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Taxista é preso após tentar cobrar R$ 3,4 mil de turistas alemães por corrida de cerca de R$ 40
Por Redação
Um taxista foi preso em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, após tentar cobrar R$ 3,4 mil de um casal de turistas alemães por uma corrida estimada em cerca de R$ 40.
O caso aconteceu na Avenida Atlântica e foi atendido por equipes do 19º BPM.
Segundo a Polícia Militar, os turistas denunciaram a cobrança abusiva feita por meio de máquina de cartão. Após a abordagem, o motorista foi encaminhado para a Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat).
De acordo com a Polícia Civil, o homem foi autuado em flagrante por estelionato. O caso foi encaminhado à Justiça.
A identidade do suspeito não foi divulgada pelas autoridades.
Homem é preso após matar e esquartejar primo da esposa em SP; suspeita de assédio é investigada
Por Redação
Um homem de 20 anos foi preso após confessar à Polícia Militar ter matado um parente da esposa no município de Amparo, no interior paulista, no sábado (23).
Segundo relato do suspeito à polícia, o crime ocorreu após uma discussão envolvendo a vítima, identificada como primo da companheira dele. O homem afirmou que ouviu gritos da esposa dentro da residência e entrou em luta corporal com a vítima.
De acordo com o depoimento, a mulher teria relatado episódios anteriores de assédio e abuso envolvendo o parente.
Após o crime, o suspeito também confessou ter ocultado o corpo da vítima. O caso é investigado pela Polícia Civil, que apura as circunstâncias e a motivação do homicídio.
Jairinho e Monique voltam a júri por morte de Henry Borel nesta segunda (25)
Por Bruna Fantti / Folhapress
O julgamento do caso Henry Borel começa nesta segunda-feira (25), às 9h, no Rio de Janeiro, cinco anos após a morte do menino de 4 anos, ocorrida em março de 2021. Serão julgados o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, padrasto da criança, e a mãe de Henry, Monique Medeiros. A sessão acontece após uma sequência de recursos da defesa de Jairinho para tentar adiar o júri, todos rejeitados.
"Monique é inocente e será absolvida", disse seu advogado, Hugo Novais. "Uma mãe que teve seu filho assassinado pelo homem que dormia ao seu lado, mas que infelizmente não teve tempo para enxergar o ciclo de violência no qual vivia poderia atingir seu maior amor, o pequeno Henry", afirmou.
O defensor comparou o caso de Monique ao de Ângela Diniz, socialite morta em 1976 pelo companheiro. No primeiro julgamento, ele foi condenado a apenas dois anos após a defesa alegar "legítima defesa da honra". A decisão gerou revolta e impulsionou a campanha 'Quem ama não mata'. "Esse julgamento também será uma mudança de paradigma social", disse Novais.
O advogado de Jairinho, Rodrigo Faucz, afirmou que espera um julgamento justo. "Baseado exclusivamente nas provas do processo e não no que a acusação tem divulgado nos últimos cinco anos.
De qualquer maneira, esse julgamento ocorrerá, pois a defesa respeita as decisões judiciais. No entanto, uma vez que não tivemos acesso a todas as provas, esse julgamento certamente será anulado caso o Jairo seja condenado", disse.
Na semana que antecedeu o julgamento, o Superior Tribunal de Justiça negou, por unanimidade, um recurso da defesa do ex-vereador que pedia a anulação de um laudo pericial elaborado durante a investigação.
Dias antes, a 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro também negou outro pedido da defesa, que tentava suspender o julgamento sob a alegação de falta de acesso integral ao conteúdo de um notebook apreendido durante as investigações. O desembargador Joaquim Domingos de Almeida Neto considerou que não havia ilegalidade ou urgência que justificasse o adiamento e ressaltou que a fase de produção de provas já havia sido encerrada.
O júri desta segunda-feira acontece após uma primeira tentativa de julgamento fracassar, em março deste ano. Na ocasião, os advogados de Jairinho abandonaram o plenário do 2º Tribunal do Júri após terem negados pedidos para acesso ampliado a provas digitais e realização de novas perícias.
Sem defesa constituída, a sessão precisou ser interrompida e remarcada. A juíza Elizabeth Machado Louro classificou a estratégia como ilegítima e determinou que um defensor público esteja de prontidão para atuar caso haja novo abandono da defesa.
O episódio acabou levando ao relaxamento da prisão de Monique Medeiros, posteriormente revertido por decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que restabeleceu a prisão preventiva.
Segundo a denúncia da promotoria, Henry morreu na madrugada de 8 de março de 2021, no apartamento onde morava com a mãe e Jairinho, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio. A acusação sustenta que o ex-vereador provocou lesões corporais fatais por meio de agressões contundentes e que Monique, na condição de mãe e responsável legal da criança, teria se omitido diante da violência, contribuindo para a consumação do crime.
EPISÓDIOS DE AGRESSÃO
A investigação aponta que Henry teria sido vítima de pelo menos três episódios de supostas agressões antes da morte. Um dos principais elementos que embasaram essa conclusão foram trocas de mensagens entre a babá do menino e o então noivo.
Em depoimento, a babá relatou que Henry, no mês que antecedeu sua morte, teria se agarrado a ela e rasgado sua blusa ao tentar evitar entrar em um quarto sozinho com Jairinho. Segundo o delegado Henrique Damasceno, titular da 16ª DP (Barra da Tijuca), o menino demonstrava desespero ao ser deixado com o padrasto e, após o ocorrido, Jairinho teria dado R$ 100 à babá para que comprasse uma roupa nova.
Outro episódio citado pela investigação teria ocorrido também em fevereiro de 2021. Conforme relatado pela babá em mensagens ao noivo, Jairinho teria se trancado com Henry no quarto, enquanto ela suspeitava que o então vereador estivesse tampando a boca do menino. A babá afirmou ter ouvido Henry repetir a frase "eu prometo" ao padrasto.
Para os investigadores, o relato reforça a hipótese de que a criança sofria ameaças para não contar à mãe sobre as agressões. Segundo Damasceno, Henry saiu do quarto sem reclamar de dores naquele momento, mas mais tarde teria demonstrado desconforto e se recusado a brincar.
No dia 12 de fevereiro, a babá de Henry relatou que Jairinho levou o menino para o quarto e, pouco depois, a criança saiu mancando e reclamando de dores. Após uma videochamada com a mãe, Monique, em que Henry teria falado sobre agressões, Jairinho voltou ao apartamento exaltado, questionando o menino sobre o que havia contado à mãe. Segundo a babá, Henry, assustado, negava ter dito algo e se recusava a sair do colo dela.
Thayná afirmou que incentivou Henry a relatar o ocorrido na presença de Jairinho, momento em que o menino confirmou ter contado à mãe que havia sido agredido. Em seguida, Monique chegou e saiu de carro com a babá e a criança por quase três horas, durante as quais Henry voltou a confirmar as agressões. Ao retornarem, Monique subiu sozinha ao apartamento e depois desceu com malas prontas.
Apesar de dizer que iria para Bangu, para a casa dos pais, Monique foi vista no dia seguinte, pelas redes sociais, em Mangaratiba com Jairinho, o que causou estranheza à babá. Após o feriado, Thayná voltou ao trabalho e viu um exame de raio-x de Henry; Monique explicou que o menino havia feito exames por dores no joelho, mas disse que "não era nada".
Jairinho responde por homicídio qualificado por meio cruel e pelo uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima, com agravante pelo fato de Henry ser menor de 14 anos. Ele também é acusado de três episódios de tortura e coação no curso do processo. Já Monique responde por homicídio qualificado por omissão, com as qualificadoras de motivo torpe e impossibilidade de defesa da vítima, além de tortura e coação.
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, participou neste domingo (24) da sétima edição do Programa de Governo Participativo (PGP), em Guanambi.
O evento reuniu lideranças políticas, movimentos sociais e moradores da região para debater demandas do Sertão Produtivo, que abrange 19 municípios.
Também participaram os senadores Jaques Wagner e Otto Alencar, além de deputados federais e estaduais.
Segundo o governo estadual, o encontro tem como objetivo ouvir a população e reunir propostas para o planejamento de ações na região, sem anúncio imediato de investimentos.
Jerônimo destacou que a proposta do PGP é realizar uma escuta das demandas locais para orientar prioridades futuras do governo.
A cinebiografia de Michael Jackson, intitulada “Michael”, já soma US$ 738 milhões em bilheteria mundial desde o lançamento em 23 de abril, segundo dados divulgados neste fim de semana.
O filme, dirigido por Antoine Fuqua e estrelado por Jaafar Jackson, ocupa a segunda posição entre as maiores arrecadações globais do ano até o momento.
Em primeiro lugar está “Super Mario Galaxy: O Filme”, com US$ 971 milhões. Em terceiro aparece a ficção científica “Devoradores de estrelas”, estrelada por Ryan Gosling, com US$ 670 milhões.
Na sequência, aparecem “Pegasus 3”, com US$ 653 milhões, e “O Diabo Veste Prada 2”, com US$ 557 milhões.
A Polícia Militar interceptou, na tarde de sexta-feira (23), uma carga ilegal de materiais explosivos no município de Seabra, na região da Chapada Diamantina.
A ação foi realizada por policiais do Pelotão de Emprego Tático Operacional (Peto), da 29ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), com apoio das Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas (Rocam), após denúncia anônima sobre o transporte irregular.
Segundo a corporação, equipes montaram bloqueios em vias de acesso ao município após receber informações sobre um veículo que transportava material perigoso.
Durante a abordagem, os policiais localizaram no interior do carro detonadores pirotécnicos, cartuchos de emulsão explosiva em gel e substância semelhante a nitrato de amônio/ANFO.
O condutor não apresentou documentação exigida para transporte de material controlado pelo Exército Brasileiro. Ele foi preso em flagrante e encaminhado, junto ao material apreendido, para a Delegacia Territorial de Seabra.
Governo estima que Copa do Mundo feminina de 2027 exigirá ao menos R$ 1,5 bi em investimento
Por Mateus Vargas / Folhapress
O governo federal estima que precisará de aporte de ao menos R$ 1,5 bilhão para o Brasil sediar a Copa do Mundo Feminina de 2027.
O Mundial das mulheres será realizado pela primeira vez na América do Sul, com 32 seleções e jogos em oito cidades: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
A cifra é mencionada em documento interno do Ministério do Esporte, mas dados de outras pastas indicam que a demanda pode ser maior.
O governo afirma que o valor ainda está em discussão. Também aguarda a aprovação da lei geral da Copa para finalizar a conta —o texto está sob análise do Senado e prevê regras sobre direitos comerciais, segurança e infraestrutura do evento, além de valores de premiações a ex-jogadoras e estímulo à participação das mulheres na prática esportiva.
O documento do Ministério do Esporte, elaborado na metade de abril, afirma que o Ministério da Justiça e Segurança Pública tem a maior necessidade de verba, com R$ 676 milhões que devem ser distribuídos nos Orçamentos de 2026 e 2027. A verba será dividida com a PF, PRF e Força Nacional.
Outro documento do próprio Ministério da Justiça, feito na semana passada, diz que o valor exigido pelo evento pode superar R$ 760 milhões, cifra que inclui a compra de mais de R$ 150 milhões em equipamentos e sistema anti-drone, além de cerca de R$ 130 milhões para viaturas, blindados e outros veículos.
O Ministério da Justiça já pediu para a equipe econômica do governo acrescentar cerca de R$ 600 milhões ao seu Orçamento atual.
Procuradas, as pastas da Justiça e do Esporte deram a mesma resposta e informaram que ainda não está definido o valor que será destinado pelo governo para o evento, "considerando que o processo de planejamento e dimensionamento orçamentário ainda está em andamento e envolve múltiplos órgãos e frentes de atuação".
Também disseram que os investimentos terão como foco ações relacionadas à segurança pública, infraestrutura de telecomunicações, além da "construção do legado da Copa" e de promoção do evento.
O Ministério do Esporte afirmou para a equipe econômica, em abril, que a planilha tinha objetivo de "sinalizar a necessidade adicional de suplementação" de diversos órgãos. Também apontou que a própria pasta do Esporte precisa de R$ 620 milhões até o próximo ano.
O valor deve ser aplicado na implantação de 12 centros de treinamento de futebol feminino, por R$ 180 milhões, e para ações de marketing que superam R$ 300 milhões.
O recurso do Esporte inclui ainda R$ 15 milhões para pagar premiações de R$ 500 mil para 30 ex-atletas. Foram selecionadas aquelas que receberam medalha de bronze no Torneio Internacional de 1988, embrião do Mundial feminino, ou que representaram a equipe do Brasil na Copa do Mundo de 1991, a primeira edição oficial feminina da competição organizada pela Fifa.
A documentação também afirma que o Esporte investirá R$ 95 milhões para criar 500 núcleos de futebol feminino em campos e quadras de futebol construídos pelo Novo PAC. O governo também avalia distribuir 10 mil bolsas de R$ 410 para atletas de base do futebol feminino, somando R$ 4,1 milhões.
Já o Ministério das Comunicações precisará de R$ 220 milhões a mais no Orçamento até 2027, segundo estimativas feitas em abril no governo. Em nota, a pasta disse que o valor é preliminar, mas que a ideia é investir os recursos na infraestrutura de conectividade para o evento.
"O plano prevê a instalação de redes de telecomunicações para interligar os oito estádios, o estúdio de transmissão em Copacabana e o Hub Centralizado (IBC) no Píer Mauá (RJ), além de garantir internet de alta disponibilidade e suporte técnico 24 horas por dia durante todo o torneio", diz o ministério.
O documento do Ministério do Esporte também cita previsão de adicionar aos orçamentos do Ministério da Saúde, GSI e Abin cerca de R$ 3,45 milhões.
Em nota técnica feita no começo de maio, o Ministério da Justiça diz que a compra de equipamentos anti-drone é essencial. Afirma ainda que forças de segurança já identificaram uso destes sistemas por facções criminosas no Brasil para monitorar e atacar policiais, reconhecer áreas, dar apoio logístico ao crime organizado e lançar objetos dentro de presídios.
"Grandes eventos esportivos internacionais apresentam elevada vulnerabilidade a esse tipo de ameaça em razão da concentração massiva de público, presença de delegações estrangeiras, exposição midiática global, necessidade de proteção de autoridades nacionais e internacionais", diz o documento.
O Brasil foi sede da Copa do Mundo de 2014. Mais de um ano antes, o investimento federal previsto para o evento alcançava R$ 14,9 bilhões, em valores sem correção.
A escolha do Brasil para sediar a Copa do Mundo Feminina foi anunciada em maio de 2024, em Bancoc, na Tailândia. A candidatura brasileira superou a proposta conjunta apresentada por Bélgica, Alemanha e Holanda. Os jogos estão marcados entre os dias 24 de junho e 25 de julho do próximo ano.
O deputado federal Diego Coronel (Republicanos) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira (25). O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.
Eleito para a Câmara dos Deputados e filho do senador Ângelo Coronel, Diego tem passagem também pelo Legislativo estadual e já exerceu o cargo de prefeito de Coração de Maria. Os dois trocaram de grupo político recentemente e devem apoiar o pré-candidato ACM Neto na disputa pelo governo do estado.
Durante a entrevista, Diego Coronel deve falar sobre as últimas mobilizações na Câmara, incluindo a pauta da escala 6×1, além de seus planos políticos e articulações para o futuro.
Confira outros episódios do podcast:
Ex-funcionária afirma que havia dinheiro espalhado em casa de Deolane Bezerra e relata ameaças
Por Redação
A diarista Denise Bastos afirmou que havia grandes quantias de dinheiro espalhadas na casa da advogada e influenciadora Deolane Bezerra e em imóveis da família.
Segundo ela, notas eram encontradas em estantes, gavetas e mesas. A ex-funcionária disse que chegou a desconfiar da situação por considerar que poderia se tratar de uma “armadilha” para funcionários.
Em entrevista ao jornal da Record, Denise também acusa Deolane de tê-la ameaçado após a suspeita de um suposto furto de R$ 80 mil. Ela afirma ter recebido mensagens e áudios com intimidações e que pessoas teriam ido até sua residência para pressioná-la.
Em um dos áudios atribuídos a um homem não identificado, ele menciona suposto envolvimento com crime organizado e sugere que o dinheiro seria de origem ilícita. A autenticidade do material não foi verificada de forma independente.
A diarista nega as acusações de roubo e afirma que processa a influenciadora por calúnia, ameaça e imputação falsa de crime.
Em outra frente, o ministro Flávio Dino negou pedido de liberdade apresentado pela defesa de Deolane Bezerra, ao entender que não havia “manifesta ilegalidade” na prisão preventiva.
A estudante de nutrição e atleta de fisiculturismo Catarina de Moura publicou uma homenagem nas redes sociais ao fisiculturista e produtor de conteúdo Gabriel Ganley, que morreu no sábado (23), aos 22 anos.
Na publicação, Catarina relembra o relacionamento entre os dois, iniciado em 2023, com uma breve retomada em 2025, e afirmou que os dois não estavam mais juntos no momento da morte.
Ela definiu Gabriel como seu “primeiro e único amor” e descreveu a relação como intensa e marcada por sentimentos de “amor puro e leve”.
Segundo o relato, o casal viveu períodos de aproximação e afastamento, e voltou a se relacionar novamente de forma breve no ano passado.
Na homenagem, a estudante compartilhou fotos, vídeos e mensagens trocadas com o atleta. Em uma delas, Gabriel dizia querer “ser o homem mais foda do mundo” para estar ao lado dela.
Ao final do texto, Catarina escreveu: “Eu sempre vou te amar”, em despedida ao ex-namorado.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Charles Fernandes
"Não foi a melhor estratégia, em breve tudo restará esclarecido".
Disse o deputado federal Charles Fernandes (PSD) ao rebater nesta quinta-feira (22), os desdobramentos da ação judicial envolvendo emendas parlamentares originalmente destinadas pelo ex-deputado federal Otto Alencar Filho, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA) no Superior Tribunal de Justiça (STJ).