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Candidato à Presidência, Renan Santos estuda vinda à Bahia para fortalecer candidaturas do grupo; saiba possivél data
Por Paulo Dourado
A equipe do candidato à Presidência da República Renan Santos estuda, junto com representantes da sigla no estado, vir à Bahia para uma agenda eleitoral no fim da campanha.
Segundo informações obtidas pelo Bahia Notícias com interlocutores do grupo, a equipe do candidato ao Planalto estuda que a visita ocorra nos últimos 10 dias da corrida eleitoral, ou seja, entre 23 de setembro e 3 de outubro.
Ainda de acordo com o que foi apurado, a vinda dele deve ser para a capital baiana, Salvador, mas também existe a possibilidade, mesmo que remota, de o candidato ir ao Oeste Baiano, para a cidade de Luís Eduardo Magalhães.
Além do fortalecimento da própria candidatura, Renan também estaria na Bahia para reforçar as candidaturas do grupo no estado, principalmente o nome de Quécia Reis, vista pela cúpula nacional como um dos nomes fortes do grupo fora de São Paulo.
O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM Bahia), em Salvador, recebe nos dias 12 e 13 de setembro o projeto OFÁ NO MAM, que reúne apresentações musicais e atividades voltadas às tradições de matriz africana. A programação é gratuita e tem classificação livre.
As atividades começam no sábado (12), com uma oficina de dança afro, às 9h, coordenada pela cantora, artista e bailarina Luciana Baraúna. Às 10h, será realizada uma oficina de atabaques, conduzida por Iuri Passos, alabê, músico, pesquisador e professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA).
Ainda no sábado, às 11h, integrantes do Grupo Ofá participam do seminário e roda de conversa “Ofá: Caminhos e Trajetória”, abordando experiências e a trajetória artística do grupo.
A programação será encerrada no domingo (13), às 16h, com um show do Grupo Ofá no MAM Bahia. A apresentação contará com a participação da cantora, pesquisadora e compositora Ilessi como convidada.
Criado no Terreiro do Gantois, em Salvador, o Grupo Ofá desenvolve trabalhos relacionados à valorização e difusão das tradições de matriz africana. Ao longo da trajetória, o grupo lançou três álbuns, realizou apresentações em diferentes cidades brasileiras e recebeu indicação ao Grammy Latino.
Recentemente, o grupo também participou de uma apresentação de Anitta em Salvador, durante a Equilibrivm Tour, dividindo o palco com a cantora na música “Contemplação”, parceria presente no álbum EQUILIBRIVM II.
O projeto foi contemplado pelos Editais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura na Bahia, com recursos do Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura, e execução do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura da Bahia.
SERVIÇO
OFÁ NO MAM
Onde: Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA)
Quando: 12 e 13 de setembro
Entrada: Gratuita
O vereador Nivaldo Magagnin (MDB), conhecido como “Nivaldo da Batata”, morreu na manhã desta quarta-feira (9), após ser atingido por uma carga de batatas enquanto trabalhava em Treze de Maio, no Sul de Santa Catarina. O acidente aconteceu por volta das 8h20, um dia após o parlamentar completar 63 anos.
Segundo as primeiras informações da Polícia Civil (PC-SC), um cabo de aço que sustentava uma saca do tipo “big bag” se rompeu, fazendo com que a carga, suspensa a cerca de dois metros de altura, caísse sobre o vereador. A estimativa é de que o material pesasse aproximadamente uma tonelada. O Corpo de Bombeiros de Urussanga foi acionado para atender a ocorrência.
A equipe suspeita que o impacto tenha prensado Nivaldo contra o solo. Apesar da gravidade, não foram identificados ferimentos externos aparentes no corpo. A Polícia Científica realizou perícia no local e nos equipamentos envolvidos. A Polícia Civil (PC-SC) informou que a causa exata e os mecanismos da morte ainda dependem dos laudos necroscópico e pericial.
As circunstâncias iniciais indicam que o caso pode ser caracterizado como acidente de trabalho, mas a investigação ainda está em andamento. Após a morte, a Prefeitura de Treze de Maio decretou três dias de luto oficial. Em nota, o município lamentou o falecimento do vereador e prestou solidariedade aos familiares, amigos, colegas e à comunidade.
O Bahia encaminhou o empréstimo de Caio Suassuna ao Avaí até dezembro desta temporada. O acordo será simples, sem opção de compra, e faz parte do planejamento do Tricolor para dar mais experiência ao jogador no futebol profissional. A informação foi divulgada inicialmente por Marcos Valença e confirmada pelo Bahia Notícias.
A avaliação interna é de que a transferência representa uma oportunidade de desenvolvimento para o atleta, que terá a possibilidade de disputar uma competição nacional pela equipe principal do clube catarinense.
No Avaí, Caio Suassuna ficará à disposição para a reta final da Série B do Campeonato Brasileiro. Restam 12 rodadas para o encerramento da competição nacional.
O empréstimo não prevê opção de compra por parte do clube catarinense. Desta forma, o Bahia mantém o planejamento de contar novamente com o jogador após o fim da temporada. A programação traçada pelo Esquadrão prevê o retorno de Caio Suassuna a Salvador ao término do vínculo com o Avaí, já de olho na preparação para o Campeonato Baiano de 2027.
A movimentação segue uma estratégia de proporcionar ao atleta minutos e experiência no futebol profissional antes de uma nova avaliação dentro do elenco tricolor. Aos 19 anos, Caio Suassuna soma 14 gols pela equipe Sub-20 do Bahia nesta temporada. O atacante também recebeu seis oportunidades no time profissional comandado por Rogério Ceni, sendo quatro pelo Campeonato Baiano, uma pela Copa do Brasil e uma pelo Brasileirão.
Caio Suassuna faz parte da geração dos Pivetes de Aço e vinha atuando nas competições de base do Bahia. Na última terça-feira (8), inclusive, marcou um dos gols da goleada por 16 a 0 sobre o Atlético de Alagoinhas, pela Copa do Brasil Sub-20.
MAIS SOBRE CAIO
Natural do Recife, Caio chegou ao Bahia em agosto de 2025, após passagem pelo Athletico-PR, para inicialmente integrar a equipe Sub-20 dos Pivetes de Aço.
Antes de desembarcar em Salvador, o atacante também passou pelas categorias de base de Náutico e Cruzeiro.
Fora das quatro linhas, Caio carrega uma curiosidade no sobrenome: o jogador é sobrinho-neto de Ariano Suassuna, um dos principais nomes da literatura e da cultura brasileira, escritor, poeta e dramaturgo responsável por obras como “O Auto da Compadecida”.
Em maio deste ano, o Bahia renovou o contrato do atacante até o fim de 2029.
Blog do Marrom: "A Última Dança em Massarandupió"
Por Osmar Marrom
Com direção de Joilson Nunes, o novo espetáculo solo de Agamenon de Abreu, um dos expoentes do teatro independente baiano, já tem data marcada para acontecer. “A Última Dança”, escrito e protagonizado pelomultiartista, estreia nos dias 30 e 31 de outubro em Massarandupió, no CAMMA – Centro de Artes Maxim Malhado, e segue com apresentações em Salvador no mês de novembro. A montagem, que mistura teatro, dança e artes visuais, propõe uma profunda reflexão sobre a finitude, a identidade e a potência da arte como ferramenta de resistência.
Um homem de 43 anos foi preso em flagrante após furtar um ônibus e dirigir em zigue-zague pela Via Estrutural, no Distrito Federal. O caso aconteceu nesta quarta-feira (9). Segundo a 8ª Delegacia de Polícia Civil, o homem identificado como Alan da Silva Marques havia sido preso dois dias antes por furtar um caminhão.
Informações do g1 apontam que ação do homem foi registrada pelo circuito interno do veículo. Alan entra no ônibus com uma marmita nas mãos, ele assume o volante e deixa o local dirigindo.
Dois dias antes, na segunda (7), ele havia sido preso por furtar um caminhão em Samambaia, a cerca de 25km do centro de Brasília. Ele teria sido liberado em audiência de custódia no dia seguinte e, posteriormente, foi internado no Hospital Regional de Taguatinga (HRT).
O furto do ônibus foi parte da fuga do suspeito. Alan deixou a unidade ainda com roupa hospitalar e, de acordo com a Polícia Civil, furtou o ônibus que estava estacionado no terminal do Setor O, em Ceilândia.
O homem dirigiu o coletivo em zigue-zague, passou sobre um canteiro, entrou na contramão e quase atingiu veículos e uma mulher que estava no acostamento da via, segundo o boletim de ocorrência.
Ele foi perseguido pela Polícia Civil e, depois de alguns minutos, pulou pela janela do motorista e tentou fugir a pé. Alan Marques foi interceptado e preso já no canteiro da via marginal. O ônibus foi recuperado e devolvido à empresa.
Em depoimento, o homem afirmou que estava ferido porque tinha sido roubado anteriormente e que saiu do hospital porque queria ir à casa do filho. Como não conseguiu ajuda para o deslocamento, ele decidiu pegar o ônibus sem autorização e sair dirigindo. A declaração será apurada pela Polícia Civil.
O presidente do Vitória, Fábio Mota, voltou a criticar duramente o Grêmio pela dívida referente à compra do zagueiro Wagner Leonardo. Em entrevista à Rádio Grenal na última quarta-feira (10), o dirigente chamou novamente o clube gaúcho de “caloteiro” e reafirmou que o débito com o Rubro-Negro chega a US$ 2,5 milhões.
Segundo Fábio Mota, o Vitória recebeu a primeira parcela da negociação de Wagner Leonardo, mas o Grêmio deixou de pagar as parcelas seguintes. O dirigente explicou que o clube baiano antecipou duas parcelas de 2025 junto a um fundo e precisou arcar com outros compromissos financeiros enquanto aguardava os pagamentos do Grêmio.
“O Grêmio é o clube mais caloteiro do país hoje. Digo aqui novamente. E já lhe expliquei por quê”, afirmou Fábio Mota.
O presidente do Vitória também contestou a versão apresentada pelo Grêmio, que reconheceu uma dívida de US$ 1 milhão com o clube baiano. Segundo Fábio Mota, o contrato prevê que, após 60 dias de inadimplência, todas as parcelas restantes são consideradas vencidas.
“A dívida do Grêmio para com o Vitória é de 2,5 milhões de dólares. O Grêmio pode alegar que tem 1 milhão vencido. É diferente. A dívida é 2,5 milhões. Contratual, assinado”, declarou.
Fábio Mota afirmou ainda que tentou negociar diretamente com o presidente do Grêmio, Odorico Roman, durante aproximadamente oito meses. De acordo com o dirigente rubro-negro, o mandatário gaúcho teria prometido quitar o débito após a venda de jogadores, mas os pagamentos não foram realizados mesmo após o Grêmio arrecadar mais de R$ 100 milhões com negociações.
“Eu passei oito meses falando com o Odorico, falando pessoalmente, mandando mensagem, ligando. Oito meses querendo uma satisfação. Ele me disse: ‘Quando eu vender o primeiro jogador, te pago’. Vendeu o primeiro, eu liguei. Vendeu o segundo, eu liguei. Vendeu o terceiro, eu liguei”, relatou.
O presidente rubro-negro também explicou que o Vitória teve problemas com o transfer ban após o Grêmio não cumprir os pagamentos relacionados à negociação de Wagner Leonardo. Como o Portimonense, de Portugal, detinha 30% dos direitos do jogador, o clube português acionou a FIFA, e o Vitória precisou quitar o débito para retirar a punição.
“Só estou explicando para você entender a história real. O Vitória teve que pagar o Portimonense para tirar o transfer ban porque o Grêmio não pagou o Vitória”, afirmou.
Fábio Mota ainda disse que o atraso do Grêmio provocou um efeito dominó nas contas do Vitória, já que o clube baiano contava com os valores da negociação para cumprir compromissos com outras equipes.
“O Vitória hoje deve ao São Paulo, deve ao Atlético-GO, deve ao Criciúma. O Grêmio, para receber o dinheiro do Grêmio e repassar. O Grêmio não recebeu. É o efeito dominó”, explicou.
De acordo com o dirigente, o Vitória já acionou a agência de Fair Play para cobrar os valores e espera que a dívida possa ser executada a partir de novembro.
“Entramos na agência do Fair Play. Fizemos a inscrição da primeira parcela, hoje fizemos a inscrição da segunda parcela. A agência do Fair Play me disse que em novembro dá a decisão e como vai ser feito”, disse.
Apesar da relação conturbada, Fábio Mota garantiu que não pretende voltar a negociar diretamente com a atual direção do Grêmio neste momento e afirmou que mantém a crítica ao clube gaúcho.
“Nesse momento não tenho mais conversa com o Grêmio. Zero, zero, zero. Continuo dizendo. O Grêmio é o clube mais caloteiro do país hoje”, finalizou o presidente do Vitória.
O empresário João Carlos Mansur, fundador da Reag Investimentos, declarou, em delação premiada firmada com a Procuradoria-Geral da República (PGR), acordo em que o colaborador presta informações à Justiça em troca de benefícios processuais, que fundos administrados pela gestora foram usados para ocultar o pagamento de propinas de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, a autoridades públicas.
Segundo informações da Folha de S.Paulo, Mansur detalhou a participação da Reag e de fundos de investimento nas operações e identificou pessoas que teriam atuado como laranjas de Vorcaro, intermediários usados para ocultar quem de fato controlava as movimentações financeiras. A colaboração também traz informações sobre a movimentação dos recursos, valores enviados ao exterior e caminhos para a recuperação do dinheiro.
Parte dos recursos investigados, segundo Mansur relata na delação, está em empresas offshore, companhias registradas em países com pouca ou nenhuma tributação, conhecidos como paraísos fiscais.
Com a colaboração, investigadores avaliam que esses valores poderão ser devolvidos ao país sem a necessidade de alguns dos acordos com autoridades estrangeiras normalmente exigidos para a recuperação de ativos. Mansur também se comprometeu a pagar multa de R$ 40 milhões.
O acordo foi enviado ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator das investigações sobre o Banco Master, e ainda precisa ser homologado. A Polícia Federal participou do início das negociações, mas não seguiu nas tratativas.
Mansur havia apresentado a proposta de colaboração à PGR em agosto. O documento reunia ao menos 17 temas e tinha Vorcaro como principal foco. Em 2 de setembro, a PGR assinou o acordo e o encaminhou a Mendonça. É a primeira delação firmada pela Procuradoria no âmbito da Operação Compliance Zero.
Renan Santos diz que caso "Dark Horse" não mudará voto em Flávio Bolsonaro porque "brasileiro gosta de bandido"
Por Edu Mota, de Brasília
Renan Santos, candidato do partido Missão à presidência, disse acreditar que novas revelações sobre o filme “Dark Horse” não farão o eleitor do senador Flávio Bolsonaro mudar seu voto. Renan postou um vídeo em suas redes sociais nesta quinta-feira (10) para comentar a operação autorizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), contra o deputado Mário Frias (PL-SP) e outras pessoas envolvidas com possível uso de dinheiro público para financiar o filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro.
“É óbvio que houve roubalheira no caso Dark Horse, é óbvio que havendo justiça no país, e eu não estou dizendo que haverá, alguns serão presos, e isso vai incluir membros da família do próprio Flávio, e é óbvio que o eleitor do Flávio não liga. Isso não vai mudar nada. O eleitor que vota no Flávio vai olhar isso e falar, dane-se”, afirmou o candidato.
Para Renan Santos, o eleitor do Flávio Bolsonaro já superou denúncias como a das rachadinhas na época em que ele era deputado estadual, já aturou informações sobre a relação do senador com o advogado Willer Tomaz, envolvido no escândalo do INSS, além de outros casos, como compra de mansão com financiamento abaixo dos juros de mercado pelo BRB.
“Eles já aturaram de tudo. Agora vem o escândalo Dark Horse, mas esse pessoal não tem salvação. A desculpa que se usa agora é ´melhor ele do que a turma do Lula´, mas eles estão nos mesmos escândalos, e no primeiro turno o eleitor pode votar em outra pessoa”, afirmou o candidato do Missão.
Ainda no seu vídeo, Renan Santos disse acreditar que a população brasileira “gosta de bandido”, citando, além das denúncias sobre Flávio Bolsonaro, o alto número de seguidores de pessoas como as influenciadoras Virgínia e Deolane Bezerra.
“É muito difícil pegar um eleitor que ama bandido e fala para ele não amar o seu bandido porque ele é bandido. E nem que as pessoas amam o Flávio, elas amam o Jair, e vão se juntando ao Flávio por conveniência”, explicou o candidato do Missão.
Nas eleições de 2026, seis candidatos disputam o governo da Bahia. O atual governador Jerônimo Rodrigues (PT) busca a reeleição, enquanto o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) volta a concorrer ao Palácio de Ondina após disputar o cargo em 2022. Também estão na disputa Ariel Capistrano (DC), Aroldo Félix (UP), Maria Bona (PCO) e Ronaldo Mansur (PSOL).
A seguir, o Bahia Notícias apresenta quem são os candidatos ao governo da Bahia, suas trajetórias políticas e profissionais e o histórico de cada um em eleições anteriores.
ACM Neto (União Brasil)
Foto: Ronne Oliveira / Bahia Notícias
Antônio Carlos Magalhães Neto, conhecido como ACM Neto (União Brasil), tem 53 anos, nasceu em Salvador e é advogado. Foi deputado federal entre 2003 e 2012 e prefeito da capital baiana por dois mandatos, de 2013 a 2020. Neto de Antônio Carlos Magalhães (ACM) (1927-2007) e sobrinho de Luís Eduardo Magalhães (1955-1998), integra uma das famílias de maior tradição na política baiana.
Nas eleições de 2026, ACM Neto disputa novamente o governo da Bahia, em uma tentativa de retornar ao Executivo após seis anos sem exercer mandato eletivo. O período fora de cargos eletivos começou após deixar a prefeitura de Salvador em 2024 e não ter logrado êxito no segundo turno da eleição estadual de 2022 para Jerônimo Rodrigues (PT). Desde então, passou a atuar como dirigente e articulador de seu partido.
Ariel Capistrano (DC)
Fotos: Reprodução / TSE
Ariel Capistrano (DC) tem 39 anos, é natural de Feira de Santana e concorre pela primeira vez a um cargo eletivo nas eleições de 2026. Empresário, declarou ter ensino médio incompleto.
Aroldo Félix (UP)
Foto: Divulgação
Aroldo Felix de Azevedo Júnior tem 43 anos, nasceu na Paraíba, e mora em Salvador desde 2023. Doutor em Engenharia Química, iniciou sua trajetória política no movimento estudantil, período em que presidiu o Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Em 2010, foi professor do Instituto Federal da Bahia (IFBA), no campus de Simões Filho, e, desde 2013, leciona no curso de Engenharia de Energias da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), em Feira de Santana.
Além da atuação como professor universitário, integra a coordenação nacional do Movimento Luta de Classes e exerce o cargo de diretor do ANDES-SN. Na última eleição, disputou o governo de Sergipe e, em 2026, concorre pela primeira vez ao cargo de governador da Bahia.
Jerônimo Rodrigues (PT)
Foto: Divulgação
Jerônimo Rodrigues (PT) tem 61 anos, nasceu em Aiquara e é o atual governador da Bahia. Engenheiro agrônomo e professor universitário, construiu sua trajetória pública em cargos de gestão governamental, com destaque para as passagens pelas secretarias estaduais de Desenvolvimento Rural, entre 2015 e 2019, e da Educação, de 2019 a 2022, na gestão de Rui Costa (PT).
Eleito governador em 2022, em sua primeira disputa por um cargo eletivo, Jerônimo Rodrigues concorre à reeleição nas eleições de 2026. Sua candidatura coloca à prova a aprovação de seu primeiro mandato e busca dar continuidade ao projeto político do Partido dos Trabalhadores, que governa a Bahia de forma consecutiva desde 2007.
Maria Bona (PCO)
Fotos: Reprodução
Maria Bona Carrara de Sumbuy (PCO), tem 73 anos e é natural de São Paulo. Aposentada, possui domicílio eleitoral em Rio de Contas, na Chapada Diamantina, desde 1989. Esta será a primeira eleição disputada por Maria Bona, que concorre ao governo da Bahia e será a única mulher na disputa pelo comando do Executivo estadual. A presença feminina volta ao pleito baiano após oito anos, desde a candidatura de Célia Sacramento ao governo do estado nas eleições de 2018.
Ronaldo Mansur (PSOL)
Foto: Mateus Bomfim
Ronaldo Mansur, de 46 anos, nasceu em Alagoinhas e é técnico em meio ambiente, estudante de Direito e presidente estadual do PSOL. Também atua como presidente estadual do partido e presidente da Federação PSOL-Rede. Um dos fundadores da sigla e um de seus primeiros coordenadores, iniciou sua trajetória política no movimento estudantil, ainda aos 11 anos.
Em sua trajetória política, Mansur destaca a participação em mobilizações populares e estudantis, como o Maio Baiano, em 2001, e a Revolta do Buzú, em 2003. Ele disputou a vice-governadoria da Bahia em 2014 e 2022 e, nas eleições de 2026, concorre pela primeira vez ao cargo de governador do estado.
O primeiro turno das eleições de 2026 será realizado no dia 4 de outubro. Na data, os brasileiros irão às urnas para eleger o presidente da República, dois senadores, o governador do estado, além de deputados federais e estaduais.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A República enfrenta um teste de integridade inédito. As sucessivas crises que ocorrem em Brasília colocam as instituições em risco. Os recorrentes episódios podem lançar o Brasil num momento de especial gravidade, pois a confiança da população nos poderes públicos é alicerce da democracia".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao alertar para o risco que as instituições brasileiras correm com a crise vivida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).