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Pesquisa: cbf
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) definiu a equipe de arbitragem para o confronto entre Palmeiras e Bahia, válido pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro. A partida será disputada na próxima quinta-feira (8), às 21h30, no Nubank Parque, em São Paulo.
Bráulio da Silva Machado será o responsável pelo apito. Ele terá o auxílio de Bruno Boschilia e Thiaggo Americano Labes. Paulo Roberto Alves Junior será o quarto árbitro.
Em 2026, Machado foi o responsável pelo apito no empate por 1 a 1 entre Atlético-MG e Bahia, no dia 21 de julho, na Arena MRV, pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro. Bráulio também trabalhou como VAR no empate por 0 a 0 entre Bahia e Vasco, no dia 9 de agosto, na Fonte Nova.
No árbitro de vídeo, Heber Roberto Lopes comandará o VAR, com Eder Alexandre e Lucas Paulo Torezin como auxiliares.
CONFIRA A ESCALA COMPLETA DA ARBITRAGEM:
Árbitro: Bráulio da Silva Machado
Assistente 1: Bruno Boschilia
Assistente 2: Thiaggo Americano Labes
Quarto árbitro: Paulo Roberto Alves Junior
VAR: Heber Roberto Lopes
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou, na noite desta segunda-feira (28), as datas e os horários dos confrontos das quartas de final da Copa do Brasil Feminina. O Bahia terá o São Paulo pela frente na disputa por uma vaga na semifinal da competição nacional.
O primeiro encontro acontece no dia 16 de outubro, uma sexta-feira, às 19h, no Estádio Batistão, em Aracaju.
A partida de volta está marcada para o dia 21 de outubro, quarta-feira, também às 19h. O local do confronto ainda será divulgado pela CBF.
O CAMINHO ATÉ AS QUARTAS
As Mulheres de Aço chegaram às quartas de final após eliminarem dois adversários na competição. Na estreia, o Bahia passou pelo Planalto, de Goiás. Na fase seguinte, o Tricolor eliminou o Itabirito, de Minas Gerais, e garantiu presença entre as oito melhores equipes do torneio.
Agora, o time comandado por Felipe Freitas terá o São Paulo, finalista do Brasileirão A1, como próximo obstáculo em busca de mais uma campanha de destaque no cenário nacional.
CONFIRA OS JOGOS:
Jogo de ida
Bahia x São Paulo
Data: 16 de outubro, sexta-feira
Horário: 19h
Local: Estádio Batistão, Aracaju
Jogo de volta
São Paulo x Bahia
Data: 21 de outubro, quarta-feira
Horário: 19h
Local: a definir
O Bahia já conhece oficialmente datas, horários e locais de todos os seus compromissos no Campeonato Brasileiro até a 34ª rodada. Após a definição dos jogos das semifinais da Copa do Brasil, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) detalhou mais quatro partidas do Esquadrão na Série A.
A nova divulgação contempla os confrontos contra Flamengo, Santos, São Paulo e Cruzeiro, válidos entre a 31ª e a 34ª rodadas. A CBF distribuiu as partidas deste trecho do Brasileirão em meio ao calendário da Copa do Brasil, cujas semifinais serão disputadas no início de novembro.
Antes dessa sequência, o Bahia já tinha confirmados os compromissos contra Palmeiras e Mirassol. O retorno do Tricolor ao Brasileirão acontece no dia 8 de outubro, às 21h30, contra o Palmeiras, no Nubank Parque, pela 29ª rodada.
Três dias depois, o Esquadrão volta a Salvador para receber o Mirassol, às 19h30, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova.
Na sequência, o Bahia encara Flamengo e São Paulo em casa, enquanto visita Santos e Cruzeiro.
Confira o calendário do Bahia até a 34ª rodada:
08/10 – 29ª rodada
21h30 – Palmeiras x Bahia
Nubank Parque
11/10 – 30ª rodada
19h30 – Bahia x Mirassol
Casa de Apostas Arena Fonte Nova
18/10 – 31ª rodada
18h30 – Bahia x Flamengo
Casa de Apostas Arena Fonte Nova
24/10 – 32ª rodada
21h – Santos x Bahia
Vila Belmiro
28/10 – 33ª rodada
21h30 – Bahia x São Paulo
Casa de Apostas Arena Fonte Nova
05/11 – 34ª rodada
21h30 – Cruzeiro x Bahia
Mineirão
A redução gradual do limite de jogadores estrangeiros relacionados por partida no Campeonato Brasileiro pode atingir diretamente o planejamento de elenco do Bahia nos próximos anos. Com a mudança aprovada pela maioria dos clubes, o teto cairá dos atuais nove atletas até chegar a cinco em 2030.
Diante do novo cenário, o Bahia Notícias realizou um levantamento sobre a presença e a utilização dos estrangeiros no atual elenco tricolor.
O Bahia foi um dos três clubes que votaram contra a mudança, ao lado de Londrina e Flamengo. Representante do Esquadrão na reunião, o diretor de Operações e Relações Institucionais, Vitor Ferraz, explicou que o posicionamento está relacionado à estratégia esportiva e de mercado adotada pelo clube.
“O posicionamento do Bahia é por entender que a estratégia do clube passa pela oportunidade de trazer atletas estrangeiros quando entender que é o caso.”
Atualmente, nove dos 29 jogadores que compõem o plantel profissional do Bahia nasceram fora do Brasil. O número corresponde a 31,03% do elenco.
A maioria é sul-americana. O Uruguai aparece representado por Nicolás Acevedo, Kike Olivera e Michel Araújo. Da Argentina estão Alejo Véliz, Guido Herrera, Román Gómez, Mateo Sanabria e Lautaro López. O espanhol Marco Moreno completa a lista.

Foto: Rafael Rodrigues/EC Bahia
ESTRANGEIROS TÊM PAPEL IMPORTANTE NO TIME
A presença internacional no elenco não se resume ao número de jogadores. Parte significativa dos estrangeiros ocupa funções importantes dentro da equipe de Rogério Ceni.
Entre os titulares aparecem Nicolás Acevedo, capitão da equipe e líder de desarmes do Bahia no Campeonato Brasileiro; Alejo Véliz, que chegou ao clube e rapidamente assumiu a referência do ataque; e Kike Olivera, novamente consolidado como peça recorrente no time.
Román Gómez também teve utilização elevada desde que chegou ao clube. O lateral-direito disputou 20 partidas, sendo titular em 19.
Michel Araújo e Mateo Sanabria aparecem entre as principais alternativas utilizadas por Rogério Ceni durante os jogos. Michel soma 17 partidas saindo do banco de reservas, enquanto Sanabria foi acionado como suplente em 12 oportunidades.
Desta forma, seis dos nove estrangeiros do atual elenco possuem participação frequente nas escalações e substituições do treinador: Acevedo, Alejo, Kike, Román, Michel e Sanabria.

Foto: Letícia Martins/EC Bahia.
TRÊS AINDA AGUARDAM ESTREIA
Na outra ponta estão três jogadores que ainda não entraram em campo pelo Bahia. Curiosamente, todos chegaram durante a segunda janela de transferências de 2026: Guido Herrera, Lautaro López e Marco Moreno.
Após a derrota para o Athletico-PR, Rogério Ceni comentou sobre a adaptação dos dois últimos e indicou que ambos poderão receber oportunidades na sequência da temporada.
“Lautaro está há pouquíssimo tempo com a gente. Muita qualidade técnica, precisa trabalhar a parte física. Para mim é um 5, não um 8. Para primeiro volante temos Nico e Caio, ele vai trabalhar e vamos colocar ele para jogar em uma hora ou outra. Marco [Moreno] é um jogador interessante, vamos ter jogos seguidos, vai ser uma boa oportunidade para ter ele descansado. Acho que pode ter uma oportunidade nessa próxima janela de dois jogos”, afirmou o treinador.

Foto: Rafael Rodrigues/EC Bahia.
CINCO CONTRATOS CHEGAM A 2030
Outro ponto que chama atenção está na duração dos contratos. Acevedo e Alejo Véliz possuem vínculo com o Bahia até dezembro de 2031. Marco Moreno também tem contrato longo, válido até julho de 2031.
Román Gómez e Mateo Sanabria, por sua vez, têm vínculos até o fim de 2030. Ou seja, cinco estrangeiros do atual elenco possuem contratos que alcançam 2030 ou ultrapassam esse período, justamente o ano em que, pelo cronograma aprovado, o limite de estrangeiros relacionados deverá chegar a cinco.
Isso não significa que os cinco necessariamente permanecerão no elenco até lá, mas evidencia como a redução poderá precisar ser considerada pelo Bahia nas decisões futuras de mercado.
Michel Araújo possui contrato até dezembro de 2028, enquanto Guido Herrera tem vínculo até o fim de 2027. Kike Olivera e Lautaro López estão emprestados ao Bahia somente até dezembro de 2026.

Foto: Rafael Rodrigues/EC Bahia.
VEJA OS ESTRANGEIROS DO BAHIA:
Nicolás Acevedo
Contrato: 31/12/2031
Jogos como titular: 108
Minutos em campo desde a chegada: 10.007
Alejo Véliz
Contrato: 31/12/2031
Jogos como titular: 9
Minutos em campo desde a chegada: 773
Román Gómez
Contrato: 31/12/2030
Jogos como titular: 19
Minutos em campo desde a chegada: 1.619
Michel Araújo
Contrato: 31/12/2028
Jogos como titular: 23
Minutos em campo desde a chegada: 2.336
Kike Olivera
Contrato: empréstimo até 31/12/2026
Jogos como titular: 20
Minutos em campo desde a chegada: 1.693
Mateo Sanabria
Contrato: 31/12/2030
Jogos como titular: 11
Minutos em campo desde a chegada: 1.126
Marco Moreno
Contrato: 31/07/2031
Jogos como titular: ainda não estreou
Minutos em campo: 0
Guido Herrera
Contrato: 31/12/2027
Jogos como titular: ainda não estreou
Minutos em campo: 0
Lautaro López
Contrato: empréstimo até 31/12/2026
Jogos como titular: ainda não estreou
Minutos em campo: 0
A NATURALIZAÇÃO É UM CAMINHO?
Paralelamente à mudança aprovada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nesta semana, dois dos atletas que atualmente ocupam vagas destinadas a estrangeiros reúnem condições previstas pela legislação brasileira para solicitar a naturalização.
Para efeito da norma, um atleta nascido fora do país deixa de ocupar uma dessas vagas caso obtenha a nacionalidade brasileira e tenha a nova condição registrada.
Pela legislação brasileira, a naturalização ordinária exige, em regra, quatro anos de residência no país, além de capacidade civil, comunicação em língua portuguesa e ausência de condenação penal, ressalvados os casos de reabilitação. O Ministério da Justiça exige ainda documentação que comprove o período de residência considerado no processo.
Existem situações em que o prazo pode ser reduzido. O período cai para um ano para quem possui filho brasileiro, mantém casamento ou união estável com brasileiro ou é originário de país de língua portuguesa.
Também há previsão de redução para dois anos em situações como prestação de serviço relevante ao Brasil ou recomendação por capacidade profissional, científica ou artística. Nesses casos, a avaliação cabe ao Departamento de Migrações da Secretaria Nacional de Justiça.
O tempo de atuação no futebol brasileiro, contudo, não comprova sozinho que o jogador atende ao requisito de residência exigido no processo. A situação depende do histórico migratório e da documentação individual de cada atleta.
A redução gradual do limite de jogadores estrangeiros relacionados por partida no futebol brasileiro começa a valer oficialmente a partir de 2027. Paralelamente à mudança aprovada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nesta semana, parte dos atletas que atualmente ocupam vagas destinadas a estrangeiros reúne condições previstas pela legislação brasileira para solicitar a naturalização.
Atualmente, cada clube pode relacionar até nove estrangeiros por partida. O limite será reduzido para oito em 2027, sete em 2028, seis em 2029 e cinco em 2030. A mudança não limita o número de atletas estrangeiros contratados ou registrados pelos clubes, apenas quantos podem ser relacionados para um jogo.
O cenário também impacta diretamente Bahia e Vitória. Atualmente, o Tricolor possui nove estrangeiros no elenco profissional, enquanto o Rubro-Negro conta com seis. Entre os 15 jogadores, cinco apresentam, a partir de informações públicas, tempo de atuação no país ou condições pessoais previstas pela legislação para a redução do prazo necessário à naturalização.
Para efeito da norma, um atleta nascido fora do país deixa de ocupar uma dessas vagas caso obtenha a nacionalidade brasileira e tenha a nova condição registrada.
O exemplo mais recente é Walter Kannemann. Nascido na Argentina e no Grêmio desde 2016, o zagueiro concluiu o processo de naturalização em 2026 e deixou de ser contabilizado como estrangeiro.
A Série A também possui jogadores que não entram nessa conta por já terem nacionalidade brasileira desde o nascimento ou por vínculos familiares. Jorginho, do Flamengo; Maurício, do Palmeiras; Matheus Reis, do Fluminense; Carlos Coronel e Rafael Tolói, do São Paulo; e João Costa, do Cruzeiro, nasceram no Brasil, apesar ds pais de outras nacionalidades. Niclas Eliasson, do Internacional, nasceu na Suécia, mas é filho de mãe brasileira.
COMO FUNCIONA A NATURALIZAÇÃO
Pela legislação brasileira, a naturalização ordinária exige, em regra, quatro anos de residência no país, além de capacidade civil, comunicação em língua portuguesa e ausência de condenação penal, ressalvados os casos de reabilitação. O Ministério da Justiça exige ainda documentação que comprove o período de residência considerado no processo.
Existem situações em que o prazo pode ser reduzido. O período cai para um ano para quem possui filho brasileiro, mantém casamento ou união estável com brasileiro ou é originário de país de língua portuguesa.
Também há previsão de redução para dois anos em situações como prestação de serviço relevante ao Brasil ou recomendação por capacidade profissional, científica ou artística. Nesses casos, a avaliação cabe ao Departamento de Migrações da Secretaria Nacional de Justiça.
O tempo de atuação no futebol brasileiro, contudo, não comprova sozinho que o jogador atende ao requisito de residência exigido no processo. A situação depende do histórico migratório e da documentação individual de cada atleta.
Por isso, os períodos citados nesta reportagem funcionam como referência para identificar jogadores que podem se enquadrar nas regras, sem significar que todos estejam imediatamente aptos ou tenham interesse em solicitar a nacionalidade brasileira.
SITUAÇÃO DO BAHIA
O Bahia chegou a nove estrangeiros em 2026, número que corresponde ao limite atualmente permitido em uma mesma partida. O elenco conta com Alejo Véliz, Guido Herrera, Lautaro López, Mateo Sanabria e Roman Gómez, da Argentina; Marco Moreno, da Espanha; e os uruguaios Michel Araújo, Kike Olivera e Nicolás Acevedo.
Com a redução para oito em 2027, o Tricolor já teria que deixar pelo menos um deles fora de cada súmula caso mantenha a atual composição do elenco.
Dois jogadores, entretanto, aparecem em situações que podem alterar essa conta: Nicolás Acevedo e Michel Araújo.
Acevedo chegou a Salvador em dezembro de 2022 e construiu praticamente toda a passagem recente pelo futebol brasileiro no Bahia. Quase quatro anos depois, além da relação esportiva com o clube, o uruguaio constituiu família na capital baiana. Seus dois filhos, Valentino e Santino, nasceram na Bahia.

Foto: Maurícia da Matta / Bahia Notícias
Michel Araújo tem uma trajetória diferente. O uruguaio teve uma primeira passagem pelo Fluminense entre 2020 e 2021, antes de ser emprestado ao Al-Wasl, dos Emirados Árabes Unidos.
Ele retornou ao Brasil em junho de 2022 e teve o nome novamente registrado pela CBF em julho daquele ano. Desde então, permaneceu no futebol brasileiro, passando por Fluminense e São Paulo antes de chegar ao Bahia. A atual passagem do meia pelo país, portanto, já supera quatro anos.
Esse período não permite afirmar automaticamente que Michel está apto à naturalização, porque a legislação considera a situação de residência do estrangeiro e não apenas seu vínculo profissional com clubes brasileiros.

Foto: Maurícia da Matta / Bahia Notícias
SITUAÇÃO DO VITÓRIA
O Vitória possui atualmente seis jogadores considerados estrangeiros: os argentinos Emanuel Brítez, Tomás Pochettino, Emmanuel Martínez e Diego Tarzia, o português Rúben Ismael e o uruguaio Nacho Laquintana.
Pelo número atual, o Rubro-Negro continuaria dentro do limite de oito estrangeiros em 2027 e de sete em 2028. Os seis jogadores igualariam o teto previsto para 2029 e ultrapassariam em um o máximo de cinco estabelecido para 2030, caso todos permanecessem no elenco.
Dentro do atual grupo, Brítez, Martínez e Rúben Ismael apresentam situações que se encaixam nos períodos utilizados pela legislação como referência.
Emanuel Brítez chegou ao futebol brasileiro em julho de 2022, quando foi contratado pelo Fortaleza. Até aquele momento, o defensor havia desenvolvido toda a carreira em clubes argentinos. O zagueiro permaneceu no país desde então e se transferiu para o Vitória em 2026. Dessa forma, já acumula mais de quatro anos de atuação contínua no futebol brasileiro.
Assim como ocorre com Michel Araújo, do Bahia, a trajetória profissional indica o cumprimento do período esportivo, mas a possibilidade formal de requerimento depende da data considerada pelas autoridades migratórias e dos demais requisitos exigidos.

Foto: Maurícia da Matta / Bahia Notícias
Emmanuel Martínez também completou quatro anos no Brasil em 2026. O argentino desembarcou em Belo Horizonte em agosto de 2022 para defender o América-MG, após passagem pelo Barcelona de Guayaquil. Mais tarde, transferiu-se para o Fortaleza e, posteriormente, para o Vitória, onde é pilar no meio-campo da equipe, ao lado de Baralhas.
Desde a chegada ao América-MG, Martínez permaneceu no futebol brasileiro. A confirmação sobre eventual direito imediato de solicitar a naturalização, contudo, também depende de seu histórico migratório.

Foto: Maurícia da Matta / Bahia Notícias
Já o volante Rúben Ismael está em uma situação distinta dos companheiros argentinos. O atleta é português e chegou ao Vitória em julho de 2025, depois de construir toda a carreira profissional em Portugal. Seu contrato com o Rubro-Negro vai até o final de 2028.
Por ser originário de um país de língua portuguesa, Rúben pode ser enquadrado na hipótese que reduz para um ano o período mínimo de residência exigido para a naturalização ordinária. O jogador já ultrapassou um ano de atuação no Brasil. Ainda assim, a concessão da cidadania depende do cumprimento das demais condições estabelecidas pela legislação.

Foto: Maurícia da Matta / Bahia Notícias
Em um cenário no qual os três adquirissem a cidadania brasileira e o restante do elenco fosse mantido, o Vitória passaria de seis para três jogadores contabilizados como estrangeiros.
Outro jogador do Vitória pode entrar nesse grupo a partir de 2027. Tomás Pochettino chegou ao Brasil para defender o Fortaleza no início de 2023 e permaneceu no futebol nacional até acertar com o Vitória em 2026. Considerando apenas a trajetória esportiva, o argentino completará quatro anos no país no início da próxima temporada.
Diego Tarzia e Nacho Laquintana chegaram mais recentemente ao futebol brasileiro e, com base no histórico público de suas carreiras, ainda não alcançam o período ordinário de quatro anos.
OUTROS CLUBES TAMBÉM POSSUEM CASOS
O Brasileirão possui 159 atletas considerados estrangeiros, de 26 nacionalidades, segundo levantamento atualizado da Série A. A Argentina lidera a relação, seguida por Uruguai, Colômbia, Paraguai e Equador.
Entre jogadores com longas passagens pelo Brasil estão Gustavo Gómez, Joaquín Piquerez e Flaco López, do Palmeiras; Mathías Villasanti, do Grêmio; Germán Cano e Yeferson Soteldo, do Fluminense; Jonathan Calleri, do São Paulo; Gabriel Mercado, do Internacional; além de Erick Pulgar e Guillermo Varela, do Flamengo.
O Flamengo possui ainda dois casos em que movimentos pela cidadania brasileira já foram tornados públicos: Arrascaeta, que atua no país desde 2015, e Agustín Rossi.
Confira abaixo a lista com todos os estrangeiros do Brasileirão 2026 encaminhados para o processo de naturalização:

Tabela gerada por Inteligência Artificial
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Ele não gosta de toque, sabe? As mulheres aprendem a tomar toque desde quando é pequena. O homem não, ele é cheio de trejeitos, ele não sabe que quando tiver câncer de próstata, vão dar muito toque nele".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao afirmar que “homem não gosta de toque”, ao falar sobre a evolução do sistema de saúde brasileiro e a resistência de homens ao exame de próstata.