Projeto ‘Na Bahia também tem empreendedoras da lei’ é lançado nesta semana
O projeto “Na Bahia também tem Empreendedoras da Lei” foi lançado no estado nesta quarta-feira (15), em Feira de Santana, e terá um evento celebrado em Salvador nesta quinta-feira (160, às 19h, no CEO Salvador Shopping, localizado na Av. Tranquedo Neves.
A iniciativa foi idealizada pela advogada e empreendedora Gabriela Barreto, com objetivo de dar lugar de fala a todas as mulheres, empreendedoras, juristas, que impactam e inovam em suas áreas de atuação.
“O projeto foi idealizado por mim, em que eu utilizei a minha rede de relacionamento do meu quadro de entrevistas do meu podcast de entrevista ‘De Frente com Gabriela Barreto’ e eu tive acesso a grandes personalidades, não só do direito, como também do empreendorismo e inovação. A partir disso montamos uma piloto nacionalmente, conseguimos o depoimento da Luiza Trajano, dona da Magazine Luiza, o prefácio do Natanael Oliveira, que é um estrategista de negócios digitais, além de outras grandes personalidades, como Cristina Castro, que é a idealizadora da primeira robô negra que auxilia mulheres e meninas em casos de violência doméstica", esclareceu Gabriela Barreto.
O programa teve ascensão e lançamento presencial em São Paulo no mês de outubro deste ano, bem como previsão para o ano de 2022 que os trabalhos se expandam na Europa, Argentina, além de regionalizar os estados do Brasil como Ceará, Sergipe, Minas Gerais já em andamento das atividades.
Sobre como funciona o processo de relacionamento com as mulheres que fazem parte do projeto, Gabriela conta que busca uma coordenação que tenha uma rede de influência nacional. “Após isso, buscamos as mulheres cases de sucesso para abrilhantar a obra, e as pagantes passam por uma triagem de posicionamento social, de trabalho no mercado, e logo depois fazemos o convite ou essas pessoas mesmo entram em contato conosco”, explicou. “Na verdade estamos construindo uma família de mulheres diferenciadas do mundo e que inovam dentro do âmbito do empreendedorismo juridico”, concluiu.