Desembargadora determina ilegalidade de greve em emergências e Samu de Salvador
Uma decisão da desembargadora Lisbete César Santos do Tribuna de Justiça da Bahia (TJ-BA) considerou ilegal a greve dos médicos que trabalham em unidades de emergência da prefeitura de Salvador e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A determinação judicial, na quinta-feira (15), também obriga o retorno imediato de todos os profissionais sob pena de multa de R$ 50 mil diários para cada sindicato que deflagrou a greve, tanto o Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps) como o Sindicato dos Médicos da Bahia (Sindimed). Segundo o texto, “Não há como se atribuir legitimidade ao movimento de paralisação noticiado pelos servidores atuantes na assistência à saúde, sob pena de se permitir a ocorrência de danos severos à população e de riscos às garantias de integridade física e da própria vida dos munícipes".