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Baianos integram lista 50 Over 50 da Forbes Brasil que destaca trajetórias de sucesso

Por Redação

Baianos integram lista 50 Over 50 da Forbes Brasil que destaca trajetórias de sucesso
Fotos: Divulgação | André Carvalho / BN Hall

A Bahia ganhou destaque na edição 2026 da lista 50 Over 50, da Forbes Brasil, com representantes reconhecidos por suas trajetórias de impacto em diferentes áreas. Entre os nomes selecionados estão a influenciadora Wladia Góes e o artista visual Ayrson Heráclito, que figuram entre os profissionais homenageados pela publicação.

 

O ranking reúne personalidades com mais de 50 anos que continuam exercendo influência em seus segmentos ou que encontraram novos caminhos de sucesso após essa fase da vida. Nesta edição, a Forbes Brasil destacou 51 nomes, incluindo uma dupla contabilizada como uma única entidade, distribuídos em dez categorias.

 

Na categoria Influenciadores, a soteropolitana Wladia Góes, de 50 anos, foi reconhecida pelo trabalho desenvolvido nas redes sociais, onde produz conteúdos voltados à moda, bem-estar, autoestima e autoaceitação para mulheres maduras. Comunicadora e produtora de moda, ela se tornou uma das principais vozes brasileiras quando o assunto é representatividade feminina na maturidade.

 

”Integrar a lista Forbes 50 Over 50, uma das mais relevantes celebrações do impacto e da liderança de pessoas que continuam a transformar suas áreas após os 50 anos é um luxooo!”, afirmou a baiana em um post no Instagram.

 

Outro baiano presente na lista é o artista visual Ayrson Heráclito, homenageado na categoria Artes. Professor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), ele desenvolve, desde a década de 1980, uma pesquisa dedicada às matrizes africanas da cultura brasileira.

 

Reconhecido internacionalmente, Ayrson construiu uma produção que transita entre instalações, performances, fotografia e vídeo, tendo obras em importantes instituições como o Museu de Arte do Rio (MAR), o Museu Reina Sofía, em Madri, e o Museu Guggenheim, em Nova York. Também é um dos poucos artistas brasileiros a ter performances incorporadas ao acervo da Pinacoteca de São Paulo.

 

Ogã da nação Jeje-Mahi, o artista costuma aproximar arte e religiosidade em seus trabalhos. Em entrevista à Forbes Brasil, afirmou que compreende sua produção artística como uma forma de oferenda.

 

"Penso o fazer artístico como oferenda, e tento levar para os museus e outros espaços uma concepção de arte que não chegue apenas pela visualidade e pela racionalidade, mas que funcione como uma tecnologia de conexão das pessoas às divindades", declarou.

 

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