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Consultor baiano fala sobre estratégias de posicionamento de marcas no mercado

Por Alexandre Brochado

Consultor baiano fala sobre estratégias de posicionamento de marcas no mercado
Foto: Belle Quintas

O baiano Wil Machado, consultor e assessor de comunicação, explica que as redes sociais são uma ferramenta importante para determinar as estratégias de marketing e posicionamento das empresas para atingir o seu público-alvo. Ao BN Hall, ele falou sobre o início da sua trajetória e citou alguns pontos chaves para que as marcas obtenham maior presença no mercado.

 

Entre as atividades desempenhadas ainda na faculdade, Wil trabalhava com um projeto de fotografia com uma amiga, que utilizava para construir portfólio. “Me indicaram uma modelo e essa menina iria fazer fotos para portfólio, desse projeto olhei para ela e perguntei se ela já pensou em ser influenciadora digital e ela topou na hora e me ofereci para ser assessor dela. Iniciei minha vida [no segmento] dizendo: ‘prazer, eu sou seu assessor’. Penso até em um dia lançar um livro com esse título, um projeto meu para o futuro contando toda minha história”, contou. 

 

Durante três anos o consultor desempenhou trabalho de assessoria com influenciadores digitais, mas atualmente ele se dedica a marcas. “Atualmente eu tenho minha empresa, a Wil Machado assessoria criativa, temos dentro dela vários serviços em que atendemos várias empresas, como por exemplo redes sociais, e tentamos até nas redes sociais fugir do óbvio, inclusive não usamos o termo social media, usamos o termo assessoria criativa para redes sociais”, destacou. 

 

De acordo com Wil, a maneira em que uma marca se posiciona nas redes sociais demonstra o propósito. O consultor explicou que a presença na internet gera maior visibilidade, autoridade nos assuntos relacionados ao produto e ainda ressalta que a humanização do conteúdo é importante para não apenas gerar engajamento, mas tornar aquela rede social uma comunidade através da proximidade e do conteúdo criado. 

 

Para as marcas terem uma boa relação com o seu público-alvo, Wil diz que é essencial que a empresa trace estratégias para atuação de contato com os clientes. Como erro comum, ele cita a “robotização do conteúdo”, que são aqueles perfis que são baseados mais em cards do que em uma produção humanizada. 

 

“É preciso que as marcas sejam menos mecânicas, não é porque o meu feed hoje é de autopeças, por exemplo, que as minhas publicações não podem ser reais. Por que não se pode construir uma vídeo falando sobre a peça de maneira diferente? [...]”, apontou. “As redes sociais são compostas por pessoas, e pessoas não são robôs. Elas existem e têm estilos de vida, é preciso parar para analisar e pesquisar o perfil do consumidor da página como ele se comporta”, afirmou. 

 

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