Mulheres roncam que nem homens quando entram na menopausa, diz estudo
Foto: Reprodução
Quando o assunto é ronco é fácil associá-lo aos homens. No entanto, uma pesquisa aponta que em torno de 32% delas roncam durante o sono, a proporção é de uma mulher a cada quatro homens que roncam. O problema fica mais evidente quando os anos passam. Segundo a Associação Brasileira do Sono, o problema se equipara entre os sexos quando chega a menopausa. A dona de casa, Maria de Fátima, reconheceu que o ronco a fez brigar com o marido. “Eu sempre reclamei que meu marido roncava. Achava péssimo e atrapalhava demais o meu sono. Por isso que quando ele começou a dizer que eu roncava, não acreditei. Achei que ele estava tirando uma com a minha cara. Imagina, eu roncar? Eu sou mulher”, disse a dona de casa. Na verdade, Maria de Fátima já sofria as alterações hormonais típicas da fase.
“Até a menopausa, o hormônio sexual feminino protege a via aérea, para evitar ronco e apneia durante períodos gestacionais. Com o fim do ciclo reprodutivo, o organismo diminui a disponibilidade hormonal e, assim como os homens, as vias aéreas não ficam mais sob proteção, aumentando a chances de ronco”, informa Alessandro Silva, cirurgião buco-maxilo-facial da clínica Interclin. Uma das explicações para a incidência do ronco nas mulheres é que elas incorporaram hábitos contemporâneos que em outras gerações eram somente ou mais ocorrentes em homens. "Trabalhos externos exaustivos, estresse e ansiedade levam à ingestão de alimentos mais calóricos, refeições pesadas antes de dormir - pelo fato de trabalhar em dois ou três ciclos -, menos tempo para descanso e para alimentação adequada. Por isso, passaram a roncar tanto quanto eles”, diz Marcelo Quintela, professor titular de Ortodontia da Universidade Metropolitana de Santos (Unimes).
“Até a menopausa, o hormônio sexual feminino protege a via aérea, para evitar ronco e apneia durante períodos gestacionais. Com o fim do ciclo reprodutivo, o organismo diminui a disponibilidade hormonal e, assim como os homens, as vias aéreas não ficam mais sob proteção, aumentando a chances de ronco”, informa Alessandro Silva, cirurgião buco-maxilo-facial da clínica Interclin. Uma das explicações para a incidência do ronco nas mulheres é que elas incorporaram hábitos contemporâneos que em outras gerações eram somente ou mais ocorrentes em homens. "Trabalhos externos exaustivos, estresse e ansiedade levam à ingestão de alimentos mais calóricos, refeições pesadas antes de dormir - pelo fato de trabalhar em dois ou três ciclos -, menos tempo para descanso e para alimentação adequada. Por isso, passaram a roncar tanto quanto eles”, diz Marcelo Quintela, professor titular de Ortodontia da Universidade Metropolitana de Santos (Unimes).
Tratamento
Um dos recursos são os aparelhos intraorais para uso noturno, desenvolvidos por ortodontistas especializados. Os dispositivos 'empurram' a mandíbula um pouco para frente e, assim, ampliam o espaço para a passagem do ar. "As mulheres preferem esse dispositivo porque são mais discretos e em nossa experiência clínica se sentem entusiasmadas e seguras com essa opção de tratamento", explica Quintela. Informações do Terra.
