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A primeira pesquisa nacional de 2026 do instituto capixaba Cidades/Futura, divulgada nesta quinta-feira (22), revelou um resultado diferente de outras divulgadas há poucos dias. A pesquisa Futura apresenta diversos cenários de disputa apertada entre o presidente Lula e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em primeiro turno, mas com liderança do senador do Rio de Janeiro nas simulações de segundo turno.
Em cinco dos seis cenários estimulados apresentados pelo instituto Futura para primeiro turno, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem tecnicamente empatados, levando-se em conta uma margem de erro de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. No sexto cenário, há vantagem para o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre o presidente Lula.
Nos cenários de segundo turno levantados pelo instituto, Lula perderia para Flávio Bolsonaro e também para o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. O presidente empata tecnicamente com o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD).
Em outros cenários, o governador Ronaldo Caiado (União), de Goiás, venceria apenas Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, e Eduardo Leite (PSD), do Rio Grande do Sul. Por sua vez, o senador Flávio Bolsonaro vence Ratinho Junior, Zema e Leite, e empata tecnicamente com Tarcísio.
Considerando o primeiro turno, foi feita uma pergunta para resposta espontânea (quando os nomes não são apresentados previamente para escolha do eleitor) e seis cenários estimulados (quando são mostrados os nomes, entre os quais o entrevistado deve escolher). Confira abaixo os cenários de primeiro turno:
Pesquisa espontânea
Lula (PT): 31,1%
Flávio Bolsonaro (PL): 19,9%
Jair Bolsonaro (PL)*: 4,8%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 2,4%
Eduardo Bolsonaro (PL): 1,7%
Ratinho Junior (PSD): 1,6%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 0,8%
Renan Santos (Missão): 0,7%
Romeu Zema (Novo): 0,4%
Ciro Gomes (PSDB): 0,4%
Outros: 2,6%
Ninguém/Branco/Nulo: 5,8%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 27,8%
Cenário 1
Lula (PT): 37%
Flávio Bolsonaro (PL): 33,3%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 10,5%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 3%
Romeu Zema (Novo): 2,6%
Renan Santos (Missão): 1,2%
Aldo Rebelo (DC): 0,5%
Ninguém/Branco/Nulo: 6,6%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 5,3%
Cenário 2
Lula (PT): 35,4%
Flávio Bolsonaro (PL): 34,3%
Ratinho Junior (PSD): 9,1%
Romeu Zema (Novo): 4,4%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 3,7%
Renan Santos (Missão): 1,7%
Aldo Rebelo (DC): 0,6%
Eduardo Leite (PSD): 0,1%
Ninguém/Branco/Nulo: 7%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 3,7%
Cenário 3
Flávio Bolsonaro (PL): 39,4%
Lula (PT): 36,3%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 4,9%
Romeu Zema (Novo): 4,8%
Eduardo Leite (PSD): 3,1%
Ninguém/Branco/Nulo: 8,4%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 3,0%
Cenário 4
Lula (PT): 37,5%
Flávio Bolsonaro (PL): 35,1%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 14,8%
Renan Santos (Missão): 2,7%
Ninguém/Branco/Nulo: 6,8%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 3,2%
Cenário 5
Flávio Bolsonaro (PL): 39,6%
Lula (PT): 38%
Ratinho Junior (PSD): 11%
Renan Santos (Missão): 2,3%
Ninguém/Branco/Nulo: 6,8%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 2,4%
Cenário 6
Flávio Bolsonaro (PL): 43,8%
Lula (PT): 38,7%
Eduardo Leite (PSD): 4,2%
Renan Santos (Missão): 2,8%
Ninguém/Branco/Nulo: 7,5%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 2,9%
Pesquisa simulou possibilidades de segundo turno para presidente
Para o levantamento a respeito da intenção de voto dos brasileiros no segundo turno, o instituto 100% Cidades simulou 11 cenários. Foi apresentado aos entrevistados um cenário entre Lula e Flávio Bolsonaro, além de outros cinco cenários com a presença de Lula e mais cinco cenários com a presença de Flávio Bolsonaro.
Veja abaixo os resultados dos cenários de segundo turno:
Flávio Bolsonaro 48,1% x 41,9% Lula
Tarcísio de Freitas 46,1% x 41,3% Lula
Ratinho Junior 44,8% x 41,2% Lula
Ronaldo Caiado 42,0% x 41,8% Lula
Lula 42,8% x 40,5% Romeu Zema
Lula 41,9% x 37,3% Eduardo Leite
Flávio Bolsonaro 37,5% x 34,7% Tarcísio de Freitas
Flávio Bolsonaro 42,4% x 30,2% Ratinho Junior
Flávio Bolsonaro 45,0% x 25,7% Ronaldo Caiado
Flávio Bolsonaro 44,7% x 24,6% Romeu Zema
Flávio Bolsonaro 47,2% x 25,9% Eduardo Leite
A pesquisa 100% Cidades/Futura ouviu dois mil entrevistados entre os dias 15 e 19 de janeiro de 2026. A pesquisa teve custo de R$ 160 mil, pagos com recursos próprios da Futura Pesquisas e Assessorias Ltda. O nível de confiança é de 95%. A margem de erro: 2 pontos percentuais. Registro no TSE nº BR-08233/2026.
Em um quadro parecido com o que já havia sido apresentado pela Genial/Quaest na semana passada, a primeira pesquisa AtlasIntel/Bloomberg de 2026, divulgada nesta quarta-feira (21), da mesma forma mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente de todos os seus adversários. Pelo levantamento, Lula ganha tanto no primeiro quanto nas simulações de segundo turno.
Para o primeiro turno, a AtlasIntel/Bloomberg testou cinco cenários, com diferentes listas de adversários. No primeiro deles, foram inseridos os nomes de praticamente todos os que são pretensos candidatos, e mesmo assim Lula alcançou 48,4%. Neste primeiro cenário, o mais surpreendente foi o crescimento de Renan Santos, do Missão.
Lula (PT) - 48,4%
Flávio Bolsonaro (PL) - 28%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 11%
Renan Santos (Missão) - 2,9%
Ronaldo Caiado (União) - 2,9%
Ratinho Jr. (PSD) - 1,7%
Romeu Zema (Novo) - 1,7%
Aldo Rebelo (DC) - 1%
Voto branco/nulo - 2,1%
Não sei - 0,3%
Nos cenários seguintes, alguns nomes ora são retirados, ora são colocados de volta. Em todos eles, o presidente Lula lidera, e a menor diferença foi em um eventual embate com o candidato Flávio Bolsonaro, do PL.
Confira abaixo os quatro outros cenários de disputas em primeiro turno, conforme a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg.
Cenário 2
Lula (PT) - 48,9%
Flávio Bolsonaro (PL) - 35%
Ronaldo Caiado (União) - 4,39%
Renan Santos (Missão) - 3,4%
Ratinho Jr. (PSD) - 2,8%
Romeu Zema (Novo) - 2,8%
Aldo Rebelo (DC) - 1%
Voto branco/nulo - 1,5%
Não sei - 0,4%
Cenário 3
Lula (PT) - 48,5%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 28,4%
Ronaldo Caiado (União) - 5%
Ratinho Jr. (PSD) - 3,9%
Romeu Zema (Novo) - 3,9%
Renan Santos (Missão) - 3,2%
Aldo Rebelo (DC) - 1,1%
Voto branco/nulo - 5%
Não sei - 1,1%
Cenário 4
Lula (PT) - 48,4%
Michelle Bolsonaro (PL) - 30,9%
Ronaldo Caiado (União) - 11,3%
Renan Santos (Missão) - 3,9%
Eduardo Leite (PSD) - 1,7%
Aldo Rebelo (DC) - 0,7%%
Voto branco/nulo - 2,8%
Não sei - 0,5%
Cenário 5
Lula (PT) - 48,8%
Ronaldo Caiado (União) - 15,2%
Romeu Zema (Novo) - 11,4%
Ratinho Jr. (PSD) - 9,4%
Renan Santos (Missão) - 3,9%
Aldo Rebelo (DC) - 1%
Voto branco/nulo - 8,1%
Não sei - 2,2%
Nas simulações de segundo turno apresentadas aos entrevistados da AtlasIntel/Bloomberg, o presidente Lula teria vantagem de quatro a 25 pontos contra os nomes de adversários que podem disputar eleições. A Atlas chegou a simular uma disputa entre o líder petista e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), apesar de ele estar inelegível. De acordo com as simulações Lula marcaria 49% dos votos totais contra praticamente todos os adversários.
Confira abaixo os cenários de segundo turno da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg:
Lula 49 x 46 Jair Bolsonaro
Lula 49 x 45 Tarcísio de Freitas
Lula 49 x 45 Michelle Bolsonaro
Lula 49 x 45 Flávio Bolsonaro
Lula 49 x 39 Ronaldo Caiado
Lula 49 x 39 Romeu Zema
Lula 49 x 39 Ratinho Jr.
Lula 48 x 23 Eduardo Leite
Uma outra simulação de primeiro turno feita pela AtlasIntel/Bloomberg retirou o nome do presidente Lula e o substituiu pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O instituto fez duas simulações de disputa, uma delas com o governador Tarcísio de Freitas e outra com Flávio Bolsonaro. Confira os resultados.
Cenário 1 (sem Lula)
Fernando Haddad (PT) - 41,5%
Flávio Bolsonaro (PL) - 35,4%
Ronaldo Caiado (União) - 5,2%
Renan Santos (Missão) - 3,4%
Romeu Zema (Novo) - 3,3%
Eduardo Leite (PSD) - 2,6%
Aldo Rebelo (DC) - 1,1%
Voto branco/nulo - 6,3%
Não sei - 1,1%
Cenário 2 (sem Lula)
Fernando Haddad (PT) - 42%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 28,9%
Ronaldo Caiado (União) - 5%
Ratinho Jr. (PSD) - 4,9%
Romeu Zema (Novo) - 3,8%
Renan Santos (Missão) - 3,6%
Aldo Rebelo (DC) - 0,7%
Voto branco/nulo - 9,5%
Não sei - 1,6%
A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 5.418 eleitores, entre os dias 15 a 20 de janeiro, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro do levantamento é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
Assim como nas simulações de primeiro turno, a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (14) apresentou sete cenários de um eventual segundo turno para as eleições presidenciais de 2026. Nas simulações, o instituto deixou de fora nomes como Jair Bolsonaro e Michelle Bolsonaro.
Além de cenários de primeiro e segundo turnos, o instituto Genial/Quaest apresentou os números da pesquisa espontânea, em que o entrevistado cita o candidato a presidente que vem à sua cabeça, sem a apresentação de uma relação de nomes.
No cenário espontâneo, assim como permaneceu praticamente no mesmo patamar tanto a indicação da preferência pelo presidente Lula como o número de indecisos, destaca-se a queda do ex-presidente Jair Bolsonaro e o crescimento do seu filho, Flávio Bolsonaro.
O cenário espontâneo apresentado pela Genial/Quaest teve o seguinte resultado:
Lula (PT): 19%
Flávio Bolsonaro (PL): 7%
Jair Bolsonaro (PL): 2%
Outros: 4%
Indecisos: 68%
Já nos cenários de segundo turno, o presidente Lula ganha de todos os seus sete adversários (PT) apresentados pela pesquisa, com vantagens que variam entre cinco e 20 pontos percentuais. A menor diferença foi vista na disputa de Lula contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 44% x 39%.
Cenário 1: Lula x Tarcísio
Lula (PT): 44%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 39%
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 13%.
Cenário 2: Lula x Flávio Bolsonaro
Lula (PT): 45%;
Flávio Bolsonaro (PL): 38%;
Indecisos: 2%;
Branco/nulo/não vai votar: 15%.
Cenário 3: Lula x Ratinho Jr.
Lula (PT): 43%;
Ratinho Júnior (PSD): 36%;
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 17%.
Cenário 4: Lula x Caiado
Lula (PT): 44%;
Ronaldo Caiado (União Brasil): 33%;
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 19%.
Cenário 5: Lula x Zema
Lula (PT): 46%;
Romeu Zema (Novo): 31%;
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 19%.
Cenário 6: Lula x Aldo Rebelo
Lula (PT): 45%
Aldo Rebelo (Democracia Cristã): 27%
Indecisos: 4%
Branco/nulo/não vai votar: 24%.
Cenário 7: Lula x Renan Santos
Lula (PT): 46%;
Renan Santos (Missão): 26%;
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 24%.
A pesquisa Genial/Quaest foi realizada entre 8 e 11 de janeiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O ministro da Casa Civil e ex-governador da Bahia, Rui Costa (PT), fez algumas críticas ao governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), durante um evento em Mariana (MG).
“Eu vi um vídeo – malicioso, de má-fé e, eu posso dizer, desonesto – do governador (Zema). Ao gravar vídeo, citar essa instituição e fazer uma crítica, citou o nome de pessoas que nada têm a ver com a instituição”, iniciou Rui Costa.
“Quero dizer ao governador que, até a chegada do presidente Lula, ele [Zema] estava calado, sem criticar e sem apontar as falhas desse acordo. Portanto, vamos trabalhar, governador. Se diminuir o tempo que o senhor gasta fazendo vídeo, falando bobagem e comendo frutas com casca, o senhor vai ter mais tempo para trabalhar e cuidar do povo de Minas”, rebateu.
As críticas do governador de Minas Gerais foram feitas na última quarta-feira (12) ao governo Lula e justificou sua ausência no evento de quinta-feira (12), pelo fator que o governo federal se apropria de investimentos e feitos da administração local.
“São projetos que, muitas vezes, o nosso Invest Minas e nossa Secretaria de Desenvolvimento Econômico ficam um ano, dois anos envolvidos, e, quando a empresa fala que vai anunciar, o governo federal costuma aparecer e falar que foi o pai da criança. Isso tem acontecido com frequência”, criticou.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) conseguiu reunir sete governadores para participar da manifestação deste domingo (6) em defesa do projeto que anistia os presos pelos atos do dia 8 de janeiro de 2023, em Brasília. A manifestação acontece na Avenida Paulista, em São Paulo.
Uma foto divulgada antes da entrada do ex-presidente na manifestação mostra Bolsonaro reunido com os governadores Tarcísio de Freitas (São Paulo, Romeu Zema (Minas Gerais), Ratinho Jr. (Paraná), Ronaldo Caiado (Goiás), Jorginho Mello (Santa Catarina), Mauro Mendes (Mato Grosso), e Wilson Lima (Amazonas).
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), havia anunciado presença na manifestação, mas em vídeo divulgado nas suas redes sociais, disse que as fortes chuvas que caíram nos últimos dias no Estado inviabilizaram a sua ida a São Paulo.
O ato de protesto deste domingo é o quinto realizado por Jair Bolsonaro desde que deixou a presidência da República, mas é o primeiro que ele organiza depois de ter virado réu no Supremo Tribunal Federal.
A primeira manifestação aconteceu em 25 de fevereiro do ano passado, na Avenida Paulista, em São Paulo, e reuniu cerca de 300 mil pessoas. O segundo protesto ocorreu em 21 de abril, na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, e teve público estimado de 40 mil pessoas.
O terceiro protesto foi novamente na Avenida Paulista, em 7 de setembro do ano passado, e teve presença de 60 mil pessoas. Já o quarto evento se deu em 16 de março deste ano, de novo na praia de Copacabana, desta vez com a presença de apenas 25 mil pessoas.
Governadores com alta taxa de aprovação de um lado, governo do presidente Lula com desaprovação maior do que a média nacional de outro. Em síntese, esse é o resultado de uma pesquisa realizada pela Genial/Quaest nos estados de Goiás, Paraná, Minas Gerais e São Paulo. Os quatro estados são governados por opositores ao governo federal.
De acordo com os resultados do levantamento, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), teria hoje a melhor avaliação entre os quatro destacados pela Genial/Quaest: 86% de aprovação. Em segundo lugar vem o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), com 79%.
Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, e Tarcísio de Freitas (Republicanos), de São Paulo, também apresentam bom desempenho em seus estados. Ambos tiveram uma aprovação de 62% a suas administrações.
Assim como Goiás e Paraná são os estados que melhor avaliam seus governadores, também foram os que apresentaram os piores números de desaprovação ao governo Lula. No Paraná, o terceiro mandato de Lula é desaprovado por 54% dos entrevistados, enquanto em Goiás, esse índice chegou a 50%.
Nas eleições de 2022, o então candidato Jair Bolsonaro venceu o segundo turno com larga margem sobre Lula tanto no Paraná quanto em Goiás. No Paraná, Bolsonaro recebeu 62,4% dos votos válidos contra 37,6% do candidato petista. Já em Goiás, Bolsonaro teve 58,7% dos votos contra 41,2% de Lula.
Segundo o Genial/Quast, a média de desaprovação ao governo Lula está em 46%. Nos estados de São Paulo e Minas Gerais a desaprovação ao presidente da República ficou perto desse patamar: 48% em São Paulo e 47% em Minas.
Nesses dois estados a aprovação de Lula foi maior que a desaprovação (50% em SP e 52% em MG). Já em Goiás e no Paraná, a aprovação de Lula ficou abaixo da desaprovação (49% em Goiás e 44% no Paraná).
Na divisão das menções positiva, regular e negativa ao governo Lula por estado, a pesquisa mostra o seguinte quadro: Em SP, a avaliação negativa registra 37% enquanto a positiva fica em 32% (29% veem o governo como “regular”). Em MG, a avaliação negativa atinge 35%, e a positiva 34% (e 30% de regular).
Já em Goiás, a avaliação negativa mede 40%, contra 32% positiva e 27% de regular. No Paraná, 41% avaliam a gestão de Lula como negativa, contra 30% que a avaliam como positiva (27% de regular). Em todos os quatro estados, a avaliação negativa supera a média nacional, aferida em março, que foi de 34%.
A pesquisa também abordou com os entrevistados sua impressão a respeito da economia em seus estados. A percepção geral é de que a situação piorou nos últimos 12 meses, porém com menos intensidade nos quatro estados pesquisados do que no Brasil.
Segundo números da pesquisa nacional realizada no mês anterior, 42% dos eleitores avaliaram que a economia piorou durante o último ano, enquanto 23% diziam que houve melhora no período. Já nos estados os números são o seguinte:
- São Paulo: 30% dos entrevistados avaliam que a economia piorou nos últimos 12 meses, contra 26% que veem uma melhoria.
- Minas Gerais: 30% avaliam que a economia piorou, em contraste com 22% que veem uma melhoria nos últimos 12 meses.
- Goiás: 21% avaliam que a economia piorou, contra 35% que sentem que houve melhoria.
- Paraná: 23% avaliam que a economia piorou, contra 27% que avaliam o oposto.
Os quatro governadores de oposição ao governo federal possuem avaliação diferente em algumas das áreas de atuação abordadas pela Genial/Quaest no levantamento. Na segurança pública, por exemplo, enquanto o governador Tarcísio de Freitas tem avaliação positiva de 33% e negativa de 31% nesta área, Ronaldo Caiado desponta com número bem mais altos: 69% de menções positivas contra apenas 10% negativas.
Na área da saúde, Caiado novamente é o que tem o seu trabalho melhor avaliado pela população, com 53% de menções positivas. Em seguida aparecem Ratinho Junior (47%), Romeu Zema (39%) e Tarcísio de Freitas (32%).
Em educação, o governador de Goiás novamente aparece com a melhor avaliação junto à sua população (67% de menções positivas). Na sequência despontam Ratinho Junior (63%), Romeu Zema (51%) e Tarcísio de Freitas (42%).
A pesquisa foi realizada de 4 a 7 de abril, com 1.506 entrevistas presenciais feitas em Minas Gerais, 1.121 no Paraná, 1.127 em Goiás, e 1.656 em São Paulo. As margens de erro estimadas foram de 2,5 pontos percentuais para Minas Gerais, 2,9 pontos percentuais tanto para o Paraná quanto para Goiás, e 2,4 pontos percentuais para São Paulo.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou nesta sexta-feira (2) que os estados das regiões Sudeste e Sul se destacam por terem “uma proporção muito maior de pessoas trabalhando do que vivendo de auxílio emergencial”.
Como noticiou o Metrópoles, a fala foi feita na cerimônia de abertura do 8º Encontro do Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud), que ocorre na capital mineira Belo Horizonte.
“Quando se fala em Sul e Sudeste nós temos aqui uma semelhança enorme, se tem estados que podem contribuir para esse país, dá certo. Eu diria que são esses sete estados aqui são estados onde, diferente da grande maioria, há uma proporção muito maior de pessoas trabalhando do que vivendo de auxílio emergencial”, disse o mineiro.
O encontro reúne os governadores de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos); do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB); do Paraná, Ratinho Júnior (PSD); do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB) e de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL).
Zema afirmou, ainda, que o que faz estes estados funcionarem são “pessoas que trabalham e empreendem”, para sustentar que não existem “soluções milagrosas”.
“Muitos que não dão certo ficam reclamando que precisam de mais. Em vez de seguir os bons exemplos, ficam sempre pedindo mais recursos. É algo muito comum, tanto no privado, que eu já trabalhei, quanto no público”, continuou.
?? Zema: Sul e Sudeste têm mais trabalhadores que dependentes de auxílio
— Metrópoles (@Metropoles) June 2, 2023
Em evento com governadores, Romeu Zema (Novo) disse que o que faz estados funcionarem são “pessoas que trabalham e empreendem”
Leia: https://t.co/q10vqnxzaK pic.twitter.com/OshzPXCFie
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.