Escolha de fisioterapeuta exige cuidados especiais
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Problemas na coluna, doenças respiratórias ou lesões exigem que as pessoas façam fisioterapia. Mas a escolha correta do profissional pode definir a velocidade e até mesmo a efetividade do tratamento. Segundo a fisioterapeuta e coordenadora do curso de Fisioterapia da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, Prof.ª Luciana Bilitário, o primeiro passo é verificar se o profissional é formado e está inscrito no Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefito). “Não existe a profissão de ‘técnico em fisioterapia’! Vale também lembrar que estudantes de fisioterapia são futuros profissionais e estão em fase de aprendizado, portanto, precisam da supervisão de um fisioterapeuta para exercer qualquer atividade!”, alerta.
Outro ponto é a importância de uma avaliação completa. O fisioterapeuta deverá testar os movimentos do paciente, verificar suas articulações, fazer alguns testes chamados de funcionais. “Se o paciente se sentir seguro com a avaliação e suas limitações forem reproduzidas e analisadas, está em um bom caminho”, garantiu Luciana.
A fisioterapeuta explica que, para saber se o tratamento tem sido eficiente, o fisioterapeuta deverá estar constantemente em contato com seu paciente e sempre reavaliar sua função. “Um bom fisioterapeuta avalia sua função, identifica suas limitações ou deficiências, trata, reavalia, usa muito da cinesioterapia, mobiliza, entende muito de músculos, articulações, funcionalidade e tem como meta melhorar sua qualidade de vida a partir da melhora da sua função física”, defende.
