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Zucco (PL) é eleito governador do Rio Grande do Sul no 1° turno das eleições de 2026 que acontece neste domingo (4). O resultado foi divulgado pelo TSE com 91,53% das urnas apuradas, resgistrando 57,88% dos votos válidos, derrotando Juliana Brizola (PDT), que recebeu 31,72%.
O atual vice-governador Gabriel Souza (MDB) ficou em terceiro lugar, com 8,40% dos votos. Apesar de ter sido lançado por Eduardo Leite (PSD), que está no seu segundo mandato no Palácio Piratini e possui capilaridade no estado, o eleitorado gaúcho acabou seguindo a polarização nacional. Zucco era apoiado por Flávio Bolsonaro (PL), enquanto Brizola era a candidata de Lula (PT) no Rio Grande do Sul.
Pré-candidato ao governo do Rio Grande do Sul e um dos líderes da oposição no Congresso, o deputado federal Zucco (PL-RS) afirmou que a caminhada liderada por Nikolas Ferreira (PL-MG) até o Distrito Federal é apenas o início de uma série de mobilizações que devem se espalhar por outros estados ao longo de 2026. A declaração foi dada em entrevista ao Bahia Notícias, neste domingo (25), durante a chegada do grupo na capital federal.
“Hoje vamos chegar, mas não vamos terminar por aqui. Já estamos planejando fazer movimentos em todos os estados da federação, já que é um ano muito importante. O ano que a gente tem que tirar esse projeto de poder do governo”, afirmou Zucco.
Segundo o parlamentar, a caminhada teve um caráter simbólico de mobilização política e resistência, com foco em pautas como liberdade de expressão, devido processo legal e combate à corrupção.
“A gente fala no Exército: quando o corpo não aguenta, a moral é que sustenta. Então, foi uma caminhada muito mais para mostrar, como bem fala o Nikolas, uma ‘acordada na nação’, despertar uma fagulha de esperança contra a censura, pelo devido processo legal, pela ampla defesa, por justiça, contra essas corrupções que envolvem o nosso governo federal corrupto”, declarou.
Além da agenda de mobilização nacional, Zucco disse que a oposição pretende priorizar, no início do ano legislativo, a derrubada do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao PL da Dosimetria e a instalação da CPMI do Banco Máster.
“Isso aí é líquido e certo. Vamos primeiro pautar essa quebra, né, desse veto, desse ex-presidiário que sabe o quanto é danoso que ele tá fazendo com as pessoas que estão presas justamente. E, logicamente, CPI Máster tem que sair porque tem muita gente envolvida e eles não estão querendo por causa disso”, declarou o deputado.
“Peça de ficção”. Assim foi chamada pelos deputados e senadores de oposição ao governo Lula a denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outras 33 pessoas. Os parlamentares realizaram uma coletiva de imprensa na tarde desta quarta-feira (19), no Salão Verde da Câmara dos Deputados.
Parlamentares como o líder da oposição na Câmara, deputado Coronel Zucco (PL-RS), disseram que desde o início do governo Lula, foi iniciada uma “perseguição implacável” aos políticos e influenciadores de direita. Para o deputado do PL gaúcho, a denúncia apresentada pela PGR representaria, portanto, mais um degrau no que ele chamou de “escalada criminosa contra a liberdade”. úncia pela suposta tentativa de golpe de Estado representa mais um degrau nessa escalada criminosa contra a liberdade”.
“Trata-se de uma série de acusações desprovidas de evidências concretas que sustentem as graves acusações imputadas. Uma verdadeira peça de ficção, uma denúncia encomendada para gerar um resultado que todos já conhecem. Denúncia essa baseada em delações e presunções. Ao longo do processo, o delator foi alterando e omitindo fatos, situação mais do que suficiente para anular a delação”, disse o líder da oposição.
Zucco e um grupo de parlamentares se reuniu nesta manhã com Bolsonaro, para reforçar o apoio do PL ao ex-presidente. O encontro acabou gerando um mal-estar na bancada, já que a reunião se deu no apartamento funcional do deputado gaúcho, e poucos deputados da oposição e do PL foram chamados.
Na manifestação realizada no Salão Verde da Câmara, um dos discursos mais contundentes foi feito pela deputada Caroline de Toni (PL-SC), aliada de Bolsonaro e que presidiu no ano passado a Comissão de Constituição e Justiça. A deputada catarinense disse que a denúncia é uma “narrativa construída” para intimidar a direita no Brasil, e que o STF não é mais um tribunal jurídico, e sim um tribunal político.
“Essa denúncia está baseada em uma única evidência, que é a delação de Mauro Cid, que teve idas e vindas, altos e baixos e mudanças na narrativa. É uma prova frágil. Na verdade é mais uma estratégia orquestrada pelo sistema para destruir Bolsonaro politicamente. Eles são a lei agora. Alexandre de Moraes é a lei. Ele prende quando quiser, ele solta quando quiser. Vocês acham mesmo que em um estado democrático de direito, essa prova seria válida? Essa prova não vale. É uma aberração jurídica. É para incriminar toda a oposição no país”, disse De Toni.
Da mesma forma, o senador Rogério Marinho (PL-RN) classificou a denúncia da PGR como uma “trama mirabolante”. O senador afirmou que a oposição é vítima de perseguição por criticar a integridade das urnas eletrônicas e rejeitou que o processo seja isento.
“Vejam o inusitado da trama: é apoiada na delação de um cidadão que depôs várias vezes para corrigir informações”, disse. “Como crer na isenção desse processo?”, disse o senador.
“Nós não somos favoráveis a depredação de prédios públicos, ao vandalismo, a invasão de prédios públicos. Achamos que quem fez e foi privado através da individualização de culpas, deve ser responsabilizado, mas não com 17 anos, não com 14 anos”, completou Marinho.
Com direção de Gil Vicente Tavares e encenado pelos formandos de Interpretação Teatral da Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia (Etufba), o espetáculo “Zucco” entra em cartaz de 3 a 18 de março, no Teatro Martim Gonçalves, em Salvador. O texto é do dramaturgo frânces Bernard-Marie Koltès, que se inspirou na trajetória do italiano Roberto Succo para colocar uma lente de aumento e esmiuçar a violência e a crueldade que existe nas interações cotidianas. Na peça da Etufba, Luciano Salvador Bahia assina a direção musical. Eduardo Tudella faz a Iluminação e a coreógrafa Bárbara Barbará é a responsável pela direção de movimento. Já a figurinista e performer Tina Melo, professora da Etufba, assina o figurino e a maquiagem. A entrada é gratuita.
SERVIÇO
O QUÊ: Espetáculo “Zucco”
QUANDO: 03 a 18 de março – quarta-feira a sábado, às 20h, e domingo, ás 19h
ONDE: Teatro Martim Gonçalves – Canela – Salvador (BA)
VALOR: Gratuita
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"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.