é a indicação da ecografia transfontanelar e da tomografia para os recém-nascidos com menos de 32 centímetros de perímetro cefálico. O documento prevê ainda uma maior distribuição de testes rápidos de gravidez, a busca ativa de gestantes para o pré-natal e o registro dos sintomas do Zika na caderneta da gestante, no caso deles serem relatados durante a gravidez. Também está prevista no protocolo a estimulação precoce dos recém-nascidos com microcefalia (saiba mais)
, até os três anos de idade, com o objetivo de reduzir os danos das malformações. O secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Alberto Beltrame, confirmou que já há registros de cegueira congênita, malformação do globo ocular e surdez congênita nos bebês que nasceram com microcefalia em decorrência do vírus Zika.