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Blog do Marrom: “O Balé Que Você Não Vê" volta ao Teatro Castro Alves
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A cantora Jessie J anunciou que se afastará das redes sociais por tempo indeterminado para se dedicar à recuperação do tratamento de um câncer de mama e para dar atenção a seu filho, Sky, de três anos. A britânica disse ainda que passará por uma segunda cirurgia de reconstrução da mama.
A artista tornou seu diagnóstico público em 2025; desde então, passou a compartilhar diferentes etapas do tratamento com seus seguidores. Agora, Jessie J afirma que pretende reduzir o uso de celular para se concentrar na recuperação e na vida pessoal.
"Quero finalmente passar pela minha segunda cirurgia de reconstrução pós-câncer, recarregar as energias, me curar, descansar, assimilar tudo, cuidar de mim e do meu filho, cultivar o próximo capítulo da minha vida e, o mais importante, estar presente e viver de verdade", escreveu. "Sinto que nunca consigo dedicar a energia e o tempo que esse lado da minha vida merece quando preciso passar tanto tempo nas redes sociais e no celular", continuou a cantora.
A artista fez questão de deixar claro que o afastamento não está relacionado a uma piora no seu quadro de saúde. A cantora afirmou que os últimos dois anos foram marcados por mudanças e por uma revisão de suas prioridades. "Não é segredo que os últimos dois anos foram mágicos, bem-sucedidos, transformadores e extremamente agitados. Amei a maioria desses dois anos — embora tenha havido momentos em que os detestei, e aprendi mais do que nunca sobre mim mesma, sobre o que quero da vida", disse Jessie J.
Bia Soull reimagina erotismo na música com álbum 'meio sombrio, mas muito sexy'
Por Lucas Brêda | Folhapress
A mãe da cantora Bia Soull trabalhava numa academia em São Paulo quando um frequentador do espaço soube que sua filha era cantora. O homem, com deficiência visual, pediu para ouvir as músicas dela. Dias depois, reapareceu com um comentário: "Isso é pornografia auditiva. É pornografia para cegos".
Foi a partir dessa observação que Bia Soull, uma das revelações da música brasileira neste ano, retirou o nome de seu celebrado primeiro álbum. Em "Pornografia Auditiva", ela usa vocais sussurrados sobre batidas experimentais de funk, de rap e de R&B para tocar em tabus e recriar maneiras de se cantar o desejo sexual e o erotismo a partir da imaginação e de uma atmosfera sombria.
"O que me diferencia não é falar sobre sexo, mas o que estou falando dentro do universo do sexo", ela afirma. "Outras cantoras já falaram sobre sexo como uma mulher desejante, mas ainda não abordavam esses assuntos que trago, que são mais delicados."
Bia Soull canta, por exemplo, do ponto de vista de uma profissional do sexo a partir do eu-lírico que assume na faixa-título do disco. "Dentro do mundo do funk, os caras falam muito sobre a garota de programa", diz. "E qual é o olhar dela sobre essas coisas?"
A música "Pornografia Auditiva" é autobiográfica, assim como 90% das letras do álbum, segundo a autora. Bia Soull conta que atuou como profissional do sexo com o objetivo de levantar dinheiro para vir de Florianópolis a São Paulo gravar suas composições.
Nascida em Apucarana, no interior paranaense, ela teve o pai de sangue, como diz, preso quando tinha um ano de idade. Quatro anos depois, conheceu seu pai de criação, um guitarrista que tinha uma banda de blues e MPB, da qual sua mãe era cantora, e tocava em bares da região.
Essa foi sua base musical, antes de os pais se separarem e a então adolescente se mudar para Curitiba, onde passou a frequentar a cena hip-hop. Com a mãe, que ensinou Bia a compor como MC, ela chegou inclusive a ter uma dupla de rap. Aos 18, de volta a Apucarana, entrou na faculdade de turismo, passou a comandar um brechó e a morar sozinha.
"Comecei a ter mais liberdade sexual e fazer as minhas composições nessa pegada de 'storytelling', reverenciando a putaria e o erotismo", diz. "Passei a escutar mais funk e criar minha própria identidade."
Nessa época, Bia se mudou para Florianópolis com um plano: trabalhar como garota de programa para viabilizar sua carreira como cantora. "Foi como se eu fizesse uma imersão dentro do mundo do sexo em muitas esferas", afirma. "Eu tinha minhas relações casuais, com pessoas de que realmente gostava, mas também tinha esse acesso a mundos totalmente diferentes do meu."
A experiência mudou sua visão sobre essa atividade. "Existe um preconceito com as trabalhadoras sexuais que eu também tinha", diz. "A prostituição existe principalmente por causa da desigualdade social. É uma profissão que dá tempo e dinheiro e viabiliza possibilidades. Mulheres trans não conseguem entrar no mercado de trabalho e veem isso como a única alternativa."
Nesse universo, Bia enxergou situações de dificuldade, como "ser vista mesmo como um pedaço de carne", mas também de inspiração. Aquelas mulheres, diz, tinham sonhos tão bonitos quanto o dela, e estavam ali trabalhando para realizá-los.
Antes de chegar em São Paulo, a cantora já tinha feito sua primeira composição no estilo de "Pornografia Auditiva". "Ifude", uma brincadeira com o aplicativo de entregas, nasceu de uma experiência real: achou um entregador tão bonito que queria fazer sexo com ele. "Não transei [na vida real], mas na música eu transei."
Três cenas de São Paulo formaram a identidade sonora de Bia: os bailes funk, como o de Heliópolis; o rap, em especial as mulheres; e as boates LGBTQIA+. Se foi abraçada de primeira por esses dois últimos grupos, no primeiro, causou estranhamento.
"Eu ia a esses estúdios de funk, como os da [produtora] GR6, cantava minhas paradas e os caras ficavam tipo: 'mano, nada a ver', 'como assim você quer enfiar o dedo no cu? No cu de quem?'", diz.
Bia se refere a faixas como "Malandro Touchscreen", um R&B em que o eu-lírico faz um homem gozar ao praticar sexo oral e anal nele ao mesmo tempo. "Isso não te faz 'veado', não sejamos imaturos", diz a letra. Em "Menage", um rap guiado por guitarra, a cantora tenta convencer o parceiro a fazer sexo a três com outro homem.
A bissexualidade é tema recorrente das músicas, em que Bia também fala sobre masturbação feminina, sexo casual e outros tipos de prazer. Em "Preliminares", que sugestivamente abre o disco, o eu-lírico faz uma ameaça a homens que não fazem sexo oral em mulheres: expô-los no grupo das amigas.
Apesar de conter descrições explícitas, algo comum no funk, a poesia de "Pornografia Auditiva" não se resume a isso, e constrói, frase a frase, uma narrativa de desejo sexual. "É como se eu estivesse aguçando a criatividade das pessoas, porque você vai se imaginar naquela história — ou imaginar a história na sua frente. É a experiência de imaginar o sexo — e não ver. É pensar nele."
Esteticamente, o álbum traz elementos do funk paulista, do minimalismo às batidas no estilo industrial. Entre os produtores estão alguns dos mais talentosos beatmakers do gênero atualmente, como Mu540 e D. Silvestre.
Bia também desloca o estilo macabro, de mistério e de terror do funk bruxaria para os tabus que existem em torno do sexo. "Quando a gente fala 'pornografia', as pessoas ficam muito assustadas, né? No sentido de ser um negócio meio proibido. Trago isso para o álbum de um jeito em que estou falando sobre liberdade sexual. E tudo bem falar sobre isso. Não precisa ficar assustado. Todo mundo pensa nessas coisas."
O clima etéreo é reforçado pela ambientação das produções, com vozes sussurradas que vão passando de um ouvido ao outro na divisão estéreo do som. É uma atmosfera, ela diz, "meio sombria, mas muito sexy".
A cantora dialoga com a Geração Z, da qual ela, com 24 anos, faz parte. Os jovens hoje são mais expostos à pornografia explícita e, segundo algumas pesquisas, transam com menos frequência que as gerações anteriores.
Para Bia, eles buscam mais prazer sozinhos. "Vejo que temos tratado a sexualidade com medo, de um jeito 'vou lidar com isso sozinho'. As pessoas estão mais distantes umas das outras. Temos esse acesso ao prazer rápido. E, apesar de eu achar isso interessante, principalmente falando sobre mulheres, que por muito tempo tiveram medo de explorar isso sozinhas, é algo que precisamos fazer diferente."
A cantora, entretanto, defende que essa geração tem mais autonomia para se expressar sexualmente. "Temos mais liberdade de ser o que a gente quer, e acho que não tem nada mais bonito do que isso", diz. "A gente perde de um lado, mas ganha do outro."
Ainda que "Pornografia Auditiva" se destaque nas vias do funk e do rap, Bia não se vê como funkeira ou rapper. Afirma que tem composições não lançadas no estilo MPB e aponta para os diferentes ritmos presentes no álbum. Gosta da alcunha "under diva pop", porque tem pretensões pop, mas ainda se vê como artista underground, de nicho.
No futuro, quer cantar mais sobre as paixões para além do sexo e também falar de erotismo de maneira menos explícita. Por enquanto, diz, tem dificuldade de desapegar da putaria — algo que, para ela, não é só entretenimento.
"A sexualidade também é um problema coletivo. E como a gente a trata também é um problema coletivo --principalmente como os homens veem isso", afirma. "O feminicídio é fruto do machismo, que vem da repreensão da sexualidade das mulheres. Falar sobre sexo é político."
Nisso está incluso não servir de marionete para uma indústria que sexualiza as mulheres para o prazer masculino. "Não é como se a indústria, que é comandada por homens, quisesse que eu enfiasse o dedo no cu deles, sabe? Ou quisesse um 'ménage' com dois caras --e os dois se 'comendo'. Não é como se eu estivesse cantando o que eles esperam que eu cante. Eles me querem submissa. Me querem como uma trabalhadora do sexo."
A Globo confirmou a produção da sequência de “Avenida Brasil” nesta terça-feira (8). A notícia foi compartilhada nas redes sociais da emissora. A TV Globo não forneceu mais detalhes em relação à novela, apenas revelou a data de estreia: 25 de janeiro de 2027.
A direção será de Ricardo Waddington, que foi contratado especificamente para ficar à frente do projeto de autoria de João Emanuel Carneiro. Nomes como Adriana Esteves, Murilo Benício, Juliano Cazarré e Cauã Reymond são vistos como certos no elenco, porém, não houve nenhuma comunicação oficial da emissora confirmando a informação.
Nomes como Isis Valverde e Vera Holtz ficarão de fora da sequência do clássico da televisão brasileira. Débora Nascimento também não reprisará seu papel, por ter assinado contrato para fazer parte do elenco de “Lá na Minha Terra”, próxima novela do horário das seis.
Salvador recebe uma das festas mais aguardadas pelos amantes do samba e do pagode. Estão abertas as vendas para a “Resenha do Mumu – Turnê 10 Anos”, que desembarca na capital baiana no dia 29 de novembro, com apresentação marcada no WET Eventos.
O show celebra uma década de história de um dos projetos mais queridos do cenário musical brasileiro. Ao longo desses 10 anos, a iniciativa já reuniu mais de 350 mil pessoas, consolidando-se pelo clima descontraído e pela forte conexão entre o artista e o público.
No repertório, o público poderá cantar junto os maiores sucessos da carreira do cantor, como “Fechadão com o Amor”, “Fulminante”, “Curto Circuito”, “Fala” e o clássico “Eu Mereço Ser Feliz”, prometendo uma noite repleta de grandes emoções e muita energia.
Os ingressos para o evento já estão disponíveis e podem ser adquiridos por meio da plataforma oficial de vendas, Baladapp.
A Vaquejada de Serrinha encerrou no domingo (6), reunindo milhares de pessoas no Parque de Vaquejada Maria do Carmo. Considerada uma das maiores e mais tradicionais festas do interior, a programação reuniu diferentes gerações e estilos da música brasileira e manteve o público em festa até o amanhecer.
“A Vaquejada de Serrinha já se consolidou como um dos maiores eventos do país e, ao longo dos anos, construiu uma história marcada pela presença de grandes nomes da música nacional”, afirmou Marcelo Britto, CEO da Salvador Produções, a realizadora do evento.
No primeiro dia de festa, a noite começou com Berg & Silvânia e seguiu com João Gomes, que recebeu Silvânia no palco para cantar, juntos, sucessos do forró. Logo depois veio Léo Santana, que começou a noite com “Laço de Fivela”, parceria com Oh Polêmico, além de trazer um repertório repleto de hits. Na sequência, a festa seguiu em ritmo acelerado com Xand Avião, que trouxe diversos sucessos. A festa seguiu com Toque 10 e, logo depois, Tarcísio do Acordeon subiu ao palco para trazer seu forró e piseiro. A festa finalizou com Herison Rocha, que foi responsável por encerrar a primeira noite.
Já o segundo e último dia de festejo começou com Fernandinha, que deu o pontapé inicial na programação, sendo seguida por Devinho Novaes, que assumiu o comando da noite. Nattan veio logo depois, trazendo sucessos como “Morena” e “Love Gostosinho”. Wesley Safadão chegou ao palco como um dos nomes mais aguardados da noite. O cantor transformou sua apresentação em uma verdadeira celebração, comemorando seu aniversário junto com o público e com sua esposa, Thyane Dantas, e os filhos, que subiram ao palco para o momento especial. A programação seguiu com Rey Vaqueiro, que cantou sucessos como “Eu Vou Jogar” e “Acalma o Meu Coração”. Depois foi a vez de Pablo subir ao palco, trazendo a sofrência e o arrocha para o público. A festa acabou com Netto Brito, com muito arrocha.
Durante os dois dias de programação, a Vaquejada de Serrinha transformou o Parque de Vaquejada Maria do Carmo em um grande ponto de encontro para os apaixonados por música, tradição e vaquejada.
Foo Fighters e Elton John incendiaram o Rock in Rio
Por Guilherme Luis | Folhapress
O Rock in Rio 2026 começou nesta sexta-feira, 4, com uma programação ora empolgante, ora pouco interessante. Apresentaram-se ao longo de quatro dias de evento as bandas Foo Fighters e Black Eyed Peas, o britânico Elton John, a cantora indie Laufey, além dos brasileiros Gilberto Gil, Luísa Sonza e Péricles.
O dia de estreia do festival foi encabeçado pelo Foo Fighters, que fez um show vigoroso, renovado com seu novo baterista, após uma passagem pouco memorável pelo país há três anos. Na sexta-feira tocaram também os grupos Rise Against e The Hives.
No sábado (5), o palco Mundo — o principal do evento — terminou liderado pela banda Avenged Sevenfold, que entregou uma apresentação bem menos eufórica que a da atração anterior, do grupo britânico Bring Me the Horizon, que incitou várias rodinhas de bate-cabeça. A chuva ajudou a derrubar o clima do evento.
O domingo reuniu shows do Jota Quest, que tocou Tim Maia, da banda americana Black Eyed Peas, que relembrou seus sucessos do passado, e do DJ Calvin Harris, que transformou o palco Mundo numa grande rave.
A segunda-feira de feriado terminou com um show emocionante de Elton John, que interrompeu sua aposentadoria para se despedir do país. Antes, o palco Mundo recebeu Gilberto Gil e Luísa Sonza, que cantou bossa nova para uma plateia esvaziada. No palco Sunset, se apresentaram a islandesa Laufey e os brasileiros Péricles e Roupa Nova.
O Rock in Rio volta na próxima sexta-feira, dia 11, e segue até domingo (13) com shows do grupo sul-coreano Stray Kids e das bandas Maroon 5 e Twenty One Pilots.
Nos dias 21 e 22 de novembro, na sala principal do Teatro Castro Alves (TCA), em homenagem ao Mês da Consciência Negra, o Balé Folclórico da Bahia (BFB) retorna com a montagem “O Balé Que Você Não Vê". No palco, o grupo de dança afro-baiana apresentará quatro coreografias: Bolero, de Carlos Durval; Okan, de Nildinha Fonseca; e 2-3-8, de Slim Mello, além de exibir o repertório clássico do grupo, com Afixirê, uma coreografia de Rosângela Silvestre reconhecida internacionalmente. Os ingressos já podem ser adquiridos pelo Sympla
Inspirado na luta diária de uma companhia profissional para se manter ativa, o espetáculo “O Balé Que Você Não Vê” teve sua estreia mundial em novembro de 2022, em Salvador, no TCA, após mais de dois anos sem se apresentar por causa da pandemia de COVID-19. “Tivemos uma curta temporada em Salvador e o público lotou o teatro nas três apresentações, estamos há quatro anos prometendo apresentar O Balé Que Você Não Vê de novo na nossa cidade”, lembra Walson (Vavá) Botelho, diretor geral e fundador da companhia que em 2026 completa 38 anos.
Zé Felipe e Virginia celebram aniversário de dois anos do filho em Goiânia com festa do Homem-Aranha
Por Redação
Virginia Fonseca e Zé Felipe se reuniram nesta segunda-feira (7) em Goiânia para a celebração do aniversário de dois anos do filho caçula do ex-casal, José Leonardo. O aniversário do pequeno é na terça-feira (8), mas a comemoração foi antecipada e ganhou uma festa inspirada no Homem-Aranha.
José Leonardo esbanjou simpatia enquanto vestia a fantasia do Homem-Aranha, enquanto as irmãs mais velhas, Maria Flor e Maria Alice, usaram vestidos inspirados na Mulher-Aranha.
A festa contou com uma decoração grandiosa, transformando o espaço em uma página de uma história em quadrinhos, e com diversas atrações infantis, como brinquedos infláveis, pula-pula e escorregadores. Leonardo, pai de Zé Felipe, não esteve presente na celebração, porém, João Guilherme e Poliana Rocha marcaram presença, assim como a mãe de Virginia, Margareth Serrão.
Lore Improta celebrou seus 33 anos com uma festa nesta segunda-feira (7) em Salvador, ao lado do marido, Léo Santana, dos filhos, Liz e Levi, e diversos convidados. A influenciadora fez aniversário no dia 1º de setembro. A comemoração contou com bolo de quatro andares, drinks temáticos e shows.
A dançarina compartilhou diversos registros em suas redes sociais. “Vocês acharam que eu não ia comemorar meu aniversário daquele jeito? Aqui só vai acabar quando a última música tocar! Todo mundo bem juntinho para celebrar minhas 33 voltas ao sol, sou abençoada demais”, escreveu Lore.
A festança contou com drinks autorais temáticos como o “Lorena Improta”, “Inimigos do Fim” e “Game Over”. Além disso, teve também um show da banda Filhos de Jorge.
O Festival Pelourinho Cultural é palco de dois shows gratuitos no dia 18 de setembro, levando música e diferentes expressões da cultura baiana para a Praça das Artes Mestre Neguinho do Samba, no coração do Centro Histórico de Salvador. A partir das 19h, o público poderá conferir as apresentações da cantora Larissa Luz e da banda Som do Timbal. O acesso é gratuito e está sujeito à lotação do espaço.
Nascida em Salvador, Larissa Luz é cantora, compositora e atriz e se destaca na cena contemporânea brasileira por uma trajetória marcada pela força cênica e pela mistura de linguagens. Ex-vocalista do Ara Ketu, a artista construiu uma carreira solo que já a levou a dividir palcos com nomes como Gilberto Gil e BaianaSystem, além de participar de festivais como Rock in Rio e Afropunk, em Salvador e Nova York.
A noite também conta com o Som do Timbal, projeto liderado por Cícero Menezes que tem como referência a força da percussão e do axé. A banda surgiu como uma homenagem à Timbalada, grupo que marcou a música baiana ao explorar novas possibilidades para os tambores, e atualmente apresenta releituras da música brasileira com uma identidade própria.