Aprenda a usar chupeta em bebês
Mesmo não recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), por prejudicar a sucção e interferir na amamentação natural, a chupeta é elogiada por novos estudos que alertam para os benefícios do produto. A chupeta tem fator calmante sobre o bebê e ainda pode diminuir o risco de morte súbita. O ideal é que ela seja introduzida após a terceira semana de vida, com a amamentação já estabelecida e utilizada principalmente durante o sono. “O ideal é limitar a momentos específicos do dia, como na hora de dormir, e procurar tirar esse hábito o quanto antes, entre um e dois anos de idade, já que a necessidade de sucção do bebê diminui rapidamente conforme ele cresce e desenvolve outras habilidades”, diz ao Terra a fonoaudióloga Camila G. de Lima e Menezes Nitatori, do Hospital Israelita Albert Einstein.
Higiene
Antes de usar a chupeta, lave-a com água e detergente e enxague. Coloque ferver por cinco minutos no fogão ou no micro-ondas. É preciso higienizá-la após cada uso ou quando cair no chão.
Na hora de dormir
Quando a criança pegar no sono é indicado retirar a chupeta, pois nesse momento ela não necessita realizar a sucção e assim facilita seu fechamento dos lábios e a respiração pelo nariz.
Quando a criança pegar no sono é indicado retirar a chupeta, pois nesse momento ela não necessita realizar a sucção e assim facilita seu fechamento dos lábios e a respiração pelo nariz.
É mesmo chupeta que a criança quer?
“Se por qualquer motivo oferecemos a chupeta ao bebê, sem deixá-lo demonstrar com seus choros diferentes o que deseja, sem experimentar acalmá-lo de outras maneiras, as chances de se acostumar a querer a chupeta a todo instante e ter mais dificuldade de desapegar conforme crescer, aumentam consideravelmente”, afirma a fonoaudióloga.
“Se por qualquer motivo oferecemos a chupeta ao bebê, sem deixá-lo demonstrar com seus choros diferentes o que deseja, sem experimentar acalmá-lo de outras maneiras, as chances de se acostumar a querer a chupeta a todo instante e ter mais dificuldade de desapegar conforme crescer, aumentam consideravelmente”, afirma a fonoaudióloga.
