Recesso e 13º salário impulsionam cirurgias plásticas no fim do ano
No período de férias, a demanda por cirurgias plásticas costuma aumentar de 20% a 30%. Segundo cirurgiões, os meses de dezembro e janeiro lideram a procura por cirurgias, devido ao recesso de fim de ano e também ao dinheiro extra do 13º salário, que ajuda a pagar o procedimento ou os gastos no pós-operatório. Levantamento feito pela fabricante de próteses de silicone Silimed mostra que já em novembro deste ano houve um aumento de 8% nas vendas de próteses em relação aos meses anteriores. Na primeira quinzena de dezembro, esse aumento foi de 20%.
O Centro Nacional de Cirurgia Plástica, empresa que presta serviços administrativos e financeiros voltados à obtenção de crédito para a realização da cirurgia plástica, também relata um aumento de 30% na demanda em dezembro e janeiro. Segundo Arnaldo Korn, diretor da instituição, as pessoas costumam usar o 13º para dar entrada no valor total da cirurgia.
O Centro Nacional de Cirurgia Plástica, empresa que presta serviços administrativos e financeiros voltados à obtenção de crédito para a realização da cirurgia plástica, também relata um aumento de 30% na demanda em dezembro e janeiro. Segundo Arnaldo Korn, diretor da instituição, as pessoas costumam usar o 13º para dar entrada no valor total da cirurgia.
Segundo o cirurgião Carlos Komatsu, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBPC), não há nenhuma contraindicação em fazer cirurgias plásticas no alto verão: a impressão de que a cicatrização pode ser prejudicada em climas quentes não procede. “Isso é um mito, o processo de cicatrização é exatamente igual no calor ou no frio”, diz Komatsu. A diferença é que quem é operado no verão não pode tomar sol, ir para a praia ou para a piscina. “Em relação ao uso das cintas, no verão pode ser um pouco mais desconfortável. Mas em termos de recuperação, não vai haver nenhum prejuízo”, afirma. As informações são do G1.
