Chico Kertész sente 'menos interesse' no Axé, mas crê que renovação pode reverter crise
Por Júnior Moreira Bordalo / Ian Meneses
Chico Kertész pode ser considerado um profissional multitarefas, até porque ele mesmo diz que “não dá para ser uma coisa só”. Além de sua apresentação diária no Jornal da Cidade, na Rádio Metrópole, o empresário também se dedica à área audiovisual. Com sua produtora Macaco Gordo, Chico tem trabalhado com filmes documentários e também está por trás da criação e execução de clipes de artistas como Claudia Leitte, Denny Denan, Daniela Mercury e Harmonia do Samba.
Chico K., como também é conhecido, tem se empenhado nos últimos anos em trazer de volta ao público a importância que o Axé Music tem para a vida dos baianos e como o movimento marca a cultura brasileira. “Eu percebi, um dia, que não era possível que até hoje ninguém fez isso, uma história que é tão rica”, diz Chico ao pensar na criação do filme documentário “Axé – Canto do Povo de um Lugar” (2017).
Dar espaço a este universo que não se resume somente ao Carnaval provocou nele uma dualidade de perspectivas com o futuro do Axé. Por um lado, ele confessa que às vezes tem “a sensação de que as pessoas estão menos interessadas”, por outro, mantém esperanças de que “tem um ciclo vicioso ruim que precisa ser corrompido”, para assim dar “oportunidade aos novos” e “botar a galera para tocar”. Clique aqui e veja a entrevista completa na Coluna Holofote.
