Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Saúde
Você está em:
/
/
Saúde

Notícia

‘Prefeitos são hienas’, diz presidente do Sindimed sobre demissões de médicos no interior da Bahia

Por Francis Juliano

‘Prefeitos são hienas’, diz presidente do Sindimed sobre demissões de médicos no interior da Bahia
Foto: Divulgação/Sindimed
Quatro demissões de médicos no interior da Bahia esta semana, em suposta substituição a profissionais estrangeiros que chegaram pelo Mais Médicos, fez o Sindicato dos Médicos da Bahia (Sindimed-BA) acionar o Ministério Público Estadual (MP-BA), o Ministério Público Federal (MPF), o Ministério do Trabalho e o Ministério da Saúde. Segundo o presidente da entidade, Francisco Magalhães, outras demissões podem ainda ter acontecido por decisão sem o conhecimento do sindicato ou Justiça. Pelo Mais Médicos, o município solicitante fica impedido de dispensar profissionais que já atuam nos mesmos locais. O objetivo é ampliar e não reduzir, diz o texto da lei sancionada no mês passado. De acordo com o dirigente, a prática tem sido feita por prefeitos que querem lucrar com a chegada dos estrangeiros pagos pelo governo federal. Magalhães diz que, na dispensa dos médicos locais, que atuam no Programa de Saúde da Família (PSF) e recebem 60% dos recursos da União, as prefeituras não deixam de receber o aporte federal. “Isso é grave. Além da irregularidade da lei, esses prefeitos tem se comportado como verdadeiras hienas de olho nesse dinheiro”, disparou o sindicalista. Os demitidos que foram base da denúncia do Sindimed trabalhavam no PSF nas cidades de Seabra (sudoeste), Caldeirão Grande (centro-norte) e São Felipe (Recôncavo). Nesta sexta-feira (22), está marcada uma reunião com o setor jurídico do sindicato para acertar o controle do programa no estado e evitar mais irregularidades.