Empresa nega demissões na UPA de Escada: 'informações são falsas e descabidas'
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A empresa Pró-saúde, administradora da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro de Escada, no subúrbio ferroviário de Salvador, negou, em nota ao Bahia Notícias, a informação do Sindicato dos Médicos do Estado da Bahia (Sindimed) de que teria demitido nove médicos da unidade após o fim da greve dos profissionais, em retaliação ao movimento que durou 47 dias. De acordo com a entidade filantrópica, as afirmações do sindicato “são falsas e descabidas” e o que aconteceu, na verdade, foi que durante a paralisação “alguns médicos se desligaram, voluntariamente, e outros manifestaram interesse em ampliar suas cargas horárias”. A empresa também acusou os profissionais desligados de não cumprirem a carga horária de trabalho e afirmou que eles “abandonavam plantões para tratar de assuntos pessoais, além de ausência de competências técnicas inerentes à profissão consideradas basais nesta função”. A entidade ainda negou a afirmação do Sindimed de que teria violado acordo firmado com os grevistas no Tribunal Regional do Trabalho (TRT). “A entidade cumpriu integralmente o acordo firmado junto ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT), durante a paralisação parcial da categoria, encabeçada pelo Sindicato, que pleiteava, em especial, reajuste nos vencimentos e contratação por CLT”, afirmou. “Embora fosse um pedido do Sindicato da categoria, até o momento, apenas dois dos 50 médicos que atuam na UPA de Escada fizeram o pedido de contratação pelo regime CLT e iniciarão esse processo”, complementou.
