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Paulo Dourado
Jornalista em formação no Centro Universitário Jorge Amado (Unijorge). Possui experiência no portal Varela Net. É um dos fundadores do projeto "Podjogar".
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A Prefeitura de Salvador manteve uma multa de R$ 98.500,10 aplicada à Tivoli Empreendimentos Imobiliário SPE Ltda, empresa ligada ao Palazzo Tivoli Residencial, condomínio de apartamentos na Rua Waldemar Falcão, no Horto Florestal. A penalidade, por infração ambiental, foi confirmada pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (Sedur), e a decisão foi publicada no Diário Oficial do Município do último dia 27.
A empresa chegou a apresentar defesa, mas o auto de infração foi considerado procedente, ou seja, a Prefeitura entendeu que a autuação estava correta.
A decisão foi tomada por unanimidade pela Comissão de Julgamento de Autos da Sedur, responsável por analisar autuações ligadas a empreendimentos, publicidade, meio ambiente e poluição sonora. O caso foi julgado em 23 de julho, com relatoria da julgadora Marlene Barreto, e a relação de autos foi assinada pelo presidente da comissão, Fredericko Lemos, na segunda-feira (26).
O processo foi aberto em 2024, segundo a numeração que consta no documento. O Bahia Notícias entrou em contato com a Sedur para obter mais informações sobre o caso, mas não obteve resposta.
A Tivoli Empreendimentos é uma sociedade de propósito específico (SPE), tipo de empresa criado no mercado imobiliário para tocar um único empreendimento.
O Horto Florestal é um dos bairros com o metro quadrado (m²) mais caros de Salvador e tem áreas verdes remanescentes de Mata Atlântica, o que costuma tornar mais rígidas as exigências ambientais para novas construções na região.
A Câmara Municipal de Salvador (CMS) aprovou em plenário nesta quarta-feira (4) o requerimento que convoca a eleição da nova Mesa Diretora da Casa para a próxima segunda-feira (9). O pedido foi apresentado pelo vereador Alexandre Aleluia (Novo), candidato à presidência, e teve a assinatura de 32 dos 43 vereadores.
Três vereadores se abstiveram na votação: Eliete Paraguassu, Silvio Humberto e Marta Rodrigues. Não houve votos contrários.
A apresentação do requerimento nesta quarta e a data da votação foram antecipadas pelo Bahia Notícias. Pelo regimento interno da Câmara, a eleição pode ser marcada 24 horas depois da apresentação do pedido, e a segunda-feira é o próximo dia de sessão.
Favorito na disputa, Aleluia reúne o apoio de pelo menos 37 vereadores. O primeiro vice-presidente da chapa deve ser o líder do governo na Câmara, Kiki Bispo (União Brasil), indicado pela Prefeitura de Salvador.
A eleição para a nova Mesa Diretora da Câmara Municipal de Salvador (CMS), grupo que comanda a Casa, pode acontecer já na próxima segunda-feira (9). O vereador Alexandre Aleluia (Novo), favorito para assumir a presidência, deve apresentar nesta quarta-feira (4) o requerimento para convocar a votação. Na chapa dele, o primeiro vice-presidente deve ser o líder do governo na Câmara, Kiki Bispo (União Brasil), indicado pela Prefeitura de Salvador.
Segundo apurou o Bahia Notícias, a indicação de Kiki Bispo foi feita pela Prefeitura para selar o apoio da base do prefeito Bruno Reis (União Brasil) a Aleluia. O restante da chapa ainda não foi fechado. Na quarta, Aleluia deve se reunir com a bancada de oposição e com outros vereadores para negociar os demais cargos da Mesa.
O candidato já reúne o apoio de pelo menos 37 dos 43 vereadores. Na sessão desta terça-feira (3), ele recolheu assinaturas de colegas para o requerimento, que precisa de pelo menos 23 nomes para ser válido. O documento será entregue ao atual presidente da Câmara, Carlos Muniz (PSDB).
De acordo com vereadores ouvidos pela reportagem, depois que o requerimento for apresentado, a eleição pode ser marcada após um prazo de 24 horas. Como segunda-feira é o próximo dia de sessão previsto no regimento interno, conjunto de regras que organiza o funcionamento da Câmara, a votação deve acontecer nessa data.
O grupo político do presidente estadual do Avante na Bahia, Ronaldo Carletto, negocia a mudança para o Podemos. A ida, no entanto, depende do resultado da federação que o Avante tenta formar com o PRD e o Solidariedade. Caso a Justiça Eleitoral reconheça que a nova federação, se concretizada, superou a cláusula de barreira, o grupo deve permanecer no Avante. Do contrário, a ida para o Podemos já está acertada.
Segundo apuração do Bahia Notícias, Carletto mantém conversas com a presidente nacional do Podemos, a deputada federal Renata Abreu (SP). A eventual mudança de partido seria acompanhada pelos parlamentares de seu grupo político, entre eles 2 dos 3 deputados federais eleitos pelo Avante na Bahia em outubro: Elmo Vaz, ex-prefeito de Irecê, e Neto Carletto, sobrinho de Ronaldo.
Nem o Avante nem a Federação Renovação Solidária, formada pelo PRD e pelo Solidariedade, alcançaram individualmente o desempenho mínimo exigido pela cláusula de barreira nas eleições de outubro. A regra estabelece um patamar mínimo de votos para que os partidos tenham acesso ao Fundo Partidário e ao tempo gratuito de propaganda no rádio e na televisão. Para contornar o problema, o Avante decidiu ingressar na federação, movimento já aprovado pela direção nacional do partido e pela assembleia da aliança. A estratégia é somar os votos das três legendas para alcançar o desempenho exigido.
Na quinta-feira (29), a Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) emitiu parecer favorável à soma dos votos para o cálculo da cláusula de barreira, mesmo que o Avante tenha disputado as eleições fora da federação. O vice-procurador-geral Eleitoral Alexandre Espinosa Bravo Barbosa ressalvou que os votos não podem ser somados para a distribuição de cadeiras, mas afirmou que “não há veto” à utilização dos resultados conjuntos para o cálculo do desempenho eleitoral.
Assim, há dois cenários. Se o TSE aceitar a federação e considerar que o grupo superou a cláusula de barreira, o Avante mantém acesso aos recursos e ao tempo de TV, e o grupo de Carletto tende a ficar. Se a federação não sair ou se a Justiça Eleitoral entender que a união feita depois da eleição não vale para a cláusula, a mudança para o Podemos deve acontecer.
O Podemos, ao contrário do Avante, conseguiu eleger 27 deputados federais, garantindo acesso ao fundo partidário e ao tempo de propaganda gratuita no rádio e na televisão.
O presidente da Câmara Municipal de Salvador (CMS), Carlos Muniz (PSDB), não pretende disputar a reeleição para vereador em 2028 e deve passar a atuar nos bastidores em Brasília, onde o filho, Carlos Muniz Filho (PSDB), vai exercer mandato de deputado federal.
Segundo interlocutores, o tucano também quer assumir o comando de algum partido na Bahia, e o Podemos aparece como a opção mais provável.
De acordo com apuração do Bahia Notícias, Muniz já começou a traçar os planos para depois de deixar a presidência da Câmara. Pessoas próximas afirmam que ele não demonstrou interesse em concorrer a um novo mandato de vereador. A ideia é ficar mais presente em Brasília para ajudar o filho nos bastidores e, ao mesmo tempo, buscar a presidência estadual de uma legenda.
Sobre uma eventual candidatura à Prefeitura de Salvador, os interlocutores dizem que Muniz não pretende articular o próprio nome, mas também não descartam a possibilidade. A decisão, segundo eles, vai depender do cenário político de 2027.
Os planos acontecem após Muniz perder espaço na disputa pelo comando da Câmara. O vereador Alexandre Aleluia (Novo) já reúne o apoio de 37 dos 43 vereadores, número mais do que suficiente para se eleger presidente da Casa, incluindo o apoio público do atual gestor do Legislativo soteropolitano.
O filho dele, Muniz Filho foi eleito deputado federal pela primeira vez em 2026, sendo o mais votado da sigla na Bahia, com 141.762 votos, a frente de Adolfo Viana (PSDB), que recebeu 119.865 votos.
Os vereadores Sidninho (PP), da base do prefeito Bruno Reis (União), e Randerson Leal (Podemos), líder da oposição na Câmara Municipal de Salvador (CMS), protagonizaram um bate-boca durante a sessão desta terça-feira (3). O desentendimento ocorreu durante uma discussão sobre a proposta de abertura de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) para investigar a retenção de ônibus do transporte público durante o segundo turno das eleições de 2026.
Confira momentos da briga:
A discussão começou após Sidninho questionar a declaração de Randerson de que solicitaria a abertura de uma CEI para apurar o caso em nome dos soteropolitanos. O vereador da base da prefeitura chamou o líder da oposição de "mentiroso" e afirmou que a comissão ainda não havia sido protocolada na Casa.
Segundo Sidninho, como são necessárias 14 assinaturas para formalizar o pedido, Randerson não teria conseguido e mentiu sobre isso. O parlamentar também reclamou de supostos "ataques nas redes sociais" e afirmou ser alvo de grupos organizados que, segundo ele, fazem críticas à sua atuação e à gestão do prefeito Bruno Reis.
"Uma pequena parte da população esqueceu que a eleição acabou. Eu quero saber quem é o mentiroso da eleição que sinalizou que protocolou uma CEI. Para uma CEI ser protocolada, [são necessárias] 14 assinaturas. Mentira que foi protocolada! Mentira que tem assinaturas! Estamos aqui para trabalhar pelo objetivo do Legislativo. Eu desafio qualquer vereador desta Casa que consiga protocolar a CEI. Um prefeito que entrega, um prefeito que é humano, que já mostrou nos últimos seis anos o que tem feito na cidade", alega Sidninho.
Em seguida, o vereador voltou a atacar Randerson e disse que precisou bloquear seu perfil no Instagram devido ao volume de críticas recebidas da militância, que o critica com uso de robótica. "Esse vereador mentiroso, nos últimos dez dias tive que bloquear meu Instagram, que tem esquema pesado, militância pesada e robótica confirmando no mentiroso do Randerson Leal. Vossa Excelência tem que entender de que lado vai jogar, amigo. Quero uma resposta e não minta", disse.
Críticas recebidas pelo vereador nas redes sociais | Foto: Reprodução / Bahia Notícias
Randerson rebateu as declarações e pediu respeito durante os debates na Câmara municipal, alegando que o seu colega opositor não tem decoro com a divergência política: "Acho que o colega está muito raivoso. E tem que ter respeito, independentemente de sua posição partidária. A gente debate no campo político. Se Vossa Excelência não tem altura para debater politicamente, então não venha aqui atingir qualquer vereador", rebate.
O líder da oposição também afirmou que a população de Salvador espera esclarecimentos sobre a retenção dos ônibus, que deveriam operar gratuitamente durante o segundo turno das eleições, e defendeu a investigação do episódio. "Se Vossa Excelência quer saber quem assinou, vai procurar a liderança da Casa. Não sou presidente. Não tem um vereador sequer que pode falar que sou mentiroso. O povo de Salvador quer isso, não quer picuinha", acrescenta Randerson.
Na sequência, Sidninho voltou a questionar a atuação do oposicionista e comparou a discussão a um debate eleitoral. "Parece debate na campanha. Um fala uma coisa coerente e o outro não responde com nada. No momento oportuno, quero ver as assinaturas, porque Vossa Excelência é mentiroso", retruca.
ENTENDA O CONTEXTO
Randerson Leal anunciou, na segunda-feira (26), que solicitaria a abertura de uma CEI para investigar a retenção de ônibus em garagens de Salvador durante o segundo turno das eleições. Segundo informações divulgadas pelo vereador, pelo menos 75 veículos teriam deixado de circular na capital baiana.
A denúncia foi oficializada pelo Partido dos Trabalhadores na justiça eleitoral. Em imagens é possível ver homens colando adesivos do partido nos ônibus. Logo, a oposição da casa questiona se a retirada dos veículos de circulação teria ocorrido de forma sistemática na cidade, onde Lula obteve 1.154.072 votos (73,24%) no segundo turno, contra 421.752 votos (26,76%) de Flávio Bolsonaro (PL).
O caso também foi alvo de fiscalização do Procon-BA. O órgão identificou 544 ônibus parados em cinco garagens de empresas de transporte público de Salvador no domingo (25), data do segundo turno das eleições presidenciais. A fiscalização foi motivada por denúncias de eleitores sobre um suposto bloqueio da saída dos veículos por parte da prefeitura.
Diante das denúncias, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) determinou o restabelecimento integral da frota, com frequência equivalente à dos dias úteis, além da gratuidade no transporte para os eleitores. O tribunal também determinou a prisão em flagrante do secretário municipal de Mobilidade (Semob), Pablo Souza, que estava em viagem a Paris, na França.
A proposta de investigação apresentada por Randerson também prevê apurar as circunstâncias da viagem do titular da pasta ao exterior. Por sua vez, o gestor da capital baiana argumentou que o atraso na saída de transporte público se deve a problemas operacionais nas garagens e a mobilizações políticas.
Registros dos adesivos | Foto: Reprodução / Leitor BN
Esse episódio também gerou divergências sobre a responsabilidade pela retenção dos veículos. Na sexta-feira (30), o Sindicato dos Rodoviários de Salvador divulgou uma nota para rebater acusações de envolvimento da entidade no caso. A manifestação ocorreu após a divulgação de áudios atribuídos ao presidente interino da categoria, Fábio Primo, com orientações para a aplicação de adesivos em ônibus nas garagens.
Releia a nota do sindicato:
Nas gravações, integrantes da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) aparecem articulando a distribuição de materiais e a aplicação de adesivos. O sindicato negou responsabilidade pelos problemas na operação do transporte e afirmou que não aceitará acusações sem comprovação, além de defender a apuração transparente dos acontecimentos.
“Não se trata aqui de uma peleja ideológica ou retórica, e sim de uma representação institucional da Casa". É com esse tom que o vereador Alexandre Aleluia (Novo) avalia o cenário que o aproxima do comando da Câmara Municipal de Salvador (CMS) para o próximo biênio.
Ao celebrar a adesão de novos parlamentares à sua candidatura, o vereador minimizou as diferenças políticas em prol da independência do Legislativo. "A existência [da Câmara] precede, várias ideologias são novas. Então a gente tem que levar em conta que está em um patamar muito superior a uma disputa ideológica ou partidária", afirmou Aleluia.
O candidato comemorou publicamente a chegada de um bloco de apoio formado por Podemos, MDB e PSD, que conta com quatro vereadores, e fez um aceno para que o restante da oposição siga o mesmo caminho. A consolidação da aliança o faz projetar até 39 dos 43 votos possíveis. "Certinho de unanimidade? Está perto, né? Isso me dá uma posição de felicidade. Mostra que os vereadores estão pensando não em disputa partidária ou ideológica, e sim em uma representação da instituição Câmara", declarou.
LEGADO DA ATUAL GESTÃO
Durante sua fala, Aleluia fez questão de exaltar o atual presidente da CMS, Carlos Muniz, cujo respaldo classificou como "uma honra muito grande". Para o candidato do Novo, o atual gestor demonstrou uma "visão muito republicana e democrática" e deixará sua marca na Casa. "A Câmara continuou com seu protagonismo defendido, sua independência mantida", pontuou.
BASTIDORES DOS APOIOS
O discurso de autonomia institucional feito por Aleluia reflete os compromissos firmados para garantir os 37 votos já declarados. Para atrair os opositores — como Randerson Leal (Podemos), João Cláudio Bacelar (Podemos), Carlos Kleber (PSD) e David Rios (MDB) —, além de Débora Santana (PSDB), o candidato sinalizou positivamente a uma pauta de reivindicações.
O acordo inclui a garantia de independência do Legislativo em relação ao Executivo (Palácio Thomé de Souza), o cumprimento rigoroso do Regimento Interno, o respeito à proporcionalidade nas comissões permanentes e a regulamentação das emendas parlamentares. A eleição ainda não tem data prevista para ocorrer.
O deputado federal Cláudio Cajado deve assumir a presidência do PP na Bahia em 2027. Único parlamentar do partido reeleito para a Câmara dos Deputados no estado, com 110.834 votos, ele confirmou a mudança ao Bahia Notícias: “Está previsto pro ano que vem”, afirmou.
Cajado vai substituir o atual presidente estadual da sigla, nomeado ao cargo em março deste ano, Cacá Leão, que disputou uma vaga de deputado federal e recebeu 80.304 votos, mas não se elegeu. Ele ficou como segundo suplente da federação União Progressista, aliança entre o PP e o União Brasil que funciona como um único partido. Depois da eleição, Cacá voltou ao cargo de secretário municipal de Governo de Salvador.
Cacá Leão assumiu o comando do PP baiano no lugar de Mário Negromonte Jr. A troca aconteceu porque Mário Jr. é aliado do governador Jerônimo Rodrigues (PT), enquanto o PP integra, com o União Brasil, a federação que faz oposição ao governo estadual. Sem espaço no partido, ele deixou a legenda, se filiou ao PSB e foi eleito deputado federal com 101.536 votos.
Além de Cajado, o PP elegeu para a Câmara dos Deputados o vereador de Salvador Sandro Filho, que recebeu 167.390 votos. Aos 21 anos, ele se tornou o deputado federal mais jovem já eleito pela Bahia.
Após não conseguir se eleger para o Senado nas eleições de 2026, Angelo Coronel (Republicanos) tem o nome cotado nos bastidores para assumir a presidência estadual do partido. A possibilidade, que já era discutida desde março, quando o senador deixou o Partido Social Democrático (PSD) para ingressar na legenda, foi rechaçada pelo atual dirigente da sigla na Bahia, Márcio Marinho.
Ao Bahia Notícias, Marinho afirmou que não houve conversa sobre a mudança no comando estadual. A possibilidade, no entanto, teria ganhado força após o segundo turno, realizado no último domingo (25). Fontes ouvidas pelo BN relataram que a direção nacional teria assumido o "compromisso" de ceder a presidência a Coronel após o encerramento das eleições, embora a mudança ainda dependa das articulações internas.
Coronel recebeu 2.898.885 votos na disputa pelo Senado, ficando em terceiro lugar entre dez candidatos. As duas vagas da Bahia foram conquistadas por Rui Costa (PT), com 4.335.196 votos, e Jaques Wagner (PT), com 3.986.690. O mandato atual de Coronel termina em 31 de janeiro de 2027.
Três meses depois de o governador Jerônimo Rodrigues (PT) anunciar a nova sede da Embasa no terreno do antigo Detran-BA, em Salvador, o projeto de mudança ainda está em fase inicial e não tem prazos, valores nem cronograma definidos.
A informação foi confirmada pela própria Embasa em nota enviada ao Bahia Notícias. A compra da área, por R$ 75,9 milhões, foi oficializada no início de outubro.
Segundo a empresa, os custos e as etapas da obra só serão definidos na fase de estruturação do projeto.
“A Embasa informa que os trâmites para elaboração do projeto de mudança para nova sede estão em fase inicial. Os valores, prazos e cronograma serão definidos na fase de estruturação do projeto”, disse a nota.
A Embasa informou ainda que o prédio onde funciona a sede atual pertence ao Governo da Bahia e será devolvido ao estado depois da mudança.
A compra do terreno foi publicada no Diário Oficial do Estado de 9 de outubro, no valor exato de R$ 75.939.000. A área fica na Avenida Antônio Carlos Magalhães, na região do antigo Shopping Iguatemi, uma das mais valorizadas da capital baiana.
O anúncio da nova sede foi feito por Jerônimo no fim de julho, em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador.
Na ocasião, o governador disse que a negociação do terreno já estava concluída e que o espaço receberia a sede da companhia e uma central de atendimento ao público.
“Já foi feita a negociação. A Embasa vai precisar de um local para construir sua sede e fazer a prestação de serviços. O presidente da Embasa, Gildeone Almeida, está correndo com isso”, afirmou aos apresentadores Maurício Leiro e Rebeca Menezes.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.