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Artigos

Leonardo Góes
Mérito técnico: o critério que falta nas indicações da ANA
Foto: Acervo pessoal

Mérito técnico: o critério que falta nas indicações da ANA

Em 16 de setembro de 2026 encerrou-se o sistema de rodízio adotado, de forma inusual, pela Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) desde janeiro daquele ano, diante da vacância do cargo de Diretor-Presidente. Ao longo desses meses, quatro diretores se revezaram na Presidência interina da Agência. Encerrado esse modelo, volta a valer a regra ordinária: exerce a interinidade o Diretor com o menor tempo de mandato restante. É por essa regra que, a partir de 16 de outubro, assumo pela segunda vez a Presidência interina da ANA — agora na condição de Diretor nomeado e de servidor público federal de carreira, com mais de duas décadas dedicadas ao serviço público efetivo.

Multimídia

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Durante entrevista ao podcast Projeto Prisma, do projeto Vota BN, nesta segunda-feira (24), o senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou que o Senado Federal não pode atuar como um "puxadinho" do Poder Executivo e declarou que não pretende exercer um mandato "chapa-branca" para o governo de plantão.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

Pesquisa: Senado

Caso Master: STF autorizou interceptação telefônica do senador Jaques Wagner
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, autorizou a interceptação telefônica do senador Jaques Wagner (PT-BA) no âmbito das investigações relativas ao caso Master. Os dados constam em relatório da Polícia Federal tornado público após o presidente do STF, o ministro Edson Fachin, determinar a retirada do sigilo dos autos do caso Master, nesta sexta-feira (11). 

 

Segundo informações da CNN, a decisão sobre o monitoramento foi proferida em 17 de junho de 2026. A Polícia Federal aponta uma proximidade entre o parlamentar e Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro, indicando a existência de uma relação de confiança que favoreceria tratativas de interesse da instituição financeira.

 

As investigações citam a suspeita de recebimento de vantagens econômicas indevidas pelo senador, de forma direta ou indireta. Entre os pontos apurados pela Polícia Federal estão a aquisição de um apartamento em Salvador em favor do parlamentar, repasses financeiros e indícios de atuação legislativa em pautas correlatas aos interesses do banco.

 

A determinação judicial alcançou também Augusto Ferreira Lima e outros investigados no processo. A medida ficou restrita ao acesso a metadados e registros técnicos — como estações rádio base (ERBs), números de identificação de aparelhos (IMEI), histórico de chamadas e dados de conexão —, sem incluir a interceptação do conteúdo das conversas ou mensagens.

TV Aratu fará sabatinas ao vivo com candidatos ao Senado pela Bahia na próxima semana
Foto: Divulgação / Tv Aratu

O Grupo Aratu dá início, na próxima segunda-feira (14), a uma série de sabatinas ao vivo com os candidatos que disputam a vaga ao Senado Federal pela Bahia nas Eleições 2026. As entrevistas serão transmitidas diariamente das 18h40 às 19h15 pela TV Aratu (afiliada do SBT na Bahia), pelo Portal Aratu On, pela Rádio Antena 1 Bahia (100.1 FM) e pelos canais digitais do grupo, sob a mediação do jornalista Pablo Reis.

 

A programação contempla 6 postulantes ao cargo ao longo de duas semanas. O cronograma do primeiro bloco traz Rui Costa na segunda-feira (14), a professora Deliana Ricelli na terça-feira (15) e Angelo Coronel na quarta-feira (16). Na semana seguinte, a sequência de entrevistas prossegue com Jaques Wagner (21), Marcelo Carvalho (22) e João Roma (23).

 

De acordo com o mediador Pablo Reis, a iniciativa busca oferecer um espaço de utilidade pública para a apresentação e contestação de propostas sobre temas relevantes ao estado e ao país. "As eleições são um dos momentos mais importantes da democracia, e o papel do jornalismo é garantir que o eleitor tenha acesso a informações confiáveis para formar sua opinião", destacou o jornalista.

 

As sabatinas integram um conjunto de projetos editoriais do Grupo Aratu voltados para a cobertura do pleito de 2026. A emissora realizou, em 9 de agosto, o primeiro debate televisivo com os candidatos ao Governo da Bahia. A cobertura multiplataforma inclui ainda o programa diário Linha de Frente, transmitido na Rádio Antena 1 Bahia das 18h às 19h com a participação de jornalistas convidados para análise política, e o formato documental Na Pista, focado no acompanhamento dos bastidores da rotina de campanha dos concorrentes ao governo estadual.

Samanda de Lula, candidata no Rio Grande do Norte, pode ser a primeira senadora que se autodeclara lésbica
Foto: Reprodução Redes Sociais

Nesta que é a primeira eleição geral em que a Justiça Eleitoral permite que os candidatos informem, facultativamente, a sua orientação sexual, o Senado pode ter em 2026 a sua primeira parlamentar que se autodeclara lésbica. Essa foi a orientação sexual declarada pela candidata Samanda de Lula, que disputa uma vaga ao Senado pelo PT do Rio Grande do Norte. 

 

Em todo o estado do Rio Grande do Norte, apenas 15 candidatos se autodeclararam LGBTQIA+, com predominância para os partidos de esquerda. As informações foram apuradas  com base nos dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

Como o estado possui um total de 324 registros de candidatura, entre postulantes a governador, senador, suplente, deputado federal e estadual, as candidaturas autodeclaradas LGBTQIA+ representam 4,6% do total. Outros 135 candidatos optaram por não divulgar sua orientação sexual.

 

Já no país, 91 das 7.253 mulheres candidatas informaram ser lésbicas e autorizaram a divulgação da orientação sexual. Entre as mulheres, 3.403 (46,9%) optaram por não divulgar a orientação sexual. Ao todo, esta eleição registrou 20.769 pessoas candidatas.

 

Na mais recente pesquisa divulgada no Rio Grande do Norte, da Real Time Big Data, nesta quinta-feira (10), Samanda de Lula aparece na segunda colocação, com 16% das intenções de voto. A candidata do PT perde apenas para o atual senador Styvenson Valentim (Podemos), que aparece com 18%.

 

(A pesquisa Real Time Big Data teve 1.600 entrevistados de 5 a 9 de setembro de 2026. Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 2 pontos percentuais. Registro no TSE sob o nº RN-08492/2026).

 

Natural de Mossoró, Samanda Alves por mais de 20 foi assessora pessoal de Fátima Bezerra, acumulando cargos como secretária-adjunta do Gabinete Civil do Governo do Rio Grande do Norte, subsecretária do Trabalho, Emprego e Renda, coordenando o SINE/RN, e também ocupou função no Ministério de Direitos Humanos da Presidência da República, durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

 

Em 2022, a pedido da governadora, ela disputou um mandato de deputado federal pela federação Brasil da Esperança, formada pelo PT, PCdoB e PV. Samanda obteve 31.240, mas não se elegeu porque não alcançou os 20% do quociente eleitoral. Em 2024, Samanda conquistou o primeiro mandato eletivo. Com 13.456 votos, se elegeu vereadora em Natal.

 

Para 2026, Samanda Alves foi escolhida para ser candidata ao Senado por conta da desistência da governadora Fátima Bezerra em se candidatar. 
 

Levantamento detalha disputa ao Senado e oposição ainda não tem número para impeachment de ministro do STF
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Em meio à maior crise já vivida em seus 135 anos de história, o Supremo Tribunal Federal (STF) está no centro dos debates em meio à campanha eleitoral de 2026. Decisões judiciais, investigações policiais e conflitos entre ministros passaram a produzir consequências políticas praticamente diárias, enquanto candidatos e partidos incorporam cada novo episódio às suas estratégias eleitorais. 

 

A crise, fomentada principalmente pelo escândalo do Banco Master e a revelação de relações entre Daniel Vorcaro e diferentes personagens e autoridades do país, elevou o STF ao posto de principal protagonista desta eleição. E em meio às acusações que envolvem alguns dos ministros da Corte, o debate sobre a abertura de processos de impeachment se tornou o combustível que alimenta muitas das candidaturas para as 54 cadeiras em disputa para o Senado nestas eleições. 

 

Eleger uma numerosa bancada no Senado e, com isso, obter a presidência da Casa e dar prosseguimento a pedidos de impeachment de ministros do STF é, por exemplo, uma das principais estratégias do maior partido de oposição, o PL. O presidente do partido, Valdemar Costa Neto, diz que o PL deve entrar em 2027 com uma bancada de 28 senadores, entre os eleitos neste ano e os que ainda possuem quatro anos de mandato. 

 

A estratégia do PL e de outros oposicionistas espalhados por partidos como Republicanos, PP e União Brasil, foi traçada desde o ano passado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. O candidato do partido à presidência, Flávio Bolsonaro, também vem defendendo o esforço para aumentar a representatividade da direita no Senado, com objetivo de facilitar ações como a abertura de processos de impeachment contra ministros do STF.

 

Entretanto, para ter uma margem segura que permita a aceitação de pedidos de impeachment, a oposição e os partidos de direita precisam controlar um mínimo de 54 cadeiras no Senado. Isso porque encontra-se válida uma decisão tomada em dezembro do ano passado pelo ministro Gilmar Mendes que impacta diretamente as estratégias dos partidos referentes ao Senado.

 

Em uma decisão monocrática tomada na apreciação das ADPFs 1259 e 1260 apresentadas pelo partido Solidariedade e pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Gilmar Mendes que suspendeu trechos da Lei do Impeachment de 1950. A suspensão, que se deu em decisão com caráter liminar, estabeleceu que o quórum para iniciar processos de impeachment é o de dois terços dos senadores (54). 

 

A mudança de entendimento elevou a maioria simples exigida anteriormente, de 41 votos pela admissão do processo de impeachment. Com isso, a estratégia do PL e de demais partidos se tornou ainda mais desafiadora.

 

Para alcançar os 54 apoios necessários, portanto, a oposição e os partidos de direita terão que alcançar uma expressiva votação nas urnas de outubro de 2026. Levantamento realizado pelo Bahia Notícias revela como pode ficar o Senado Federal após as eleições de 2026. 

 

O levantamento levou em consideração as pesquisas mais recentes realizadas nos estados, com os nomes que estão no momento mais bem colocados para a disputa. Esses nomes ainda podem mudar até outubro de 2026, portanto a simulação é apenas com base no cenário existente no momento, a partir de pesquisas de institutos nacionais.

 

Confira abaixo como está a disputa e os dois primeiros colocados, com os estados divididos por região:

 

REGIÃO NORDESTE

 

BAHIA

 

Rui Costa (PT) - 26%
Jaques Wagner (PT) - 19%
(Real Time Big Data - 09/9)

 

ALAGOAS

 

Arthur Lira (PP) - 20%
Renan Calheiros (MDB) - 18%
(Quaest - 24/8)

 

CEARÁ 

 

Cid Gomes (PSB) - 24%
Capitão Wagner (União Brasil) - 20%
(Datafolha - 04/9)

 

MARANHÃO

 

Roseana Sarney (MDB) - 18%
Fufuca (PP) - 15%
(Real Time Big Data - 10/9)

 

PARAÍBA

 

João Azevêdo (PSB) - 53,1%
Veneziano Vital do Rego (MDB) - 33,9%
(Instituto Data Ranking - 10/9)

 

PERNAMBUCO

 

Marília Arraes (PDT) - 17%
Humberto Costa (PT) - 14%
(Quaest - 08/9)

 

PIAUÍ

 

Marcelo Castro (MDB) - 22,4%
Júlio César (PSD) - 17,2%
(AtlasIntel - 03/9)

 

RIO GRANDE DO NORTE

 

Styvenson Valentim (Podemos) - 18%
Samanda de Lula (PT) - 16%
(Real Time Big Data - 10/9)

 

SERGIPE

 

Delegado André David (Republicanos) - 18%
André Moura (União Brasil) - 12%
(Real Time Big Data - 04/9)

 

REGIÃO NORTE

 

ACRE

 

Gladson Camelli (PP) - 38%
Jorge Viana (PT) - 34%
(Instituto Travessia - 06/9)

 

AMAPÁ

 

Rayssa Furlan (Podemos) - 33%
Randolfe Rodrigues (PT) - 20%
(Real Time Big Data - 09/9)

 

AMAZONAS

 

Eduardo Braga (MDB) - 50%
Capitão Alberto Neto (PL) - 39,3%
(Paraná Pesquisas - 04/9)

 

PARÁ

 

Helder Barbalho (MDB) - 36%
Delegado Éder Mauro (PL) - 17%
(Real Time Big Data - 08/9)

 

RONDÔNIA

 

Dr. Fernando Máximo (PL) - 17%
Silvia Cristina (PP) - 11%
(Quaest - 25/8)

 

RORAIMA

 

Teresa Surita (MDB) - 25%
Nicoletti (PL) - 17%
(Real Time Big Data - 10/9)

 

TOCANTINS

 

Eduardo Gomes (PL) - 39,2%
Alexandre Guimarães (MDB) - 27,8%
(Instituto Veritá - 09/9)

 

REGIÃO CENTRO-OESTE

 

DISTRITO FEDERAL

 

Michelle Bolsonaro (PL) - 26%
Leila Barros (PDT) - 17%
(Quaest - 08/9)

 

GOIÁS

 

Gracinha Caiado (União Brasil) - 46%
Gustavo Gayer (PL) - 36,4%
(Instituto Goiás Pesquisas - 08/9)

 

MATO GROSSO

 

Mauro Mendes (União Brasil) - 55%
Janaina Riva (MDB) - 31,5%%
(Paraná Pesquisas - 09/9)

 

MATO GROSSO DO SUL

 

Reinaldo Azambuja (PL) - 32%
Capitão Contar (PL) - 23%
(Real Time Big Data - 10/9)

 

REGIÃO SUDESTE

 

ESPÍRITO SANTO

 

Renato Casagrande (PSB) - 28%
Sergio Meneguelli (PSD) - 12%
(Real Time Big Data - 09/9)

 

MINAS GERAIS

 

Marília Campos (PT) - 13%
Aécio Neves (PSDB) - 10%
(Quaest - 08/9)

 

RIO DE JANEIRO

 

Benedita da Silva (PT) - 15%
Marcelo Crivella (Republicanos) - 8%
(Quaest - 08/9)

 

SÃO PAULO

 

Marina Silva (Rede) - 34,9%
Simone Tebet (PSB) - 32,7%
(Futura/100% Cidades - 08/9)

 

REGIÃO SUL

 

PARANÁ 

 

Deltan Dallagnol (Novo) - 30,8%
Alexandre Curi (Republicanos) - 28,4%
(Paraná Pesquisas - 03/9)


RIO GRANDE DO SUL

 

Marcel van Hattem (Novo) - 22%
Manuela D´Ávila (Psol) - 18%
(Real Time Big Data - 10/9)

 

SANTA CATARINA

 

Esperidião Amin (PP) - 19%
Carlos Bolsonaro (PL) - 16%
(Quaest - 24/8)

 

Se a eleição confirmar esses resultados de momento, a distribuição das 54 cadeiras entre os partidos ficaria da seguinte forma:

 

PL - 10
MDB - 9
PT - 8
PP - 5
PSB - 4
UNIÃO BRASIL - 4
REPUBLICANOS - 3
PDT - 2
PSD - 2
PODEMOS - 2
NOVO - 2
PSDB - 1
REDE - 1
PSOL - 1

 

Dos 27 senadores que seguem no mandato até 2031, e aos quais se somarão os 54 eleitos em outubro, dez são do PL, quatro do Republicanos, três do PSD, três do PT, três do PP, dois do União Brasil, um do MDB e um do PSB. Essa situação pode sofrer alterações, já que nove dos parlamentares que estão em meio de mandato concorrem aos governos de seus estados. 

 

Contando os candidatos que, no momento, estariam conquistando as duas vagas ao Senado em seus estados, e mais os 27 que ainda cumprirão quatro anos de mandato (sem separar os que podem sair caso se elejam governadores), a divisão das cadeiras mostra que o PL chegaria a 2027 como a principal força do Senado, com 20 cadeiras. 

 

Veja abaixo como ficaria a divisão do Senado entre os partidos, caso as urnas confirmem as pesquisas atuais:

 

PL - 20
PT - 11
MDB - 10
PP - 8
REPUBLICANOS - 7
UNIÃO BRASIL - 6
PSD - 5
PSB - 5
PDT - 2
PODEMOS - 2
NOVO - 2
PSDB - 1
REDE - 1
PSOL - 1

 

Os partidos que declaradamente pedem o impeachment de ministros do STF são o PL e o Novo. Há diversos senadores em outros partidos que também abraçam essa causa, mas não é possível contabilizar a bancada inteira de siglas como União Brasil, PP e PSD a favor da abertura de processos. 

 

Se a integralidade das bancadas dos partidos de oposição e de direita se colocassem a favor da abertura do processo de impeachment de um ministro, e nessa conta entrassem PL, PP, Republicanos, União Brasil e Novo, a quantidade de votos chegaria a 43 senadores. Um número, portanto, bem abaixo dos 54 necessários para que seja aprovada a abertura de um processo. 
 

Paraná Pesquisas: Daniel Vilela mantém 45% das intenções de voto para governo do Goiás e Gracinha Caiado lidera disputa ao Senado
Foto: Divulgação

 

O novo levantamento divulgado pelo Instituto Paraná Pesquisas, nesta sexta-feira (11), mostra que Daniel Vilela (MDB), atual governador do estado, tem 45,1% das intenções de voto para o governo de Goiás, no primeiro turno. Com o índice, o ex-deputado e ex-vice-governador na gestão de Caiado, segue com uma margem de mais de 20 pontos frente ao segundo colocado na disputa, Marconi Perillo (PSDB). 

 

Perillo (PSDB) aparece com 23,2% das intenções de voto, enquanto Wilder Morais surge em terceiro, com 15% no 1º turno. Luis Cesar Bueno (PT) aparece com3,4%, Luciana Amorim (UP) registra 1,6% das intenções de voto e Danilo Pinheiro (PCO) surge com 1,5%. Outros 6,9% afirmaram que não votariam em ninguém ou nulo e 4,8% não souberam ou não opinaram.

 

O instituto ouviu 1.248 eleitores com 16 anos ou mais em 61 municípios de Goiás, entre os dias 08 e 10 de setembro. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código 03096/2026.

 

O levantamento não simulou cenários de segundo turno. Na pesquisa anterior, realizada em julho, Vilela tinha 44,4% e Perillo, 25,4%.

 

Na disputa ao Legislativo Federal, considerando as duas vagas ao Senado, a pesquisa estimulada da Paraná, em que os nomes dos candidatos são apresentados e os eleitores podem dizer dois nomes, coloca Gracinha Caiado na liderança. Gracinha, que é esposa do ex-governador e candidato à Presidência da República pelo PSD, aparece com 42,7% das intenções de voto. O deputado Gustavo Gayer (PL) aparece em segundo lugar com 27,6%.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Tenho pra mim que os nepo babies parecem meio perdidos. Alguém precisa dar uma orientação pra eles. Tem até filho feio confundindo o próprio pai. Enquanto isso, o Cacique vai ter que lutar pra afastar a imagem de pé frio, e Zoião tenta convencer que é desenrolado. Mas quem tá passando uma mensagem meio confusa é o Rambo. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Alexandre de Moraes

Alexandre de Moraes
Foto: Luiz Silveira / STF

"Somado à escolha seletiva do levantamento somente de parte dos procedimentos e o direcionamento subjetivo de um dos interessados de quais documentos". 

 

Disse o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao encaminhar um ofício ao presidente da Corte, Luiz Edson Fachin, no qual cita uma "escolha seletiva" na retirada do sigilo, por André Mendonça, dos inquéritos e procedimentos ligados ao Banco Master.

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o pré-candidato ao Senado Federal Angelo Coronel (Republicanos) nesta segunda

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o pré-candidato ao Senado Federal Angelo Coronel (Republicanos) nesta segunda
A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a entrevistar os principais candidatos ao Senado e ao Governo do Estado.

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