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Órgãos em 3D substituem cadáveres em faculdades de medicina

Órgãos em 3D substituem cadáveres em faculdades de medicina
Foto: USP
Através de uma parceria entre a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), estudantes de medicina poderão estudar o funcionamento de órgãos sem precisar de cadáveres ou de imagens de livros. A parceria permite que os estudantes do Amazonas utilizem órgãos criados com tecnologia 3D para os estudos. A parceria beneficia quase dois mil alunos dos cursos de Medicina, Odontologia e Enfermagem da universidade amazonense. A UEA foi a primeira universidade a receber as peças. A USP fez uma ressonância nos órgãos para construir as peças, impressas em equipamento 3D. A reprodução pode ser feita em qualquer lugar com uma impressora compatível. De acordo com a USP, o projeto foi feito por meio de um convênio e a UEA investiu cerca de R$ 1,5 milhão. Também foi feito um investimento na formação dos docentes. As peças mostram todas as estruturas dos órgãos e permite a realização de recortes e ampliações. As peças são vistas como uma boa solução no ambiente de ensino, pois há uma dificuldade em manter os cadáveres. A próxima unidade a receber o projeto será a União das Faculdades dos Grandes Lagos (Unilago), em São José do Rio Preto, interior paulista, no mês que vem.