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Bahia se prepara para ser grande polo de moda criativa do Brasil, afirma executivo da C&A

Por Alexandre Brochado

Bahia se prepara para ser grande polo de moda criativa do Brasil, afirma executivo da C&A
Foto: Kaique Telles

Para o diretor do Instituto C&A, Gustavo Narciso, a Bahia está se preparando para ser um grande polo de moda criativa do Brasil. Em entrevista ao BN Hall, o executivo revelou que, em breve, parcerias entre o Instituto C&A e marcas baianas serão estabelecidas. 

 

“O momento que estou hoje é muito feliz porque talvez estejamos prestes a lançar um grande projeto com estilistas baianos que já trabalharam conosco no Instituto C&A dando mentoria, trocando conhecimento com empreendedores que apoiamos. Então estou falando do Pedro Batalha e do Hisan da Dendezeiro, da Carol Barreto, que já trabalhamos aqui e que trazem Salvador e a Bahia [em seus trabalhos]”, declarou. “[...] Já trabalhamos com Izac Silva, fizemos trabalho também com a Santa Resistência, estamos nos aproximando dos meninos do Ateliê Mão de Mãe para fazer projetos com eles ao longo dos próximos anos. Tem um movimento na Bahia muito legal que conversa com o nosso movimento atual, que é um movimento de moda. Um movimento que está em conversa com o negócio e que dialoga com as raízes brasileiras e com as reivindicações sociais que estão muito presentes no dia a dia”, afirmou. 

 

Gustavo entrou no Instituto como gerente e depois de um ano passou a assumir a direção. Segundo o diretor, ele se considera um ativista corporativo. “Tento utilizar da potência e do tamanho que a C&A tem no mercado, trazendo e colocando causas sociais que acredito", disse o diretor.

 

Segundo o executivo, para que as marcas consigam sobreviver no mercado e estar presentes na vida das pessoas elas precisam de comportamentos que olhem para o interesse público, assim se colocando em um lugar de empresas desejadas. O diretor do Instituto C&A ressalta ainda que com seu cargo ele tenta trazer pessoas que não são vistas, e que muitas vezes são negligenciadas, para o processo de ideia da empresa.

 

“Hoje somos um instituto que faz filantropia corporativa no Brasil a mais de três décadas, e sob a minha gestão começamos assumidamente a trabalhar com o tema da inclusão produtiva no Brasil, ou seja, na moda. É um instituto que está apoiando o empreendedor de moda autoral no Brasil e que facilita a jornada de carreira  das pessoas que querem entrar no mundo da moda por meio do trabalho formal”, destacou.
 

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