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Rafinha RSQ explica motivo para investir em carreira como cantor após produzir sucessos para Anitta, Léo Santana e outros

Por Bianca Andrade

Rafinha RSQ explica motivo para investir em carreira como cantor após produzir sucessos para Anitta, Léo Santana e outros
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O ano de 2026 marca uma virada de chave para Rafinha RSQ, que decide entrar de vez na carreira musical com o próprio nome. O produtor musical e compositor de hits da música brasileira resolveu dar voz ao garoto de 8 anos que se iniciou na música por meio de uma banda e que nunca deixou de sonhar com o próprio caminho.

 

Em entrevista ao Bahia Notícias, o produtor e compositor falou sobre o seu lado cantor com o projeto ‘Resenha do Rafinha’, que terá a primeira edição de 2026 na segunda-feira (12), no WET Salvador.

 

Para o artista, estar na música sempre foi um sonho, e os caminhos se mostraram outros para ele que não fosse o holofote em primeiro lugar, mas esta foi a forma que ele encontrou de conseguir se firmar para dar voz ao desejo latente de cantar.

 

“Eu sempre sonhei com isso desde molequinho, só que eu pensava em me estruturar. Eu falava assim, vou passar dez anos produzindo e compondo para todo mundo, criar uma fanbase bacana, da galera que curte meu som, minha vibe, e depois disso, que eu me sentir confortável, eu vou fazer meu lado artístico e me produzir como artista. E o momento chegou agora, depois de 12, 13 anos trabalhando para todo mundo”, conta.

 

Cidadão soteropolitano reconhecido pela Câmara de Salvador, o campista, nascido em Campo dos Goytacazes, no Rio, explicou que, apesar de ser fluminense, tem uma forte conexão com a música baiana, que o moldou desde muito jovem. Desta forma, Rafinha se enxerga como um artista misto, que gosta de misturar o pagodão com o pagodinho.

 

 

“Eu vim para Salvador e moro aqui há 15 anos. Só que eu sou do mundo. Eu já rodei países, o Brasil todo com o Léo na época do Parangolé. Fui pegando a cultura um pouco de cada coisa, mas minha vibe é totalmente Salvador. É totalmente baiano, meu trabalho é essa mistura do pagodinho com o pagodão.”

 

O artista conta que o samba surgiu na vida dele através do avô e o pagode baiano veio quando ele decidiu que iria se dedicar a música de forma profissional: “Ele fazia parte dos pagodes de Xerém, com Zeca Pagodinho, meus tios cresceram nesse meio e eu cresci com o samba no coração. Só que depois que conheci o pagodão, meu coração ficou dividido e eu falei, velho, preciso juntar essas duas coisas”.

 

E o trabalho de Rafinha como cantor é apresentado ao público através do ‘Resenha do Rafinha’, que surgiu como uma brincadeira e foi crescendo, se transformando na primeira label. 

 

“A Resenha do Rafinha surgiu literalmente da ideia de querer resenhar com meus amigos, eu queria fazer uma parada aleatória que eu pudesse ter para minha vida inteira, onde eu pudesse chamar convidados, amigos, e é uma parada de viver momentos que eu curta com quem eu gosto, independente da questão comercial.”

 

Ao ser questionado se o trabalho como produtor e compositor ajudou ele a entender a cena e a se colocar como artista, Rafinha afirmou que foi um fato determinante para ele decidir qual caminho seguir.

 

“Eu ser produtor acho que ajuda 100% no meu conceito musical. Ter trabalhado com grandes artistas me ajudou muito nessa fase, porque eu vivi muito nos bastidores e consegui entender o que eu quero fazer, o que posso evitar porque pode dar errado. Mas sei que a minha história não vai ser a mesma que a dele, mas isso ajuda demais. Eu não posso ser hipócrita e dizer que não facilita, mas ainda tem um caminho a seguir.”

 

Para 2026, Rafinha garante que, apesar de investir na carreira como artista, não deixará seu lado produtor e compositor de lado. “Não vou parar de produzir, não vou parar de escrever para artistas. Eu continuo fazendo isso, mas dei uma pausa para focar em mim um pouco. E vou seguir, tentando conciliar isso até quando Deus permitir”.

 

O cantor, produtor e compositor afirma ainda que seus planos, apesar de serem ambiciosos, não são impossíveis de se conquistar. “Eu não tô preocupado em ter que fazer sucesso, eu quero estar feliz e fazer quem escutar minha música feliz. Quero que as pessoas sintam boas vibrações. Independente do sucesso”.