Curtas e Venenosas da Semana - Natalia Comte - 22/02/2013
* Tenho alguns motivos para duvidar da veracidade do suposto (e suspeito) boato de que a desconhecida do público não-baiano Leo Kret participaria da nova edição de A Fazenda (clique aqui e veja).
* Mas, acima disso, tenho uma dúvida: que banheiro a ex-vereadora usaria para fazer suas necessidade? Aqui na Câmara, ela usava o feminino.
* Aliás, o reality só pega o que há de melhor na Bahia: lembram que o Compadre Washington já fez participação no programa?
* Ivete virou ACM da música baiana: quer todo mundo debaixo das suas asas. Já foi Saulo, agora Peixe, Filhos de Jorge e, provavelmente, Alinne Rosa. Daqui a pouco vão até os filhos de Bell.
* Devo dizer que continuo sem entender certas coisas na Bahia. Uma delas é Peixe. Canta bem, compõe bem e é bem articulado. Mas nada, nada e nada.
* Outro grupo que nunca vai pra frente é o Batifun. Alguém ajuda os meninos a sair da fase barzinho? #dáumaforçavai
* Ildes Jr., nosso Peter Pan-mor, nessa briga toda com o axé music, me faz vir à cabeça nada mais, nada menos que o Pedro de Lara. Nunca mais chamo ele de Peter Pan. Quero sugestões de quem seria a nossa Aracy de Almeida.
* Será que foi só o Psirico que recebeu verba da Saltur esse ano? (clique aqui e veja) Na próxima semana, divulgo uma lista das bandas beneficiadas por Jonga Cunha antes de ele sair da pasta.
* Por falar em Jonga, se alguém souber de uma vaga de percussionista, dá um toque para o rapaz. O Roda Baiana, que ele apresentava na rádio do Doutor Mario, também acabou. Outro dia, eu estava na Avenida Sete e presenciei uma cena triste. (clique aqui e veja)
* Um aviso pra quem não está desempregado: Gilson, agora que o carnaval acabou, senta na uma ilha de edição e finaliza esse DVD da Timbalada! Você já descansou por mais de um ano.
* Imagina Preta Gil no Medida Certa (clique aqui e veja). A audiência do Fantástico, que já não anda boa, vai diminuir tanto quanto o peso da primeira-filha do 2222.
* Enquanto todo mundo chora as perdas carnavalescas, uma notícia inacreditável: a Patchanka vai voltar. Não devia nem ter vindo pela primeira vez.
* Enquete: quem é/foi pior, Patchanka ou aquele outro clone do Chiclete, o Chicabana?
* Acho que a pessoa que mais gastou dinheiro no Carnaval de Salvador foi Manoel Castro, da Pequeno Notável. Fez de tudo para emplacar Mari Antunes, a menina do Babado Novo. Ela saiu na capa da revista Contigo!, em outdoor, vinheta da Globo FM na TV Bahia tinha 10 execuções diárias na Transamérica - como, eu não sei. Mesmo assim, não passou do morno. Pior, do frio. Do gelado.
* Muito difícil admitir, mas gostei do entendimento de Joaquim Nery, o professor Quinho, sobre o carnaval de Salvador. Em outras palavras, é o que Caetano disse no artigo que fez para O Globo. Aliás, o atual carnaval tem quatro grandes pensadores: o professor, Cassio Franco (do Eva), Ricardo Lellis (do Asa) e Cristóvão Rodrigues.
* Outra ideia que também gostei é a inversão do circuito Osmar. Os trios sairiam da Castro Alves e terminariam no Castro Alves, e os camarotes ficariam no Campo Grande. As piriguetes de salto alto e barriga de fora seriam transferidas da Barra-Ondina para lá.
* Quem veio com uma presepada foi João Jorge, um dos que mais recebem patrocínio no carnaval, que se queixou que o Afródromo é segregação. Brown tem a ideia de organizar o desfile de blocos afro (e dar espaço aos blocos pequenos em pé de igualdade com os maiores), o governo apoia, a prefeitura apoia, a mídia apoia, e ele vem tentar jogar um balde de água fria no projeto.
* Será que a rainha do carnaval estava com medo de levar tiro nas costas depois das peripécias que aprontou nos bastidores? Soube que ela andou traindo a confiança de alguém da Rede Bahia. Tiro não tomou, mas a broca do dançarino foi até bem feita.
Agora vou para a praia, aproveitar o resto do verão e ficar queimadinha antes do início do outono. Um beijo pra quem fila hora de trabalho pra ler as curtas. Mandem sugestões para o Sabe o que eu acho? ou me procurem no Facebook: Natália Comte.
