Dois cubanos denunciam trabalho análogo à escravidão no Mais Médicos, diz ABM
Dois cubanos que participavam do programa federal Mais Médicos teriam denunciado regime de trabalho análogo à escravidão, afirmou a Associação Médica Brasileira (ABM). Em nota, a instituição afirma que, para proteger a liberdade e integridade dos profissionais trazidos de outros países, criou o Programa de Apoio ao Médico Estrangeiro, disponível desde fevereiro de 2014. A iniciativa fornece orientações em caso de insatisfação quanto ao Mais Médicos, seja em relação às condições de trabalho ou ao pedido de refúgio/ asilo político. Nesta terça-feira (3), os dois cubanos desertores participam de uma coletiva na sede da ABM em São Paulo, onde devem explicar o motivo da desistência.