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Marca Bahia Notícias Holofote

Curtas do Poder

Curtas e venenosas

Por Natalia Comte

Curtas e venenosas

*Preciso confessar que acho revigorante esse momento logo após o Carnaval;

 

*É um marasmo que toma conta da vida do pessoal do axé;

 

*Tipo um choque de realidade após uma agenda minimamente movimentada em alguns dias, sabe?;

 

*O Carnaval para eles é um período tão atípico que conseguem, por exemplo, divulgar a agenda de shows sem ser uma vergonha;

 

*Tentei buscar na memória e falhei... não lembro a última vez que a própria artista pegou a virose do Carnaval;

 

*Nada como estar solteira, não é, minha gente? Ninguém sai ileso;

 

*Dito isso, o único nome possível para a virose do ano é Vampirose;

 

*Mesmo não sendo, nem de perto, a minha música preferida da folia;

 

*Porém, menina, nunca vi uma virose assim que causa até machucado no rosto;

 

*Os dentes dos vampiros são poderosos mesmo, né?;

 

*Curioso é que Mainha estava dias antes com Dani Cady circulando pelos arredores de Praia do Forte;

 

*Mas também é aquela coisa: quem fica brigando após divórcio é pobre;

 

*Bom, apesar disso, o fato é que Bagaceira desbancou Mainha ao menos uma vez: ganhou o prêmio de Melhor Música por uma revista aí;

 

*Tudo bem que é uma premiação que pouca gente sabia da existência;

 

*Sem falar que é uma música que só ela cantou;

 

*Porém, não podemos negar que se tratando de folia, a canção tem de fato a cara do carnaval;

 

 

*Falando nisso, após ficar alguns dias brigando sozinho, Toninho Salles decidiu fazer uma declaração para Mainha;

 

 

*Até porque é preciso limpar a barra para tentar seguir com um ano minimamente aceitável;

 

*O Velho Durval que ninguém viu nesta folia apareceu de vampirinho;

 

 

*Por isso, nessa briga toda, ficamos com os ensinamentos de Robyssão;

 

 

*Enquanto isso, a Scheilinha Melo decidiu não mais se calar e saiu militando pelo fim da rivalidade feminina;

 

 

*Quem me conhece sabe que esse sempre foi um lema meu aqui. Sempre;

 

*Menina, não sei qual foi a surpresa do pessoal ao ver essa foto;

 

 

*Até onde sei, é uma regra natural: cantor de pagode/samba tem que se envolver com mulher branca;

 

*É assim desde os primórdios da humanidade. Os discípulos aprenderam direitinho aí;

 

*Afinal, miscigenar sempre foi a ordem natural do Brasil;

 

*Inclusive, um fruto desse processo desabafou esses dias sobre não ter sido acolhida pelo público LGBTABCDEFGHI+;

 

*Camillynha, deixa Titia te ensinar mais uma coisinha: você passou muito tempo morando nos EUA e esqueceu como tudo funciona por aqui, mas o mundo é cruel, tá?;

 

*Agora que tu regressaste para as terras tupiniquins, talvez aprenda de vez a sobreviver nas covas das leoas; 

 

*E fiquei envolvida na sequência de desabafos da mini diva, dizendo que não é nepo baby e tal e que os pais trabalharam uma vida toda para ela ter o que tem;

 

*De fato, quem não lembra de ver frequentemente o Xanddynho assim com o Gugu;

 

 

*Não por acaso viraram até compadres... cala-te boca;

 

*Que o Tiago Iorc despirocou desde que teve aquele primeiro sumiço não é novidade;

 

*Mas que rolê aleatório ele no palco com Timbalada na ressaca de carnaval;

 

*Daqui a pouco, Cacique Brown o título de #NegoMoreno para ele;

 

 

*Bom, comecei dizendo do marasmo da fase atual dos cantores de axé, mas o mesmo não posso dizer dos sertanejos/forrozeiros de apê;

 

*Eles já começaram a mandar seus recados buscando um espacinho nas prefeituras por aí; 

 

 

Saiba quem são as personalidades citadas aqui:

 

Mainha                                        Ivete Sangalo
Bagaceira                                   Cláudia Leitte

 

*Mandem sugestões de curtas para o Sabe o que eu acho? Ou me procurem no Facebook e Instagram: Natália Comte. Para os desesperados, tem a opção de falar comigo pelo e-mail [email protected]