Bebê é costurado ao útero da mãe para evitar aborto
Foto: Reprodução/ Mirror
Devido ao diagnóstico de que seu colo de útero não era forte o suficiente para a gravidez, Nicola Richards, 27 anos, teve seu bebê costurado ao útero. A previsão dos médicos era de um parto prematuro ou até mesmo que o feto não sobrevivesse. "Partiu meu coração. O que eu mais queria na vida era ser mãe. Sem a costura Jesse jamais teria conseguido. Fiquei com medo, porque era uma alternativa que envolvia riscos, como, por exemplo, o de sofrer um aborto. Mas, assim que eu soube que tinha dado tudo certo e que Jesse havia sobrevivido, senti como se tivesse havido um milagre", contou Nicola ao jornal Mirror. Chamado Jesse, o bebê nasceu às 33 semanas de gestação, com 2,177 kg, em uma cesárea de emergência no Russell Hall Hospital. Seis semanas antes de engravidar de Jesse, Nicola já havia sofrido um aborto de uma menina. "Fiquei inconsolável quando Hope se foi. Eu tive alguns sangramentos, mas os exames mostravam que ela estava bem. Até tentaram o recurso da costura também, mas eu já estava com oito centímetros de dilatação, então não conseguimos ter sucesso. Hope foi nossa pequena lutadora. Era perfeita. Depois que ela morreu, passei muitas horas brava com meu próprio corpo, já que ela era saudável, mas meu organismo a deixou na mão. Eu culpava a mim mesma", disse. O segundo feto foi costurado ao seu útero quando tinha 14 semanas. Ainda assim, Nicola e o marido John tentaram não criar expectativas. "O dia em que o trouxemos para casa foi incrível. Queremos que Jesse saiba sobre a linda irmã que ele um dia teve, e que a morte dela não foi em vão. Ela ajudou o irmão menor a sobreviver, mesmo contra todas as estatísticas da medicina".
