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Travelling

Davidson pelo Mundo: Micronações, grandes destinos turísticos!

Por Davidson Botelho

Davidson pelo Mundo: Micronações, grandes destinos turísticos!

Tamanho não é documento. Essa máxima se aplica perfeitamente quando estamos falando de destinos turísticos. Micronações ou microestados são destinos maravilhosos para turistar, independentemente dos objetivos. São destinos ricos em história, cultura, gastronomia, beleza, são seguros e, na grande maioria, são baratos, pois costumam ser paraísos fiscais e, assim, ainda há a possibilidade de boas compras. Em termos geopolíticos, microestado é um Estado independente territorialmente muito pequeno, que, em sua maioria, também é pouco povoado. Atualmente, dos 204 países do mundo, 24 se classificam como microestados. Com exceção do Vaticano, todos os demais encontram-se em regiões exclusivas de montanhas ou ilhas. E, com exceção de Singapura, todos possuem menos de um milhão de habitantes.

 

Os mais economicamente importantes são: Singapura, o microestado mais populoso do mundo, uma pequena ilha ao sul da Malásia com mais de cinco milhões de habitantes; Mônaco, um enorme bairro de 33 mil habitantes, à beira do mar Mediterrâneo e aos pés dos Alpes, na França; Vaticano, um quarteirão murado de 900 habitantes na cidade de Roma, na Itália, é sede da Igreja Católica Apostólica Romana, sendo o menor país do mundo tanto em área quanto em população; São Marinho, um conjunto de pequenas vilas medievais de 30 mil habitantes, no topo do monte Titano, também na Itália, mas numa área rural, e não encravada em uma cidade, como o Vaticano; Liechtenstein, um principado de castelos e vilas medievais de 35 mil habitantes, numa região de difícil acesso dos Alpes, entre a Áustria e a Suíça; e Bahrein, um pequeno sultanato islâmico formado por 33 ilhas, situadas no meio do Golfo Pérsico.

 

Os estados soberanos estão localizados nas seguintes regiões do globo: sete na Oceania, sete na América Central, seis na Europa Ocidental, dois no Oceano Índico, além do Bahrein no Oriente Médio, e Singapura no Sudeste Asiático. Os seis microestados da Europa são: Malta, Andorra, Liechtenstein, São Marinho, Mônaco e Vaticano. Com exceção do Bahrein, todos esses países têm sua economia baseada no turismo, com um pequeno apoio da agricultura e pesca. Também oferecem à sua população um elevado Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), de 7 a 9 pontos (em uma escala adaptada de 0 a 1, para 0 a 10).

 

A maioria dos micropaíses constituiu-se por iniciativa e luta de povos que, ao longo da história, buscaram o reconhecimento de sua autenticidade cultural e de sua soberania, ainda que em reduzido espaço territorial. Muitas dessas nações conquistaram sua independência a partir da década de 1960, com o processo de descolonização europeia na África, na Ásia, na Oceania e na América Central. Atualmente, a Organização das Nações Unidas (ONU) reconhece a soberania de 24 micropaíses. É possível afirmar que o padrão de vida da população da maioria dos micropaíses é bom, pois eles apresentam um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) que varia de médio (0,500 a 0,799) a elevado (0,800 e mais). Vários micropaíses ocupam posição de destaque no cenário contemporâneo mundial, por sua importância econômica, política, cultural ou ambiental.

 

Singapura, no Sudeste da Ásia, por exemplo, é um país altamente industrializado, produtor de tecnologias avançadas, centro financeiro e portuário e tem PIB superior ao de países como Chile e Uruguai juntos. O Bahrein é um importante produtor de petróleo na região do Oriente Médio, com grandes refinarias e petroquímicas. Andorra, Liechtenstein e São Marinho, na Europa, são verdadeiros patrimônios da humanidade porque reúnem construções da Idade Média de grande valor histórico e artístico. Quiribáti, Palau e Tonga, no Oceano Pacífico, estão assentados sobre atóis coralígenos, cuja preservação é imprescindível para o equilíbrio do ecossistema marinho de todo o planeta.

 

Um excelente programa é fazer um roteiro dentro da Europa e visitar micronações. Aqui estão minhas dicas para esse roteiro, que poderá ser feito de carro, trem, avião e barco, e a vantagem é que, em 15 dias, será possível conhecer 8 grandes destinos:

 

MÔNACO
Apesar de parecer uma cidade, Mônaco é um principado e esbanja luxo e elegância. Point dos endinheirados, o destino, com suas praias paradisíacas e águas cristalinas, está na rota da famosa Riviera Francesa. Não é para menos que a beleza da cidade impressiona qualquer um. Não deixe de visitar o Palácio do Príncipe de Mônaco com seus incríveis mirantes.

 

LUXEMBURGO
Luxemburgo é outro lugar que parece um conto de fadas – talvez por ser terra de tantos duques e duquesas. O país é considerado um dos menores e mais ricos de toda a Europa, tudo isso somado às suas belezas e paisagens. O ideal seria dedicar dois dias ao destino, mas, caso você tenha somente um, não deixe de percorrer as ruas ao redor da Place Guillaume II.

 

ANDORRA
Andorra é aquele destino que tem de tudo um pouco e agrada a todos os tipos de turistas. Localizado entre a França e a Espanha, o pequeno país tem características que mais representam a Suíça e a Catalunha, até pelo idioma. Com visual medieval e centros de esqui badalados, é um destino bem procurado. Durante o inverno, suas estações de esqui costumam "ferver" de aventureiros, já que sua temporada de neve costuma durar muito tempo.

 

VATICANO
Considerado o destino mais católico de todo o mundo, o Vaticano é o lar do Papa – chefe da Igreja Católica – e abriga um verdadeiro museu a céu aberto. Com 44 hectares (0,44 km²) e menos de 1.000 habitantes, ele é considerado o menor país do mundo, tanto em tamanho quanto em população. É difícil não se arrepiar ao entrar na Basílica de São Pedro e ao se deparar com as pinturas de Michelangelo na Capela Sistina.

 

SAN MARINO
No meio da Itália, o estado independente de San Marino possui pouco mais de 30 mil habitantes espalhados numa área de 64 quilômetros quadrados. O estilo medieval das construções e o centro histórico que fica no topo de uma colina atraem milhares de turistas. As Três Torres são um símbolo de San Marino: Guaita, construída no século 11; Cesta, do século 13; e Montale, no século 14. As duas primeiras estão abertas à visitação e revelam uma vista surpreendente.

 

MALTA
A 90 km da Sicília, na Itália, fica a Ilha de Malta. Banhada pelo Mar Mediterrâneo, o destino está cada vez mais famoso entre os exploradores e amantes de paisagens incríveis. Com apenas 400 mil habitantes, o local conta com praias paradisíacas e paisagens de tirar o fôlego. Não tem como não se apaixonar: o clima do Mediterrâneo se mistura com vielas e edifícios históricos, criando o cenário perfeito para quem quer ter férias inesquecíveis.

 

 

LIECHTENSTEIN
O pequeno principado de Liechtenstein, entre Áustria e Suíça, é um dos lugares mais encantadores do mundo. Parte disso se dá por sua localização: aos pés dos Alpes Suíços, transformando o vilarejo com sua paisagem estonteante. Governado por uma família real, Liechtenstein pode ser percorrido até de bicicleta em menos de um dia! Ou seja, ideal para conhecer um lugar novo sem exigir muito de suas férias.

 

 

GIBRALTAR
Gibraltar é um território britânico que fica no sul da Península Ibérica – e é um pequeno país que tem apenas 6,8 quilômetros quadrados de área. A topografia é uma das atrações, assim como um teleférico que leva para o topo da rocha e garante uma vista incrível. O estreito é uma separação natural entre o Mar Mediterrâneo e o Oceano Atlântico, e entre dois continentes: Europa e África!

 

Nos pequenos frascos é que existem as melhores fragrâncias, assim, não escolha seu destino de viagens pelo tamanho e sim pelo conteúdo. Essa é uma boa dica: viaje para esses destinos grandiosos.

 

Boa viagem!