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Pequenos sinais podem apontar cânceres de estômago e pâncreas

Pequenos sinais podem apontar cânceres de estômago e pâncreas
Foto: Reprodução
Os cânceres de estômago e pâncreas que vitimaram o governador de Sergipe, Marcelo Déda, aos 53 anos, nesta segunda feira (2), estão na lista dos mais letais entre as neoplasias malignas. Por isso, é importante ficar atento a pequenos sinais que o corpo emite para detectar possíveis tumores nos locais afetados. Geralmente silenciosos, quando não identificados no início, eles aumentam o risco de metástase, que ocorre quando os focos se espalham pelo organismo através da corrente sanguínea. Segundo o cirurgião do aparelho digestivo, Nelson Adami Andreollo, sintomas frequentes de má digestão, sensação de estômago estufado, emagrecimento e perda de apetite podem indicar que algo está errado. "O paciente deve procurar auxílio médico e realizar uma endoscopia digestiva, único exame que diagnostica tumores no estômago", explica. O médico diz que no caso de câncer de pâncreas, dores abdominais persistentes, perda de peso, icterícia (pele e olhos amarelados) e dor nas costas podem indicar o problema. O governador de Sergipe faleceu após quatro anos de tratamento contra a doença. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer de pâncreas é pouco incidente no Brasil, por isso não há estimativas sobre o número de pessoas com risco de desenvolver a enfermidade no país. Um levantamento do Ministério da Saúde registrou 7.726 pessoas morreram por complicações em decorrência da doença em 2011. Já o câncer de estômago é o quarto mais comum no território brasileiro. Segundo o MS, 12.870 homens e 7.520 mulheres podem desenvolver a doença em 2014. Informações do G1.