Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Saúde
Você está em:
/
/
Saúde

Notícia

Pacientes com vitiligo sofrem com preconceito: 'Não posso ir à piscina', diz mulher

Pacientes com vitiligo sofrem com preconceito: 'Não posso ir à piscina', diz mulher
Michael Jackson sofria de doença/ Foto: Reprodução
Apesar de não ser uma doença contagiosa, não causa dor, nem coceira, o vitiligo faz com que pessoas sofrem com o preconceito. Um dos que foram afetados pela enfermidade, o multiartista Michael Jackson, morto há cinco anos por intoxicação, começou a ter os primeiros sintomas de vitiligo com menos de 30 anos. As manchas brancas, que chegaram a afetar mais de 50% do corpo do cantor, passaram a chamar a atenção. Na época, a doença era pouco conhecida. Assim como o astro norte-americano, anônimos também sofrem com preconceito. Muitos se privam de atividades sociais. É o caso de Ana Maria Rovane, de 51 anos, que tem a doença desde os 15 anos. "Não posso ir à piscina", disse ao Terra. Segundo o dermatologista Abdo Salomão Júnior, a causa do vitiligo ainda é desconhecida, mas o estudo da enfermidade indica que ela pode ser imunológica. “A causa provável é imunológica, anticorpos que agem contra os melanócitos, as células que produzem pigmento, e as danificam. Essas lesões no início podem ser reversíveis, mas ficam mais graves com o tempo”, explicou. O médico ainda explica que o vitiligo acomete apenas a estética da pessoa e não tem associação com outras doenças “Não há alteração de sensibilidade, o problema atinge apenas a camada epidérmica da pele”, completa. Para quem acha que a doença é transmissível, o dermatologista descarta a possibilidade. “Não há bactéria, não há fungo, é imunológico”, justificou.