Novos hábitos e atividade física estimulam cérebro e fazem bem à memória, orientam especialistas
Foto: Reprodução
Como ao longo da vida o cérebro perde neurônios, é importante que ele seja estimulado no dia-a-dia. Assim, o órgão recupera parte da perda e cria mais conexões entre neurônios, fundamental no caso de idosos que sofrem com problemas de memória. De acordo com o geriatra Carlos André Freitas dos Santos e o neurocientista Antônio Pereira Júnior, é necessário estimular o cérebro com atividades diferentes. Um exemplo: alguém que leu a vida inteira não precisaria procurar na leitura uma maneira de se distrair, mas outro hábito, como tocar um instrumento. Esses estímulos podem ajudar na melhora da memória, como também na agilidade e coordenação motora, o que faz o idoso ter a mesma capacidade de aprendizado de um jovem, mas sem a mesma condição de fazer relações entre memória antiga e recente – as pessoas mais velhas costumam lembrar fatos ocorridos há 50 anos, mas esquecem de outros acontecidos no intervalo de dias ou semanas. Os especialistas também indicam a atividade física para fortalecimento do cérebro. Segundo o geriatra Carlos André Freitas dos Santos, quando o músculo é exigido, mais terminações nervosas aparecem e é produzida uma proteína que cai na corrente sanguínea e chega ao cérebro, onde estimula os neurônios e melhora as funções. Informações do Bem Estar.


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