Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Saúde
Você está em:
/
/
Saúde

Notícia

Reino Unido revisará protocolos de prevenção para casos de ebola

Reino Unido revisará protocolos de prevenção para casos de ebola
Foto: Reprodução
As autoridades do setor de saúde britânico afirmaram, nesta quarta-feira (31), que revisarão os protocolos para casos de ebola. A decisão foi tomada após a enfermeira escocesa, Pauline Cafferkey afetada com o vírus, admitir que se sentiu mal, antes mesmo de entrar no avião em Londres. A profissional de saúde chegou na noite de domingo à Glasgow, após um voo que fez escala em Casablanca (Marrocos) e no aeroporto de Londres, onde obteve permissão para continuar a viagem à Escócia, apesar de ter comunicado às autoridades que se sentia mal. Segundo informações do portal Terra, a assessora médica do governo, Sally Davies, disse nesta quarta-feira que este caso coloca em dúvida os procedimentos de revista de passageiros que voltam das regiões com ebola. Os mesmos procedimentos são aplicados nos principais aeroportos do Reino Unido. Davies ressaltou a necessidade de estabelecer critérios mais rígidos e atuar com mais precaução para evitar contaminação. Um porta-voz do Ministério da Saúde declarou nesta quarta-feira, que serão analisados o caso da enfermeira escocesa e os protocolos e, se for necessário mudar algo, as mudanças serão feitas. A doente, transferida ontem de Glasgow para Londres, é funcionária do Serviço Nacional de Saúde (NHS, sigla em inglês) e trabalhava em Serra Leoa com a organização humanitária "Save the Children". De acordo com especialistas, o contágio do ebola é maior quando aparecem os sintomas, são febre, dores musculares, cansaço e dor de cabeça.  Até o momento a epidemia de ebola já causou a morte de aproximadamente 7.800 pessoas na África Ocidental desde que o surto começou, há um ano.