Autoridades do Mali põem quase 600 pessoas sob vigilância
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A possibilidade de um surto de ebola no Mali fez autoridades pôr 600 pessoas sob vigilância. Nesta segunda-feira (17), dirigentes do país se reuniram para discutir as medidas de segurança nas fronteiras depois da confirmação de dois novos casos de ebola na vizinha Guiné-Conacri. Segundo a Agência Lusa, as autoridades também querem prevenir que casos isolados se transformem em crises de proporções maiores depois da morte de uma autoridade religiosa muçulmana guineense e da enfermeira do Mali que o tratou na capital, Bamaco. Há suspeitas de que um amigo que visitou o religioso na clínica tenha morrido de ebola. Uma criança de dois anos também morreu de ebola no mês passado, na cidade de Kayes. O presidente da Guiné-Conacri, Ibrahim Boubacar Keita, apelou aos habitantes da vila onde o religioso morava para tomarem precauções na luta contra o ebola.
