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zilton kruger
Desde o dia 16 de janeiro de 2023, quando o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União) anunciou algumas mudanças no secretariado, o "plantel" dos chefes das pastas segue praticamente intacto. Apesar de, tradicionalmente, as trocas ocorrerem no início do ano, em 2024, ano eleitoral, Bruno deve realizar mudanças seguindo os prazos para o próximo pleito.
Com apenas uma troca desde a última reforma, a saída de Luciano Ribeiro da Secretaria de Ordem Pública, culminando na chegada de Alexandre Tinôco, todos os outros nomes seguem na prefeitura. Apesar disso, alguns deles devem ter que se desligar dos cargos para concorrer às eleições. Informações obtidas pelo Bahia Notícias com interlocutores da prefeitura apontam que Bruno deve deixar para o limite do prazo para as trocas.
Entre os nomes estão o de Marcelle Moraes (União), que tem mandato como vereadora de Salvador e deve buscar a reeleição, atualmente ocupando a secretaria de Sustentabilidade e Resiliência. Outro vereador de mandato que irá deixar o posto é Luiz Carlos (Republicanos), atualmente na Secretaria de Infraestrutura e irá buscar mais uma eleição. Com as saídas, os suplentes Palhinha (União) e Alberto Braga (Republicanos) perdem as cadeiras na Câmara.
No “segundo escalão" outros gestores devem sair dos cargos, como Omar Gordilho, que também buscará uma cadeira na Câmara de Vereadores, sendo hoje o responsável pela Limpurb. Assim como, Zilton Kruger, diretor geral da Codecon, órgão municipal ligado à defesa dos consumidores, que também irá disputar uma cadeira na Câmara. Além deles, a própria vice-prefeita, Ana Paula Matos, que ainda tem garantia de reeleição sem confirmação, deve deixar o posto no limite previsto pela legislação.
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Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.