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Bahia terá 10 profissionais do Mais Médicos em comunidades indígenas; 277 chegarão até segunda
Foto: Reprodução
Devem chegar entre o próximo sábado (26) e segunda-feira (28) mais 277 profissionais que atuarão pelo programa Mais Médicos na Bahia. O grupo faz parte da segunda etapa do programa  pela segunda vez, o estado recebe o maior contingente entre todas as unidades da federação  sancionada nesta terça (22) pela presidente Dilma Rousseff. De acordo com o secretário de Saúde do estado, Jorge Solla, nesta fase, a novidade é o incremento de profissionais em áreas indígenas. A previsão é que dez médicos atendam em localidades habitadas por índios. “Nós tivemos uma reunião com o secretário Antônio Alves de Souza, da Secretaria Especial da Saúde Indígena [Sesai], para tentar encaminhar esse compromisso. Trabalhamos com o número de dez profissionais”, contou Solla, em entrevista ao Bahia Notícias. O secretário informou também que o governo continuará a ampliação do programa e, em novembro, deve chegar uma nova leva de profissionais ao país. Sobre a mudança de responsabilidade na emissão de registros profissionais, que agora fica a cargo do Ministério da Saúde, Solla explica que, no estado, o programa não teve problemas de atraso pelo fato de o Conselho Regional de Medicina (Cremeb) ter “colaborado” neste aspecto. De acordo com o secretário, os profissionais que chegarão para a segunda etapa do Mais Médicos podem ir para lugares que já receberam médicos na primeira fase do programa. “As prioridades são as mesmas: municípios de extrema pobreza e periferias de grandes cidades. Mas, é possível que algum município que recebeu médico tenha algum reforço”, pontuou. O titular da pasta da Saúde na Bahia disse que os efeitos do programa já são sentidos na capital. Para ele, ao somar os médicos contratados pelo Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab) com os que chegaram do Mais Médicos, Salvador saiu do déficit de 100 equipes do Programa Saúde da Família (PSF) para um total de 21 grupos. No Provab, o médico atua por um ano no local para onde foi designado e os participantes têm que fazer, simultaneamente, uma especialização em atenção básica. A bolsa é de R$ 8 mil a R$ 10 mil. A relação das cidades que receberão médicos deve sair nesta quinta-feira (24).

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