Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Hall
Você está em:
/
/
Social

Notícia

Bia Machado ganha destaque na Nordestesse por joias inspiradas em símbolos da fé baiana

Por Redação

Bia Machado ganha destaque na Nordestesse por joias inspiradas em símbolos da fé baiana
Fotos: Reprodução / Instagram / Bia Machado

A empresária Bia Machado, fundadora da joalheria autoral que leva seu nome, foi o destaque da Nordestesse na última sexta-feira (27). A plataforma tem como proposta fomentar e dar visibilidade a criativos do Nordeste, reunindo histórias e trajetórias ligadas à produção cultural e ao empreendedorismo na região.

 

Administradora de formação, Bia sempre esteve em contato com o ambiente da joalheria. A família é responsável pela HE Joias, marca que vem atuando há aproximadamente 33 anos em Salvador. “Nunca tive outra profissão. Cresci na oficina da empresa, envolvida no criativo, mas também gosto do comercial”, explicou ela à Nordestesse.

 

Em 2019, decidiu seguir caminho próprio e lançou a Bia Machado Joias, desenvolvendo peças que transformam símbolos tradicionais da Bahia em amuletos para serem usados no cotidiano.

 

A marca ganhou atenção ao fabricar o colar que reproduz o pingente da Igreja do Senhor do Bonfim. Depois vieram referências à Igreja de Sant’Ana, no Rio Vermelho, à Casa de Iemanjá e a elementos que dialogam com a fé católica e as religiões de matriz africana, como santos, anjos barrocos e orixás.

 

A consolidação da grife teve início a partir de uma encomenda especial, em 2019, quando Bia criou um pingente em homenagem a Irmã Dulce, canonizada pelo Papa Francisco naquele ano. “Achava que ia lançar essas joias e pronto”, disse Bia, que, após a peça fazer sucesso, decidiu reproduzir mais 15 unidades e lançar uma coleção.

 

Produzidas com ouro 18k reciclado e madeira de demolição, as joias seguem processo artesanal e podem levar até três meses para ficarem prontas. Hoje, quatro mulheres participam das etapas de produção, sob direção criativa da empresária. “A ideia é sempre usar o que pode ser reaproveitado”, reforçou.

 

As peças recebem camada de verniz para maior durabilidade, embora a marca não recomende exposição prolongada à água ou contato com produtos químicos. Apesar da expansão da demanda, Bia mantém a produção limitada. “Não se criam amuletos em série”, advertiu.

 

Siga o @bnhall_ no Instagram e fique de olho nas principais notícias.