Artigos
O Espectro Invisível das Pesquisas
Multimídia
Bruno Monteiro diz que fechamento do TCA expôs "vácuo" de grandes teatros em Salvador
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
zema
Com a decisão do partido Mobiliza de não oficializar a candidatura do ex-deputado Cabo Daciolo, até esta terça-feira (4) são 12 os postulantes a presidente que tiveram os seus nomes chancelados nas convenções partidárias. A conta final de presidenciáveis ainda deve aumentar, já que o partido DC (Democracia Cristã) fará convenção nesta quarta (5) e lançará a advogada Clariana Barão como candidata.
O DC fará sua convenção no último dia permitido pela Justiça Eleitoral para a realização dos encontros partidários. Caso se confirme a candidatura da matogrossense Clariana Barão, a disputa de 2026 terá 13 postulantes, dois a mais do que os 11 que se candidataram em 2022, e a mesma quantidade observada na eleição de 2018.
Dos 12 nomes colocados para a disputa até o momento, apenas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve na disputa de 2022. Ronaldo Caiado e Rui Costa Pimenta já foram candidatos a presidente em outras eleições, mas não participaram do último pleito.
Confira abaixo quem são os 12 candidatos que tiveram seus nomes confirmados até esta terça (4):
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): atual presidente, aos 80 anos tentará um quarto mandato. Teve seu nome oficializado no último fim de semana, em convenção nacional do PT. Terá como candidato a vice Geraldo Alckmin, do PSB, repetindo a chapa de 2022.
Flávio Bolsonaro (PL): senador pelo Rio de Janeiro e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, tem 45 anos e foi deputado estadual por diversos mandatos. A sua candidatura foi oficializada em 25 de julho, mas até o momento, ainda não conseguiu definir quem será o vice-presidente na sua chapa.
Ronaldo Caiado (PSD): aos 76 anos, o ex-governador de Goiás é o segundo mais velho na lista de candidatos, e tenta a eleição presidencial pela segunda vez desde 1989. Formou uma chapa ao lado do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, que foi oficializada em convenção nacional do partido no dia 26 de julho, na cidade de São Paulo.
Renan Santos (Missão): o ativista político de 42 anos, criador e presidente do Movimento Brasil Livre (MBL), é estreante na política. Junto com o deputado federal Kim Kataguiri e outros membros do MBL, fundou o Missão, o mais novo partido a receber registro do TSE. O vice de Renan é o militar da reserva Aroldo Medina, que teve o nome confirmado em um evento no último dia 1º de agosto, em São Paulo.
Romeu Zema (Novo): ex-governador de Minas Gerais por dois mandatos consecutivos, aos 61 anos de idade parte para sua primeira candidatura a presidente, que foi confirmada em convenção do partido realizada virtualmente no dia 27 de julho. Zema anunciou newsta terça (4) o nome do senador Eduardo Girão (CE) como seu candidato a vice. Girão também é do Novo.
Augusto Cury (Avante): Psiquiatra, professor e escritor no segmento de autoajuda, tem 61 anos e está estreando na política. Coloca a educação como sua bandeira principal. A candidatura foi homologada em evento nesta segunda (3), em São Paulo, com a presença do governador Tarcísio de Freitas. Cury ainda não definiu quem será o seu vice.
Samara Martins (UP): dentista no SUS (Sistema Único de Saúde), Samara disputou as eleições de 2022 como vice de Léo Péricles, atual presidente da sigla. Para este ano, Samara, que tem 38 anos, é uma das únicas mulheres na disputa, e definiu a guarda-portuária Raquel Brício, do seu partido, como vice. A oficialização da candidatura foi realizada em São Paulo no dia 26 de julho.
Rui Costa Pimenta (PCO): jornalista, escritor e dirigente político, aos 68 anos, atua na militância de esquerda desde a década de 1970 e é presidente nacional do Partido da Causa Operária (PCO), fundado em 1995. Ao longo de sua trajetória, participou de movimentos estudantis, sindicais e de organizações políticas voltadas ao socialismo.
Leonardo Avalanche (PRTB): presidente do partido desde 2024, o político de 37 anos teve a candidatura confirmada durante convenção realizada em Goiânia, no dia 30 de julho. A policial militar veterana Tenente Dalma será sua candidata a vice, formando mais uma chapa pura.
Edmilson Dias (PCB): O professor e doutor em economia é o atual secretário-geral do PCB. O nome dele foi oficializado para a disputa presidencial em evento realizado em São Paulo no dia 1 de agosto. A vice dele será Cleusa Santos, também do Partido Comunista Brasileiro.
Hertz Dias (PSTU): professor da rede pública do Maranhão, o rapper e ativista do movimento negro, com 55 anos de idade,, terá a professora da rede pública de Belo Horizonte Vanessa Portugal como vice. A chapa foi confirmada em 31 de julho, em São Paulo.
Wilson Grassi (Democrata): veterinário e paulista, Wilson, de 56 anos, teve sua candidatura confirmada no último domingo (2), durante convenção nacional realizada no Rio de Janeiro. O partido ainda precisa definir o nome do vice. É a primeira vez que a sigla, fundada em 2008 como Partido da Mulher Brasileira, lança um nome próprio para concorrer a presidente.
O presidente Lula é o único candidato que, até o momento, conseguiu reunir outros partidos em sua coligação. Além do seu partido, o PT, Lula terá, na sua coligação, a presença do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), do Partido Verde (PV), do Partido Socialista Brasileiro (PSB), do Partido Democrático Trabalhista (PDT), do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e da Rede Sustentabilidade.
A mais nova rodada da pesquisa Atlas/Bloomberg sobre a disputa presidencial, divulgada nesta quarta-feira (29), mostrou um cenário de estabilidade, com os dois principais adversários oscilando pouco em relação ao levantamento anterior, de junho. Tanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) oscilaram dentro da margem de erro de um ponto percentual para mais ou para menos.
Na simulação de primeiro turno, o presidente Lula registrou 44,9% das intenções de voto, seguido de Flávio Bolsonaro com 35,8%. Na rodada anterior, o líder petista tinha 46,3% e o senador do PL, 36,6%. Confira abaixo o cenário de primeiro turno da Atlas/Bloomberg.
Lula (PT) - 44,9%
Flávio Bolsonaro (PL) - 35,8%
Renan Santos (Missão) - 7,8%
Ronaldo Caiado (PSD) - 3,1%
Romeu Zema (Novo) - 2,8%
Samara Martins (UP) - 2,1%
Augusto Cury (Avante) - 1,6%
Cabo Daciolo (Mobiliza) - 0,1%
Hertz Dias (PSTU) - 0,1%
Rui Costa Pimenta (PCO) - 0%
Edmilson Costa (PCB) - 0%
Brancos/nulos - 0,6%
Não sei - 1%
Também no cenário de segundo turno há estabilidade nos números em relação ao levantamento anterior da Atlas/Bloomberg. Nos números de julho, o presidente Lula alcançou 49,2% das intenções de voto contra 42,9% do senador Flávio Bolsonaro. A diferença é de 6,3% percentuais a favor do atual presidente.
Tanto Lula como Flávio oscilaram dentro da margem de erro de um ponto percentual para mais ou para menos. Na pesquisa Atlas/Bloomberg do mês passado, Lula tinha 48,8% contra 42,3% do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A pesquisa também indica vitória de Lula contra todos os outros candidatos testados em cenários de segundo turno. Confira abaixo as simulações de segundo turno:
Lula 49,2% x 42,9% Flávio Bolsonaro
Lula 48,2% x 38,9% Ronaldo Caiado
Lula 48,6% x 39,6% Romeu Zema
Lula 47,6% x 30,2% Renan Santos
Lula 48,8% x 42,5% Michelle Bolsonaro
A pesquisa Atlas/Bloomberg também questionou os brasileiros sobre quais políticos eles não votariam de jeito nenhum. O mais rejeitado é o senador Flávio Bolsonaro, com 52,9%. O presidente Lula é o segundo da lista, com 49,4%.
Na sequência, estão o ex-presidente Jair Bolsonaro, com 42,6% de rejeição, Michelle Bolsonaro, com 39,2% e Renan Santos, citado por 38% dos entrevistados. A rejeição a Zema é de 37,7%, seguido de Caiado, com 33,3% e Fernando Haddad (PT), com 32,6%.
A Atlas/Bloomberg entrevistou 5.021 eleitores por meio de questionário aplicado pela internet entre os dias 22 e 27 de julho. A margem de erro é de 1 ponto percentual para mais ou para menos e o nível de confiança, 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08602/2026.
O PT e a equipe de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva estão envolvidos nos últimos dias em discussões internas sobre a participação do líder petista nos debates com outros candidatos. O primeiro debate televisivo com candidatos a presidente já está marcado para o dia 16 agosto, pela Band, e no momento as maiores chances são de que Lula não compareça.
Para este primeiro debate já programado pelo Band, a ausência do presidente Lula não aconteceria por estratégia política para evitar ataques dos adversários. Segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, dirigentes do PT alegam que no dia 16 de agosto acontecerá o primeiro ato oficial da campanha de reeleição de Lula, em um megaevento no estádio de Vila Euclides, em São Bernardo do Campo.
“Não há a menor condição de adiarmos esse evento. E também não há condição de o Lula ir a um debate à noite após passar o dia ali no estádio”, disse um dirigente petista ao colunista do Globo.
Assim como o presidente Lula pode faltar a debates para evitar ataques dos demais candidatos, a equipe do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) também analisa a conveniência de marcar presença nesses encontros sem a participação do seu principal adversário.
De acordo com o site da revista Veja, membros da campanha de Flávio Bolsonaro afirmam que ele garante presença nas mesmas ocasiões em que Lula comparecer, e a eventual ausência do presidente da República deixa incerta a ida do senador do PL aos debates.
Pessoas da campanha de Flávio ouvidos pela Veja avaliam que a presença dele nos debates só se justifica pelo embate direto com Lula. Sem a presença do presidente, Flávio Bolsonaro automaticamente se tornaria o principal alvo dos demais presidenciáveis.
Apesar dos temores das equipes de Lula e de Flávio Bolsonaro, as regras e o formato dos debates que estão sendo programados eliminam a maior parte dos atuais candidatos a presidente. A Band e as demais emissoras restringem a participação nos debates aos candidatos cujos partidos possuam representação mínima no Congresso Nacional.
Da lista atual de postulantes à cadeira presidencial, apenas seis atendem aos requisitos das emissoras para participar dos debates: Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante).
Os demais nomes pertencem a partidos que não possuem qualquer deputado federal em suas fileiras. São eles: Cabo Daciolo (Mobiliza), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara Martins (UP), Leonardo Avalanche (PRTB) e Joaquim Barbosa (DC).
Dessa lista atual de 13 postulantes à presidência, apenas Renan Santos (Missão) já teve seu nome oficializado por seu partido. Os demais ainda terão que ter sua candidatura submetida à convenção nacional e alguns deles ainda podem desistir da candidatura.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) negou nesta terça-feira (21) que tenha convidado a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) para ocupar a vice em sua chapa à Presidência neste ano. A negativa veio depois de Michelle também descartar publicamente a possibilidade de uma composição com o mineiro.
"Não mencionei o nome dela, não. Eu fui questionado sobre quem seria a vice, o jornalista citou o nome dela e eu falei que era uma possibilidade. Então, não houve nenhum convite em nenhum momento, mas, diante da pergunta, eu mencionei que sim", disse Zema em conversa com jornalistas durante agenda no Rio de Janeiro.
Zema fez referência a uma declaração dada por ele no último fim de semana, durante um evento do Novo em São Paulo. Na ocasião, colocou Michelle como uma "possibilidade" para a vice de sua chapa e disse que seu critério é que a pessoa escolhida tenha "ficha limpa".
Horas depois, Michelle reagiu nas redes sociais e descartou qualquer possibilidade de composição. A ex-primeira-dama afirmou que sequer decidiu se vai disputar uma vaga ao Senado pelo Distrito Federal e lembrou que é filiada ao PL, partido que já lançou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como candidato à Presidência.
Segundo o jornal O Globo, a possibilidade de os dois caminharem juntos provocou irritação entre integrantes da cúpula do PL, abrindo uma nova frente de atrito entre bolsonaristas e o governador mineiro.
Alguns institutos de pesquisa do país devem divulgar nesta semana novos levantamentos sobre a disputa presidencial de 2026. Pelo menos três pesquisas serão divulgadas já a partir desta terça-feira (21).
A primeira delas será apresentada pela Big Time Real Data. O instituto realizou uma simulação de primeiro turno e outras de segundo turno com os nomes dos melhores colocados nas pesquisas.
Na simulação de primeiro turno, uma lista com 13 candidatos foi apresentada aos entrevistados, dispostos em ordem alfabética: Cabo Daciolo (Mobiliza); Edmilson Costa (PCB); Escritor Augusto Cury (Avante); Flávio Bolsonaro (PL); Hertz Dias (PSTU); Joaquim Barbosa (DC); Leonardo Avalanche (PRTB); Lula (PT); Renan Santos (Missão); Romeu Zema (Novo); Ronaldo Caiado (PSD); Rui Costa Pimenta (PCO); e Samara Martins (UP).
Já na quarta (22), será a vez de o Instituto Gerp apresentar os resultados de sua 23ª pesquisa sobre a corrida presidencial. Além de apurar a opinião espontânea dos entrevistados, o instituto fez questionamentos sobre cenários de primeiro e segundo turno, rejeição aos atuais candidatos, opinião a respeito do governo federal e dos problemas do país.
No mesmo dia, o Instituto Datafolha envia seus pesquisadores a campo para medir as intenções de voto na eleição à presidência, além de questionar os brasileiros de todas as regiões a respeito de diversos temas. O resultado da pesquisa Datafolha deve ser divulgado na sexta (24).
O questionário do Datafolha inicia querendo saber se o entrevistado já escolheu candidato a presidente e em quem ele pretende votar. A resposta será espontânea, sem a apresentação de uma lista com nomes.
Logo depois, os entrevistados escolhem seu candidato a partir de uma relação com nomes de doze candidatos. Diferentemente dos outros dois institutos, o Datafolha não incluiu o nome do ex-ministro do STF Joaquim Barbosa.
Além de também buscar saber a opinião dos entrevistados sobre o grau de rejeição a cada um desses doze nomes, o Datafolha traça alguns cenários de disputa de segundo turno: Lula versus Flávio Bolsonaro, Lula versus Caiado e Lula versus Zema.
A pesquisa também vai aferir a aprovação do governo Lula; sobre como o brasileiro vê a economia (se vai melhorar ou piorar); qual é o maior problema do Brasil hoje; e seis perguntas sobre o tarifaço.
O levantamento do Datafolha incluiu ainda perguntas para captar os efeitos do tarifaço imposto pelo presidente norte-americano Donald Trump nas candidaturas de Lula e Flávio Bolsonaro. Outro tema que o instituto vai medir diz respeito ao impacto do vídeo da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro com críticas a seu enteado, Flávio Bolsonaro.
A pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (15), mostra que, até o momento, os principais pré-candidatos à "terceira via" na corrida à Presidência não conseguiram capitalizar a perda de votos de Flávio Bolsonaro (PL), especialmente na direita não bolsonarista. O presidente Lula (PT) lidera as intenções de voto, com 40%, seguido pelo filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que marca 28%. Na mesma pesquisa, a distância no primeiro turno entre o petista e o senador já foi de cinco pontos, em abril, e agora é de 12.
Apesar disso, os dados apontam que não há transferência massiva de eleitores que indicavam voto em Flávio para Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) ou Romeu Zema (Novo). Os ex-governadores e o ativista do Movimento Brasil Livre (MBL) seguem empatados tecnicamente em terceiro lugar, com intenções de voto entre 2% e 4%, segundo a Quaest, cuja margem de erro é de dois pontos percentuais.
Nos últimos meses, impulsionado pela revelação do elo com o banqueiro preso por fraude, Daniel Vorcaro, pela associação do tarifaço americano à atuação bolsonarista no exterior e pela exposição da briga com Michelle Bolsonaro (PL), o recuo de Flávio não se traduziu em crescimento de alguma alternativa à polarização.
Na divulgação anterior da Quaest, há um mês, o petista tinha 39% e o senador, 29%. No entanto, Flávio chegou a somar 33% no primeiro turno em maio, no ápice de sua pré-campanha até aqui. De lá para cá, o pré-candidato do PL perdeu cinco pontos, que acabaram se diluindo entre Caiado, Renan Santos, Zema e, principalmente, entre eleitores indecisos e aqueles que citam voto nulo ou em branco.
Atualmente, os indecisos representam 11%, registrando um salto de seis pontos desde maio, quando eram 5%. Os entrevistados que indicaram a intenção de votar nulo, em branco ou de não comparecer às urnas chegaram a ser 16% em março deste ano, mas caíram para 11% no mês seguinte e foram oscilando dentro da margem de erro até atingirem os atuais 8%.
Enquanto isso, o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, teve pico de 6% na pesquisa Quaest de abril, caiu para 3% em junho e agora tem 4%. O nome do MBL, Renan Santos, por sua vez, obteve 2% das intenções de voto em abril e subiu para 3% em junho, mesmo patamar observado no levantamento divulgado nesta quarta-feira. Já Romeu Zema tinha 4% em maio, recuou para 2% em junho e agora mantém esse número.
A sondagem mostra que o apoio a Flávio caiu especialmente entre os eleitores que se identificam com a direita não bolsonarista: em dois meses, ruiu 21 pontos, caindo de 74% em maio para os atuais 53%.
Este é o pior resultado nesse estrato para o pré-candidato do PL desde dezembro de 2025, quando marcou 45% entre direitistas não bolsonaristas (em janeiro, por exemplo, ele havia saltado para 59%). No grupo desse mesmo posicionamento político, Zema tem hoje 6% das intenções de voto; Caiado tem 5%; e Renan, 4%.
O declínio começou a partir das notícias do envolvimento de Flávio com o banqueiro Daniel Vorcaro pelo financiamento do filme de seu pai, "Dark Horse". O senador sempre negou irregularidades no caso.
A fragmentação da direita e o fato de os outros pré-candidatos à Presidência ainda serem pouco conhecidos nacionalmente são hipóteses para a ausência de migração significativa de votos de Flávio. Segundo o levantamento divulgado nesta quarta-feira, 44% não conhecem Caiado; 50% desconhecem Zema; e 77% não sabem quem é Renan Santos.
FLAVIO CORRE RISCO?
Além da queda no apoio na direita, o eleitor de Flávio Bolsonaro demonstra menor convicção. Em junho, 70% afirmavam que o voto no senador para presidente era definitivo. Agora, são 62%. No mesmo período, a proporção de apoiadores de Flávio que admitiu a possibilidade de mudar de voto subiu de 30% para 37%.
Em contrapartida, Lula passou de 71% para 77% entre eleitores convictos, e aqueles que ainda podem mudar de opção até o pleito somaram 23%, ante 29% do mês anterior. A maioria dos eleitores de Caiado (57%), de Renan Santos (65%) e de Romeu Zema (70%) também indicou que pode trocar de candidato.
O levantamento ainda mostra que 57% dos brasileiros conhecem e não votariam em Flávio Bolsonaro (PL). A rejeição ao filho do ex-presidente Jair Bolsonaro oscilou um ponto para cima desde junho, enquanto a do principal concorrente, Lula, recuou três pontos no mesmo período (de 53% para 50%).
A diferença entre os dois, agora, é de sete pontos percentuais. Em abril, o presidente era o mais rejeitado (55%), seguido pelo senador (52%). A rejeição de Flávio vem registrando crescimento desde as revelações do elo do senador com Vorcaro. O índice também vem oscilando para cima após a divulgação dos vídeos de sua madrasta, Michelle Bolsonaro (PL).
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07181/2026. A Genial/Quaest realizou entrevistas presenciais com 2.004 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 10 e 13 de julho, em todo o país. A margem de erro para a amostra geral é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) se prepara para anunciar nesta quarta-feira (30), em Brasília, o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, como seu candidato a vice-presidente. Enquanto Caiado avança na definição da chapa, seus principais adversários no campo da centro-direita ainda não fecharam a questão. O senador Flávio Bolsonaro (PL) mantém a preferência por uma mulher, e o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) negocia uma aliança com o Podemos que ainda enfrenta resistências.
No campo governista, Lula deverá repetir a chapa de 2022 com o vice Geraldo Alckmin (PSB).Os dois se reúnem nesta terça-feira (30) em São Paulo para acertar os últimos detalhes da composição e discutir a estratégia eleitoral. A definição representa uma mudança de rota: desde o lançamento da pré-campanha, auxiliares de Caiado defendiam buscar um vice fora do PSD, principalmente no União Brasil e, em um segundo momento, no PP, para ampliar o tempo de propaganda eleitoral e atrair novos apoios.
No PL, a escolha do vice segue em aberto. Flávio voltou a defender publicamente que a vaga seja ocupada por uma mulher. Nos bastidores, aliados avaliam que a escolhida precisa ajudar a reduzir a resistência do senador entre o eleitorado feminino, fortalecer a interlocução com lideranças evangélicas e ampliar a coalizão. Nesta quarta, a campanha promove em Brasília uma reunião com parlamentares e lideranças femininas da direita para discutir um programa voltado exclusivamente às mulheres.
A ex-presidente da Caixa Econômica Federal Daniella Marques, que passou a integrar a equipe de Flávio nas últimas semanas, ganhou força entre aliados como possível candidata a vice. Outros nomes lembrados por integrantes da campanha são a senadora Tereza Cristina (PP-MS), a deputada Bia Kicis (PL-DF) e a deputada Simone Marquetto (PP-SP).
No Novo, Zema também mantém a vaga em aberto. O governador mineiro abriu negociações com o Podemos e tem o empresário Geraldo Rufino, filiado ao partido e atuante no setor de peças para caminhões, como principal cotado para compor a chapa. Uma ala do Podemos, porém, resiste à aliança e defende que Zema dispute uma vaga ao Senado, sob o argumento de que teria mais chances de vitória e ajudaria a fortalecer a coligação.
Até o momento, o episódio do vídeo gravado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro com fortes críticas ao seu enteado, o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ), não causou mudanças significativas no quadro da intenção de votos dos brasileiros. Foi o que mostrou pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (29).
O novo levantamento do instituto, o quinto apresentado neste ano, revela um cenário de pouca mudança tanto nas simulações de primeiro turno quanto nas disputas de segundo turno. As entrevistas feitas pela pesquisa BTG/Nexus foram iniciadas na última sexta (26), depois, portanto, da repercussão criada pelo vídeo divulgado por Michelle Bolsonaro e das desculpas públicas apresentadas por Flávio Bolsonaro.
No cenário de primeiro turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém a liderança da corrida presidencial, embora o candidato Flávio Bolsonaro tenha reduzido ligeiramente a distância entre os dois em relação ao último levantamento da BTG/Nexus. Confira abaixo o resultado da simulação de primeiro turno:
Lula (PT) - 42%
Flávio Bolsonaro (PL) - 34%
Ronaldo Caiado (PSD) - 5%
Renan Santos (Missão) - 4%
Romeu Zema (Novo) - 3%
Joaquim Barbosa (DC) - 1%
Augusto Cury (Avante) - 1%
Aécio Neves (PSDB) - 1%
Cabo Daciolo (Mobiliza) - 1%
Brancos/nulos - 5%
Não sabe/não respondeu - 3%
No voto espontâneo, Lula amplia a vantagem sobre Flávio Bolsonaro e reforça posição de favorito. O presidente é citado por 33% dos entrevistados, ante 26% registrados na rodada anterior, enquanto o senador Flávio Bolsonaro oscilou de 19% para 20%, com a diferença entre os dois passando de sete para 13 pontos percentuais.
Nas simulações de segundo turno, o presidente Lula continua à frente de todos os adversários testados, embora com uma margem menor diante de Flávio Bolsonaro. No principal confronto, Lula aparece com 47% das intenções de voto, contra 44% de Flávio Bolsonaro.
Em relação à rodada anterior, o presidente recuou dois pontos (de 49% para 47%), enquanto o senador avançou um ponto (de 43% para 44%), reduzindo a diferença de seis para três pontos percentuais.
Confira abaixo as disputas de segundo turno, de acordo com o resultado da pesquisa BTG/Nexus:
Lula 47% x 44% Flávio Bolsonaro
Lula 48% x 38% Romeu Zema
Lula 47% x 39% Ronaldo Caiado
Lula 48% x 36% Renan Santos
Os indicadores de rejeição seguem desfavoráveis ao senador Flávio Bolsonaro. O pré-candidato do PL registra 51% de rejeição, dois pontos acima dos 49% de Lula.
Embora a diferença permaneça favorável ao presidente, a trajetória dos dois candidatos mudou nesta rodada: Flávio reduziu sua rejeição em um ponto percentual em relação ao levantamento anterior, enquanto a de Lula subiu dois pontos.
A pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.009 pessoas entre os dias 26 e 28 de junho em todo o país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-08521/2026.
Pesquisa PoderData divulgada nesta quinta-feira (25) mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) teve uma pequena recuperação desde a última sondagem do instituto, em março, e diminuiu a distância para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na simulação de segundo turno. A recuperação do candidato do PL acontece na esteira da revelação de ligações suspeitas entre o então líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), com os sócios do Banco Master.
Segundo o PoderData, o presidente Lula marcou 46% na simulação de segundo turno, contra 43% de Flávio Bolsonaro. Brancos e nulos são 8% e não sabe em quem votar, 3%.
Na pesquisa passada, o senador do PL obteve 42%, e com a recuperação agora em junho, a diferença de três pontos percentuais permite dizer que ele e Lula estão em situação de empate técnico, já que a margem de erro do levantamento é de dois pontos. A sondagem do PoderData não teve influência, entretanto, das críticas feitas pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro ao seu enteado, nesta quarta (24).
A estratificação da intenção de votos apurada pelo PoderData mostra que o presidente Lula é o nome escolhido por 50% das mulheres entrevistadas, contra 38% que escolherem o nome do PL. Entre os homens, o cenário se inverte: Lula 41% X 48% Flávio.
O líder petista tem vantagem também no Nordeste (53% das intenções de voto) e entre os que cursaram até o ensino fundamental (49%). Flávio Bolsonaro vai melhor no Centro-Oeste (52%) e entre os que têm o ensino médio (50%).
Outras simulações de disputas em segundo turno também foram feitas pela pesquisa PoderData. Confira abaixo os resultados:
Lula 43% x 41% Joaquim Barbosa (DC)
Lula 45% x 38% Renan Santos (Missão)
Lula 45% x 42% Romeu Zema (Novo)
Lula 45% x 42% Ronaldo Caiado (PSD)
Os dados da pesquisa PoderData foram coletados de 21 a 24 de junho de 2026, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.400 entrevistas em 617 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o nº BR-05722/2026.
O pré-candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) descartou nesta segunda-feira (22) a possibilidade de formar chapa com o também pré-candidato Ronaldo Caiado (PSD). A declaração foi feita em coletiva durante evento promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Zema fez uma analogia com as eleições chilenas para explicar sua visão sobre a disputa presidencial no Brasil, afirmando que os candidatos de direita devem fazer campanhas separadas no primeiro turno e se unir apenas no segundo.
"No Brasil nós vamos ter uma eleição semelhante com a que tivemos no Chile. Diversos candidatos da direita lado a lado, fazendo sua trajetória no primeiro turno e, no segundo turno, todos juntos", disse.
Em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (22) no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, o pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), confirmou sua vinda ao tradicional desfile do 2 de Julho, em Salvador, data em que se celebra a Independência do país a partir da luta das forças nacionais no estado da Bahia.
A confirmação ocorreu após Zema ser questionado pelo portal Bahia Notícias sobre como pretende romper a resistência ao seu nome em regiões como o Nordeste, levando em consideração a falta de adesão local a candidaturas alinhadas ao seu partido no estado.
Confira a resposta:
??Zema confirma vinda ao 2 de Julho
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) June 22, 2026
e aponta que “modelo Minas” o fará romper resistência no Nordeste
?????Bahia Notícias
Confira?? pic.twitter.com/VLquzvPddt
O ex-governador de Minas Gerais demonstrou otimismo e relatou sua recente circulação por outros estados da região. "Fiquei três, quatro dias em Pernambuco e na Paraíba. Voltei ontem à noite, uma viagem, uma missão lá, um giro muito bom. Fiquei muito feliz com aquilo que eu vi lá, o polo de confecções de Caruaru e toda a região ali", relata.
Durante seu relato, Zema causou impacto ao comentar a situação da empregabilidade no Agreste pernambucano, apontando que, segundo relatos de empresários locais, há vagas abertas que não são preenchidas.
"Como eu falei, emprego existe lá no Agreste. O que tem hoje, infelizmente, são pessoas que não querem trabalhar, e os empresários de lá me reclamaram também. Quando eu falo alguma coisa, eu quero aqui fazer uma ressalva: eu nunca tiro ela da cartola não, geralmente é coisa que eu fui ver com quem tem envolvimento direto com o problema", justifica.
O pré-candidato reforçou que pretende fazer uma campanha de caráter nacional, visitando todas as regiões, sem distinção ideológica. "Vou percorrer todo o Brasil, não vai ter região que eu não vá. Sei que algumas regiões são mais à esquerda, mais à direita, mas esse trabalho será feito indistintamente."
MINAS ENTERROU O PT?
Zema confirmou que sua agenda no Nordeste deve ser retomada muito em breve, embora tenha demonstrado hesitação temporária sobre as datas exatas de seus próximos compromissos. "Já tenho um retorno programado ao Nordeste na próxima semana... Eu vou estar lá. Aliás, é nesta semana? É nesta ou na próxima? É na próxima, exato, é na hora que eu confundo o que é a agenda", comenta.
A principal estratégia do político para conquistar o eleitorado nortista e nordestino será a apresentação dos resultados obtidos em sua gestão à frente do Executivo mineiro. O pré-candidato argumenta que seu modelo administrativo foi capaz de neutralizar a força de seus principais adversários políticos.
"E vou levar para o Nordeste, para o Norte, a proposta que já deu certo em Minas Gerais. Lá em Minas, para quem não sabe, não existe mais polarização. Lá, o PT não terá candidato ao governo do Estado este ano, não teve em 2022. Lá em Minas, o PT está enterrado por hora", conclui.
Ainda no evento realizado nesta segunda-feira (22) no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, o pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), foi enfático ao defender uma agenda econômica liberal e de desestatização, resumindo seu plano em uma promessa direta: "Vou privatizar tudo".
Veja em vídeo:
??Zema defende privatização total de estatais: "Só serve para atender politicagem"
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) June 22, 2026
?????Bahia Notícias
Confira?? pic.twitter.com/6b7vatgGkT
Diante da plateia de empresários, Zema explicou que o caminho para as empresas estatais é a valorização por meio de uma administração técnica eficiente antes da venda. "Dá para valorizar muito as principais estatais, com uma gestão boa, e levá-las ao mercado", diz o ex-governador de Minas Gerais.
Para o pré-candidato, o excesso de atribuições do governo federal prejudica a entrega de serviços públicos essenciais. Ele argumentou que tanto a União quanto as gestões estaduais deveriam focar seus esforços exclusivamente em áreas prioritárias que não podem ser delegadas à iniciativa privada.
"O governo federal, como o estadual, já tem muito o que fazer quando se fala de saúde, de educação, de segurança e de infraestrutura naquelas áreas que não são possíveis de serem concedidas. Já é uma tarefa gigantesca, e ainda vai se meter com atividades que são do setor privado?", questiona.
Zema também usou o Banco Master e os fundos de pensão como exemplos de estruturas sujeitas a distorções quando associadas ao setor público. "Banco Master, ele só teve envolvimento com banco estatal e com fundo de pensões. Será que é isso que nós queremos no futuro? Parece que o setor privado não se envolve. Mas aquilo que é do Estado está sempre sujeito", alega.
Na Bahia, a declaração remete ao debate em torno da privatização da antiga Empresa Baiana de Alimentos (EBAL), responsável pela rede Cesta do Povo. Em 2018, durante o governo de Rui Costa (PT), a estatal foi privatizada juntamente com o Credcesta, cartão consignado voltado a servidores públicos estaduais.
O tema voltou ao centro das discussões políticas após questionamentos da oposição sobre possíveis conexões entre a venda do ativo e o caso envolvendo o Banco Master. Rui Costa, no entanto, rejeita qualquer relação entre os episódios.
"Na época que nós vendemos a Cesta do Povo, com o cartão [Credcesta], nem Banco Master existia", afirmou o ex-governador em entrevista ao programa Linha de Frente, da Antena 1, no último dia 28 de abril.
LEIA MAIS:
- Caso Master: Polícia Federal aponta que Wagner teria realizado lobby a favor do Master no Congresso
- PF aponta pagamentos a enteada e imóvel de R$ 2,5 mi no Horto Florestal como propina à Jaques Wagner
- Além de apartamento, propinas do Master a Wagner teriam incluído camarote em show nos EUA
Ao concluir sua fala sobre o tema, o pré-candidato relembrou escândalos históricos de corrupção do país e atacou o uso político das companhias públicas, baseado em sua experiência no Executivo mineiro."Nós já tivemos o Petrolão, todo mundo aqui se lembra, e muitas outras questões. Estatal, pelo que eu vi lá em Minas, serve para atender a politicagem e não ao desenvolvimento econômico", dispara.
O pré-candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) criticou o senador Jaques Wagner (PT) nesta quinta-feira (18), após a Polícia Federal deflagrar a Operação Compliance Zero e apontar o petista como "beneficiário central" de vantagens econômicas pagas por integrantes do Banco Master. Zema ironizou o senador baiano com a expressão "se gritar pega ladrão".
"Vamos lembrar o seguinte: o líder do governo é aquele senhor que o próprio Lula escolheu para falar dele no Congresso. É a voz do presidente dentro do Senado. É por essa pessoa que o Lula se sente representado? Um indivíduo que está sendo investigado por corrupção no maior escândalo financeiro da história recente do Brasil?", questionou o ex-governador de Minas Gerais.
Zema também escreveu nas redes sociais que "sempre disse que na Bahia do PT foi onde tudo começou" e que "dia após dia a verdade fica ainda mais clara."
O mineiro passa por pressão interna no próprio Novo por suas críticas ao bolsonarismo no caso Master. Ele foi desconvidado de um evento do partido em Santa Catarina marcado para o início de julho, movimento que ocorreu após o ex-deputado Eduardo Bolsonaro sugerir um rompimento "geral" entre PL e Novo.
Em um cenário próximo ao que foi apresentado pela pesquisa BTG/Nexus, um novo levantamento divulgado nesta terça-feira (16), desta vez da Futura/Apex, mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderando as simulações de primeiro e segundo turnos com vantagem sobre seu principal adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
No principal cenário de primeiro turno da Futura/Apex, Lula aparece com 7,5% à frente do senador do PL. Já na pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta segunda (15), o presidente Lula apareceu com nove pontos percentuais à frente de Flávio Bolsonaro.
Confira abaixo o principal cenário de primeiro turno da Futura/Apex:
Lula (PT) - 41,6%
Flávio Bolsonaro (PL) - 34,1%
Ronaldo Caiado (PSD) - 4,5%
Romeu Zema (Novo) - 3,5%
Renan Santos (Missão) - 2,3%
Joaquim Barbosa (DC) - 2,1%
Cabo Daciolo (Mobiliza) - 1,1%
Augusto Cury (Avante) - 0,9%
Brancos/nulos - 6,3%
Não sabe - 3,7%
A proximidade dos números das pesquisas Futura/Apex e BTG/Nexus aparece também no cenário em que é testada a disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno. Enquanto no BTG/Nexus Lula vence o segundo turno com 6% de distância para Flávio, essa diferença vai para 5,2% no levantamento Futura/Apex.
O estudo Futura/Apex também simulou outros dez cenários de segundo turno para a eleição presidencial, incluindo disputas com Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão), Tereza Cristina (PP), Michelle Bolsonaro (PL) e Fernando Haddad (PT).
Confira abaixo como ficaram as simulações de disputas de um eventual segundo turno, com Lula e sem Lula:
Lula 48,1% x 42,9% Flávio Bolsonaro
Lula 45% x 36,3% Ronaldo Caiado
Lula 48,5% x 34,9% Romeu Zema
Lula 48,3% x 30,8% Renan Santos
Lula 48,5% x 29,2% Tereza Cristina
Lula 48% x 42,4% Michelle Bolsonaro
Flávio Bolsonaro 40,5% x 30,3% Romeu Zema
Flávio Bolsonaro 40,3% x 32,4% Ronaldo Caiado
Flávio Bolsonaro 42% x 29,2% Renan Santos
Flávio Bolsonaro 43,9% x 38,9% Fernando Haddad
Romeu Zema 30% x 29,7% Ronaldo Caiado
A pesquisa Futura/Apex entrevistou 2.000 pessoas em 861 municípios em todo o território nacional, de 8 a 12 de junho de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O grau de confiança do levantamento é de 95%. Está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-01461/2026.
Depois que o site Intercept Brasil revelou, em 13 de maio, áudios que mostraram as conversas entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o banqueiro Daniel Vorcaro, com pedidos de dinheiro para o filme “Dark Horse”, o pré-candidato do PL a presidente experimentou uma forte redução no fluxo de conquista de novos seguidores em suas redes sociais.
Um levantamento da empresa Solon Data, entretanto, mostra que mesmo com essa redução, Flávio Bolsonaro ainda ganhou mais seguidores do que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos últimos 30 dias, embora ambos tenham perdido, no mesmo período, para o presidenciável do partido Missão, Renan Santos.
A pesquisa Solon Data mostra inclusive que Renan Santos foi o político brasileiro que mais ganhou novos seguidores no último mês: 445 mil. Renan está à frente de Flávio Bolsonaro, que agregou 374 mil novos seguidores às suas redes. Para se ter uma ideia da redução na conquista de novos seguidores por Flávio, entre os meses de março e abril, ele havia aumentando em dois milhões o total de pessoas que segue as suas redes sociais.
Na terceira posição deste ranking aparece a deputada federal Erika Hilton (Psol-SP), que teve o acréscimo de 334 mil seguidores em suas redes. Na quarta posição está a jovem vereadora da cidade de Praia Grande (SP), Eduarda Campopiano (PL). Com apenas 22 anos, Eduarda conquistou 313 mil seguidores em suas redes sociais no mesmo período.
Já o presidente Lula, de acordo com o levantamento Solon Data, teria tido um acréscimo de 152 mil novos seguidores em suas redes sociais. Lula ganhou mais seguidores que outros presidenciáveis, como Augusto Cury (48 mil), Ronaldo Caiado (44 mil) e Romeu Zema (14 mil).
Apesar de ter tido menor crescimento em suas redes sociais nos últimos 30 dias, o presidente Lula continua muito à frente dos adversários Flávio Bolsonaro e Renan Santos na quantidade de seguidores. Veja abaixo levantamento do Bahia Notícias sobre a quantidade total de seguidores nas redes sociais dos pré-candidatos Lula, Flávio Bolsonaro e Renan Santos.
Lula
Instagram - 14,7 milhões
Facebook - 6,4 milhões
X - 10,3 milhões
Threads - 3,1 milhões
TikTok - 5,6 milhões
Youtube - 1,61 milhão
Total: 41,7 milhões
Flávio Bolsonaro
Instagram - 10,6 milhões
Facebook - 3,5 milhões
X - 3,7 milhões
Threads - 2,4 milhões
TikTok - 2,1 milhões
Youtube - 814 mil
Total: 23,114 milhões
Renan Santos
Instagram - 1,6 milhões
Facebook - 78 mil
X - 143,6 mil
Threads - 29 mil
TikTok - 538 mil
Youtube - 175 mil
Total: 2,563 milhões
O pré-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) negou nesta quarta-feira (3) que exista acordo para formar uma chapa conjunta com o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) na disputa presidencial. Segundo Caiado, o objetivo das conversas com Zema é evitar que a centro-direita chegue fragmentada ao segundo turno.
"O Zema vai continuar com a campanha dele e eu vou continuar com a minha. A conversa foi no sentido de não continuarmos com esses desentendimentos e que a centro-direita não pode chegar fragmentada no segundo turno", declarou o ex-governador de Goiás ao podcast Iron Talks.
Na semana passada, os dois pré-candidatos se reuniram em São Paulo para discutir uma possível aliança já no primeiro turno. Horas após o encontro, Zema afirmou publicamente que não descartava fechar aliança com Caiado para viabilizar outra candidatura de direita, além da do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), mas ponderou que as conversas sobre composição de chapa ficarão para agosto.
O pré-candidato à Presidência da República e ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), voltou a endurecer o tom nesta terça-feira (19) ao comentar a relação entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o banqueiro Daniel Vorcaro.
Zema classificou o episódio como uma "traição" ao Partido Novo, recuando de uma declaração feita no último sábado, quando havia afirmado que o assunto era uma "página virada". As informações foram confirmadas pelo G1.
A nova manifestação ocorreu após Flávio Bolsonaro admitir publicamente ter se reunido com o dono do Banco Master após a primeira prisão do banqueiro, ocorrida no fim de 2025. O senador, que também é pré-candidato à Presidência pelo PL, justificou o encontro afirmando que o objetivo era "botar um ponto final na questão" do financiamento do filme Dark Horse, uma cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
"Ninguém do Novo foi avisado que ele tinha contato com Vorcaro. Todos nós do Novo supúnhamos que isso não existia. Se alguém foi traído nessa história, foi o Partido Novo", declarou Zema durante entrevista coletiva concedida em Blumenau (SC).
Anteriormente, Zema vinha defendendo publicamente a união dos candidatos de direita em um eventual segundo turno contra o presidente Lula. Embora fosse questionado de forma recorrente por jornalistas sobre a possibilidade de compor uma chapa como vice de Flávio Bolsonaro, o ex-governador sempre negou a hipótese, sustentando sua pré-candidatura presidencial.
Zema chegou a ironizar a situação nas redes sociais e em coletivas, afirmando que ele próprio havia convidado o senador para ser seu vice.
O distanciamento e a mudança de tom começaram após o vazamento de conversas entre Flávio e Vorcaro, na última quarta-feira (13). Na ocasião, Zema classificou como "imperdoável" o fato de o parlamentar ter pedido dinheiro ao banqueiro. Flávio rebateu a crítica, afirmando que o correligionário havia se precipitado.
O filme Dark Horse ganhou relevância após reportagens revelarem que a produção teria sido financiada por Daniel Vorcaro. Flávio Bolsonaro admitiu ter intermediado as negociações e cobrado repasses do banqueiro, que totalizaram cerca de R$ 61 milhões para o projeto antes de sua prisão.
Com entrevistas realizadas antes da revelação das conversas entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o banqueiro Daniel Vorcaro, pesquisa realizada pela Vox Brasil e divulgada nesta sexta-feira (15) mostra o pré-candidato da direita na frente de seu adversário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tanto nas simulações de primeiro turno quanto em um cenário de disputa no segundo turno.
As entrevistas da Vox Brasil foram fechadas na última terça (12), um dia antes da matéria divulgada pelo site Intercept Brasil que caiu como uma bomba no meio político brasileiro, com a exposição de áudios e prints que mostram Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro a Vorcaro para custear o filme “Dark Horse”, que fala da trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.
De acordo com a Vox, na simulação de segundo turno, o pré-candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, tem 43,8% das intenções de voto. Já o presidente Lula teria 40,2%, o que não configuraria empate técnico, já que a margem de erro da pesquisa é de 2,15 pontos percentuais.
Confira abaixo os resultados dos quatro cenários de segundo turno auferidos pela Vox em sua pesquisa:
Flávio Bolsonaro 43,8 x 40,2% Lula
Lula 44,4% x 26,2% Renan Santos
Lula 43,1% x 34,3% Romeu Zema
Lula 42,9% x 32,5% Ronaldo Caiado
Em relação ao primeiro turno, a Vox Brasil questionou seus entrevistados apresentando duas listas, e em um delas aparecia o nome do ex-governador Ciro Gomes, do PSDB. Ciro, entretanto, anunciou na última segunda (11) que não será candidato a presidente, preferindo concorrer ao governo do Ceará.
Na simulação do instituto em primeiro turno, o senador Flávio Bolsonaro aparece pela primeira vez na liderança da corrida presidencial. Confira abaixo o cenário da Vox Brasil sem a inclusão do nome de Ciro Gomes.
Flávio Bolsonaro (PL) - 37,8%
Lula (PT) - 35,1%
Romeu Zema (Novo) - 4,5%
Ronaldo Caiado (PSD) - 4,3%
Renan Santos (Missão) - 1,8%
Augusto Cury (Avante) - 0,8%
Cabo Daciolo (Mobiliza) - 0,5%
Aldo Rebelo (DC) - 0,2%
Nenhum/branco/nulo - 0,5%
Não sabe - 6,5%
No campo da rejeição aos candidatos a presidente, o quadro apurado pela pesquisa Vox é o seguinte:
Lula - 54,1%
Flávio Bolsonaro - 39,3%
Romeu Zema - 22,4%
Ronaldo Caiado - 18,5%
Ciro Gomes - 15,5%
Aldo Rebelo - 14,5%
Cabo Daciolo - 13,3%
Renan Santos - 11,1%
Augusto Cury - 10,3%
Não rejeita nenhum - 2,1%
Não sabe - 6,3%
A pesquisa entrevistou 2.100 pessoas de 9 a 12 de maio de 2026. A margem de erro é 2,15% pontos percentuais, para mais ou para menos. O grau de confiança do levantamento é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-02423/2026 . O estudo custou R$ 50.000 e foi pago com recursos próprios.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) utilizou, nesta quinta-feira (14), a doação de R$ 1 milhão feita por Henrique Moura Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, ao Partido Novo, de Minas Gerais, para atacar o pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema.
Nas redes sociais, Eduardo disse que Zema estaria se aproveitando acerca da polêmica envolvendo mensagens e áudios trocados entre Flávio e o banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master em novembro do ano passado.
“Nem sequer ouviu o outro lado. Bastaram algumas horas para a ‘união da direita’ e o ‘potencial vice’ se aproveitarem e lançarem essa acusação sem fundamento. Não houve desvio de dinheiro, Lei Rouanet ou uso de recursos públicos. Não seja tão baixo, tão vil, Romeu Zema”, disse o ex-parlamentar em seu perfil do X (antigo twitter).
Eduardo ainda compartilhou detalhes de uma prestação de contas do Partido Novo e ressaltou acerca do repasse feito por Henrique Vorcaro. Na publicação, o ex-deputado indagou se a doação não seria semelhante ao caso envolvendo Flávio Bolsonaro e Vorcaro.
Zema respondeu o questionamento em um post no twitter apontando acerca da diferença de oportunismo e coerência.
“Pra quem não sabe diferenciar oportunismo de coerência: o problema é seu.”
As críticas ao ex-governador chegam após Zema considerar “imperdoável” e “um tapa na cara dos brasileiros de bem”, o pedido de dinheiro feito por Flávio ao banqueiro, para financiar o filme “Dark Horse”, que conta a história de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PT).
Após o post, o pré-candidato ao Senado por Santa Catarina e também irmão de Flávio, se referiu ao ex-gestor mineiro como "comedor de casca de bananas" e disse que ele estaria "passando todos os limites".
Além do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), outro pré-candidato à Presidência da República vê o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) como possível vice em uma eventual chapa para 2026.
Pré-candidato ao Palácio do Planalto pelo PSD, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado também considera Zema como seu “vice dos sonhos”.
Nos bastidores, tanto Flávio Bolsonaro quanto Ronaldo Caiado avaliam, no entanto, que a composição é pouco provável neste momento. A leitura é de que Zema dificilmente abrirá mão de sua própria pré-candidatura, especialmente após o embate público com o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes.
As informações são do Metrópoles.
A derrota do governo Lula na noite desta quarta-feira (29), no Senado, na votação da indicação de Jorge Messias para uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), foi repercutida por diversos presidenciáveis em postagens nas redes sociais e entrevistas. Todos os que comentaram a rejeição de Messias fizeram críticas a Lula e ao STF, mas também a Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Senado.
Flávio Bolsonaro (PL-RJ), por exemplo, que como senador votou contra a indicação ao STF e ainda teria participado de articulações para a rejeição de Jorge Messias, disse que não tinha “motivos para comemorar”, mas que via a derrota como o “fim do governo Lula”.
“Por 42 votos a 34, o Senado fez história e evitou que a esquerda e o PT aparelhassem ainda mais o Estado e a Justiça. Podemos dizer com confiança que o Brasil tem futuro”, afirmou o pré-candidato do PL, que promoveu um churrasco em sua casa para comemorar a derrota do governo Lula.
Na mesma linha, o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) disse que a votação do Senado conta Messias foi um “golaço do Brasil”. Zema, que recentemente manteve discussões públicas com o ministro Gilmar Mendes, do STF, afirmou que a derrota de Messias foi um “basta” à politização do Supremo.
“Finalmente o Senado fez o que devia ter sido feito. Barrou mais uma indicação política do Lula. É um basta à politização do STF. Um basta ao comportamento vergonhoso de ministros, um basta às perseguições. O Brasil está se levantando. Não é escada, Alexandre de Moraes. Não é ofensa, Gilmar Mendes. É o Brasil que trabalha, que paga impostos, batendo na porta de vocês. Chega de intocáveis”, afirmou o presidenciável.
Já o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), foi mais econômico e fez apenas um pequeno comentário em seu perfil na rede X, criticando principalmente o presidente Lula.
“O que melhor define a rejeição é um termo muito usado por nós: O Senado não aceitou que o Lula indicasse seu cabo de chicote como membro do Supremo”, disse Caiado.
Renan Santos, candidato a presidente pelo partido Missão, também fez fortes críticas a Lula, dizendo que a votação teria representado o “começo do fim do governo”. Renan Santos, entretanto criticou também Davi Alcolumbre e o centrão, chamando-os de “lixo da República”.
“Essa é uma das maiores derrotas do STF. O Lula queria colocar o seu terceiro advogado pessoal no STF. Era Dias Toffoli, era Cristiano Zanin e agora seria o Messias. O próprio STF aceitava, porque queriam uma operação em que se salvariam da treta do Banco Master. Mais um ministro com força e com nome limpo. Foram lá, fecharam com nomes do centrão, da esquerda, fizeram o acordo com o PL. Estava todo mundo só naquele teatrinho. De treta com um dos piores seres humanos da República que é o Alcolumbre. Quando a República brasileira é tocada por lixo, o lixo faz isso com você”, afirmou o pré-candidato.
“Então Lula foi traído por pessoas que incentivou. O centrão sempre foi parceiro de negócios do petismo, então, o STF está na sarjeta e Lula está no seu pior momento em toda a sua história. Nunca foi tão grande a chance de Lula sequer ser candidato. Lula não concorre para perder, e sem apoio do centrão, não vai buscar voto no Nordeste”, completou Renan Santos.
Em outra corrente de raciocínio, o pré-candidato a presidente pelo DC, Aldo Rebelo, relacionou a derrota na indicação de Jorge Messias à insatisfação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, com dificuldades impostas pelo governo Lula à exploração de petróleo na margem equatorial, próxima ao Amapá. Para o pré-candidato, o governo Lula, ao dificultar a possibilidade de desenvolvimento do estado do presidente do Senado, levou ele a “dar o troco” na votação do indicado ao STF.
“O Amapá que está dentro da margem equatorial, que aspira a ter uma indústria de petróleo e gás, que tem sido bloqueada por ações do Ministério do Meio Ambiente e pelo Ibama. Então se Lula, que se mostrou indignado pela derrota com Messias, quer saber as razões, pergunte ao presidente do Ibama”, disse Aldo.
“O Amapá é um estado que tem 73% da população vivendo da transferência de renda, do Bolsa Família. Não há atividade econômica. O Amapá é um estado sem futuro para a sua juventude, e a única esperança que tem é na mineração, na agricultura, na área de petróleo e gás, e está tendo esse crescimento impedido pelo governo federal. O governo menosprezou a aspiração do Amapá a ter um futuro com a sua indústria de petróleo e gás. Messias pagou pelos erros, pelas omissões e caprichos do governo Lula com o presidente do Senado”, completou o pré-candidato do DC.
Outros presidenciáveis como Augusto Cury (Avante), Cabo Daciolo (Mobiliza) e Samara Martins (UP) não se pronunciaram sobre a rejeição da indicação de Jorge Messias.
Uma disputa mais acirrada entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro em um primeiro turno já com novos nomes de pré-candidatos, e a ultrapassagem do candidato do PL sobre o líder petista no segundo turno, já abrindo dois pontos de vantagem. Esses são alguns dos resultados da nova rodada da pesquisa Genial/Quaest para a presidência da República, divulgada nesta quarta-feira (15).
Na simulação de primeiro turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera com 37% das intenções de voto, e Flávio Bolsonaro aparece com 32%. A maior novidade da pesquisa foi a inclusão do psicólogo e escritor Augusto Cury, pré-candidato pelo Avante, que marcou 2% entre os entrevistados.
Outros nomes que aparecem pela primeira vez em uma pesquisa sobre a eleição presidencial foram os de Cabo Daciolo, pré-candidato do partido Mobiliza, e Samara Martins, da Unidade Popular, que pode vir a ser a única mulher a disputar a presidência.
O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), acumulou 6% das intenções de voto, enquanto o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), teve 3%.
Confira abaixo o cenário de primeiro turno:
Lula (PT) - 37%
Flávio Bolsonaro (PL) - 32%
Ronaldo Caiado (PSD) - 6%
Romeu Zema (Novo) - 3%
Augusto Cury (Avante) - 2%
Renan Santos (Missão) - 2%
Cabo Daciolo (Mobiliza) - 1%
Samara Martins (UP) - 1%
Aldo Rebelo (DC) - 0%
Indecisos - 4%
Brancos/Nulos - 11%
Na pesquisa espontânea, em que o eleitor diz o seu candidato sem olhar qualquer lista de nomes, Lula lidera a disputa, mas caiu em relação ao levantamento anterior. Já Flávio Bolsonaro subiu três pontos e reduziu a distância para o presidente.
Um aspecto interessante da pesquisa espontânea foi a diminuição da quantidade de indecisos, que caiu de 60% verificados em março para 62% agora em abril. Confira o resultado da espontânea abaixo:
Lula - 19%
Flávio - 13%
Outros nomes - 5%
Jair Bolsonaro - 1%
Indecisos - 62%
Já na simulação de segundo turno, a pesquisa Genial/Quaest mostra o senador Flávio Bolsonaro com 42% das intenções de voto, à frente do presidente Lula, que tem 40%. O resultado representa um empate dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Na pesquisa anterior da Genial/Quaest, divulgada em março, Flávio e Lula empatavam em 41%. O instituto também fez outras simulações de segundo turno. Confira abaixo todas as disputas:
Flávio 42% x 40% Lula
Lula 43% x 36% Romeu Zema
Lula 43% x 35% Caiado
Lula 44% x 24% Renan Santos
Lula 44% x 23% Augusto Cury
A Genial/Quaest ouviu 2.004 eleitores por meio de entrevistas pessoais, entre os dias 9 e 13 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o índice de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-09285/2026.
Os pré-candidatos à presidência da República, o agora ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicaram neste sábado (11) um vídeo em que aparecem juntos. Nas imagens, os dois brindam e fazem comentários em tom de brincadeira sobre uma possível parceria nas eleições deste ano.
Zema e Flávio Bolsonaro fazem vídeo juntos e brincam sobre possível chapa pic.twitter.com/KueSBfQ5DJ
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) April 11, 2026
“Pessoal, tô aqui com o Flávio, fazendo um convite para ele ser o meu vice. O que vocês acham?”, diz Zema. Em seguida, Flávio Bolsonaro sorri e responde: “Será?”. Durante a gravação, ambos aparecem sorrindo após o brinde, enquanto toca a música La Isla Bonita, da cantora Madonna, que tem virado meme nas redes sociais.
A publicação ocorreu horas após a divulgação de uma nova pesquisa do Datafolha, que apontou, pela primeira vez, Flávio Bolsonaro numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um cenário de segundo turno.
Já no 1º turno, Lula teria 39%; enquanto Flávio Bolsonaro chegaria a 35%; Caiado, 5%; e Zema, 4%
O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema, deve apresentar uma síntese de seu projeto de governo no dia 16 de abril.
Segundo informações de O Globo, o lançamento ocorrerá em um evento em São Paulo. O programa será batizado de “Chega de governo rico e povo pobre”.
A iniciativa deve marcar o pontapé inicial de uma tentativa de reação nos índices de intenção de voto do ex-governador, que tem aparecido com os menores percentuais nas pesquisas mais recentes sobre a corrida presidencial.
Pesquisa AtlasIntel divulgada nesta quarta-feira (25) apresenta o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em uma simulação de segundo turno. Flávio teria 47,6% das intenções de voto contra 46,6% de Lula.
Como a pesquisa tem margem de erro de um ponto percentual, a diferença entre Flávio e Lula representa empate técnico. Entretanto, o cenário consolida resultados de pesquisas de outros institutos que já haviam mostrado o candidato do PL à frente do líder petista.
O próprio AtlasIntel já havia registrado essa ultrapassagem de Flávio sobre Lula na pesquisa realizada em fevereiro. Naquela ocasião, entranto, a diferença era bem menor, com Flávio ganhando por 46,3% a 46,2%, uma distância de apenas 0,1%. Nesta sondagem atual, Flávio passou a ter 1% a mais que o líder petista.
Apesar da vantagem numérica de Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno, o presidente Lula lidera todos os cenários possíveis de simulações de primeiro turno. Confira abaixo os cinco cenários apresentados pela AtlasIntel.
Cenário 1
Lula (PT): 45,9%
Flávio Bolsonaro (PL): 40,1%
Renan Santos (Missão): 4,4%
Ronaldo Caiado (PSD): 3,7%
Romeu Zema (Novo): 3,1%
Aldo Rebelo: 0,6%
Branco/Nulo: 1,9%
Não sei: 0,3%
Cenário 2
Lula (PT): 45,5%
Flávio Bolsonaro (PL): 42,4%
Renan Santos (Missão): 4,6%
Romeu Zema (Novo): 3,7%
Eduardo Leite (PSD): 1,2%
Aldo Rebelo: 0,8%
Branco/Nulo: 1,6%
Não sei: 0,3%
Cenário 3
Neste cenário o instituto apresentou o nome do governador do Paraná, Ratinho Jr. O governador, entretanto, anunciou nesta semana que desistiu da disputa e que seguirá no cargo até o final do mandato.
Lula (PT): 45,7%
Flávio Bolsonaro (PL): 40,6%
Renan Santos (Missão): 4,5%
Ratinho Jr. (PSD): 3,4%
Romeu Zema (Novo): 3,3%
Aldo Rebelo: 0,7%
Branco/Nulo: 1,6%
Não sei: 0,3%
Cenário 4
Lula (PT): 45,6%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 33,3%
Romeu Zema (Novo): 6,2%
Renan Santos (Missão): 4,6%
Ronaldo Caiado (PSD): 4,2%
Aldo Rebelo: 0,6%
Branco/Nulo: 3,9%
Não sei: 1,7%
Cenário 5
Lula (PT): 45,7%
Flávio Bolsonaro (PL): 35,8%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 7,9%
Renan Santos (Missão): 4,3%
Ronaldo Caiado (PSD): 2,8%
Romeu Zema (Novo): 1,6%
Aldo Rebelo: 0,5%
Branco/Nulo: 1,3%
Não sei: 0,1%
Nas simulações de segundo turno, o presidente Lula, além de perder para Flávio Bolsonaro, também tem menos intenções de voto do que outros nomes apresentados pela pesquisa, como os de Michelle Bolsonaro, Jair Bolsonaro e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Confira abaixo o quadro de disputas de segundo turno:
Lula 46,6% x 47,6% Flávio Bolsonaro
Lula 46,8% x 47% Michelle Bolsonaro
Lula 46,6% x 47,4% Jair Bolsonaro
Lula 46,3% x 47,2% Tarcísio de Freitas
Lula 46,3% x 43,7% Romeu Zema
Lula 46,2% x 36,7% Ronaldo Caiado
Lula 46,1% x 38,7% Ratinho Jr.
Lula 45,5% x 22,7% Eduardo Leite
Os pesquisadores da AtlasIntel ouviram 5.028 eleitores entre os dias 18 e 23 de março. O nível de confiança é de 95%, e a margem de erro é de um ponto percentual.
O desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, realizado na noite deste domingo (15) na Marquês de Sapucaí no Rio de Janeiro, deve motivar uma enxurrada de ações no TSE e também na justiça comum, com acusações de cometimento de crimes como propaganda eleitoral antecipada, abuso de poder e intolerância religiosa, entre outros.
Um dos que prometem ingressar na justiça contra o desfile é o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). O pré-candidato a presidente criticou especificamente uma ala da escola que, segundo ele, teria ridicularizado os evangélicos.
A ala citada por Zema em vídeo gravado nas suas redes sociais era chamada de “conservadores em conserva”, com fantasias que traziam uma lata com o desenho de uma família. A ala de número 22 [mesmo número de urna do Partido Liberal], foi pensada para retratar os chamados "neoconservadores" como um grupo que se posiciona contra Lula e defende pautas como privatizações e mudanças nas regras de trabalho.
Nessa ala, a escola apresentou quatro personagens associados ao neconservadorismo: representantes do agronegócio, uma mulher de classe alta, defensores da ditadura militar e evangélicos.
Para Zema, essa ala da Acadêmicos de Niterói teria ridicularizado os evangélicos, o que, para ele, configura desrespeito e crime de preconceito religioso.
“Chega a ser constrangedor e inacreditável o que foi feito no Carnaval do Rio. Levarei esse crime para a justiça”, disse o governador mineiro.
No vídeo publicado ainda na noite deste domingo, Romeu Zema fez críticas à forma como os evangélicos foram caracterizados no desfile. Para ele, divergências políticas são legítimas, mas pessoas que professam uma religião não podem ser ridicularizadas.
“O Brasil tem milhões de evangélicos, pessoas que trabalham, criam seus filhos, pagam seus impostos. Agora, colocar essas pessoas dentro de uma lata, como se fosse caricatura, isso é desrespeito”, afirmou o presidenciável, reforçando que vai ingressar na Justiça.
A escola de samba Acadêmicos de Niterói estreou no Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro com o enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, em homenagem ao presidente Lula. Na apresentação, acompanhada por Lula em um camarote da Prefeitura da cidade, o ex-presidente Jair Bolsonaro foi representado duas vezes: na comissão de frente, com um ator vestido de Palhaço Bozo, fazendo “arminhas” com as mãos e flexões; e em um carro alegórico, em que um palhaço aparece preso e com uma tornozeleira eletrônica.
Um recorte da pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (11) revela que apesar de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o pré-candidato do PL, senador Flávio Bolsonaro (RJ) terem rejeição quase idêntica, o líder petista tem seu nome mais desaprovado entre eleitores que se dizem “bolsonaristas’ do que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro é rejeitado por aqueles que se colocam como “lulistas”.
No cômputo geral, o senador Flávio Bolsonaro possui a maior rejeição entre todos os pré-candidatos listados pela Genial/Quaest. Flávio aparece com 55%, enquanto o presidente Lula possui 54% de pessoas que dizem que o conhecem e não votariam nele nas eleições de outubro.
A rejeição dos demais pré-candidatos foi a seguinte: Ratinho Jr. (PSD) - 40%; Ronaldo Caiado (União) - 35%; Eduardo Leite (PSD) - 35%; Romeu Zema (Novo) - 34%; Aldo Rebelo (DC) - 26%; e Renan Santos (Missão) - 19%.
A Quaest dividiu os eleitores em “lulistas”, “esquerda não lulista”, “Independente”, “direita não bolsonarista” e “bolsonarista”. O presidente Lula recebe a sua maior rejeição entre o grupo que se define como “bolsonarista”, com 96% dizendo que não votariam nele.
Já o senador Flávio Bolsonaro tem o seu maior índice de rejeição em meio aos eleitores que se dizem “lulistas”. Nesse grupo, o candidato do PL é rejeitado por 88% dos entrevistados, o que mostra que ele tem números melhores do que Lula quando a avaliação se dá no campo inimigo.
Em meio aos eleitores que se dizem “independentes”, há um empate na rejeição de Lula e Flávio Bolsonaro: 64% para cada. Na aprovação entre os independentes, entretanto, Lula se sai melhor, com 30% que dizem que votariam nele contra 24% que afirmam que votariam no filho de Jair Bolsonaro.
A primeira pesquisa nacional de 2026 do instituto capixaba Cidades/Futura, divulgada nesta quinta-feira (22), revelou um resultado diferente de outras divulgadas há poucos dias. A pesquisa Futura apresenta diversos cenários de disputa apertada entre o presidente Lula e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em primeiro turno, mas com liderança do senador do Rio de Janeiro nas simulações de segundo turno.
Em cinco dos seis cenários estimulados apresentados pelo instituto Futura para primeiro turno, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem tecnicamente empatados, levando-se em conta uma margem de erro de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. No sexto cenário, há vantagem para o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre o presidente Lula.
Nos cenários de segundo turno levantados pelo instituto, Lula perderia para Flávio Bolsonaro e também para o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. O presidente empata tecnicamente com o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD).
Em outros cenários, o governador Ronaldo Caiado (União), de Goiás, venceria apenas Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, e Eduardo Leite (PSD), do Rio Grande do Sul. Por sua vez, o senador Flávio Bolsonaro vence Ratinho Junior, Zema e Leite, e empata tecnicamente com Tarcísio.
Considerando o primeiro turno, foi feita uma pergunta para resposta espontânea (quando os nomes não são apresentados previamente para escolha do eleitor) e seis cenários estimulados (quando são mostrados os nomes, entre os quais o entrevistado deve escolher). Confira abaixo os cenários de primeiro turno:
Pesquisa espontânea
Lula (PT): 31,1%
Flávio Bolsonaro (PL): 19,9%
Jair Bolsonaro (PL)*: 4,8%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 2,4%
Eduardo Bolsonaro (PL): 1,7%
Ratinho Junior (PSD): 1,6%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 0,8%
Renan Santos (Missão): 0,7%
Romeu Zema (Novo): 0,4%
Ciro Gomes (PSDB): 0,4%
Outros: 2,6%
Ninguém/Branco/Nulo: 5,8%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 27,8%
Cenário 1
Lula (PT): 37%
Flávio Bolsonaro (PL): 33,3%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 10,5%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 3%
Romeu Zema (Novo): 2,6%
Renan Santos (Missão): 1,2%
Aldo Rebelo (DC): 0,5%
Ninguém/Branco/Nulo: 6,6%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 5,3%
Cenário 2
Lula (PT): 35,4%
Flávio Bolsonaro (PL): 34,3%
Ratinho Junior (PSD): 9,1%
Romeu Zema (Novo): 4,4%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 3,7%
Renan Santos (Missão): 1,7%
Aldo Rebelo (DC): 0,6%
Eduardo Leite (PSD): 0,1%
Ninguém/Branco/Nulo: 7%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 3,7%
Cenário 3
Flávio Bolsonaro (PL): 39,4%
Lula (PT): 36,3%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 4,9%
Romeu Zema (Novo): 4,8%
Eduardo Leite (PSD): 3,1%
Ninguém/Branco/Nulo: 8,4%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 3,0%
Cenário 4
Lula (PT): 37,5%
Flávio Bolsonaro (PL): 35,1%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 14,8%
Renan Santos (Missão): 2,7%
Ninguém/Branco/Nulo: 6,8%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 3,2%
Cenário 5
Flávio Bolsonaro (PL): 39,6%
Lula (PT): 38%
Ratinho Junior (PSD): 11%
Renan Santos (Missão): 2,3%
Ninguém/Branco/Nulo: 6,8%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 2,4%
Cenário 6
Flávio Bolsonaro (PL): 43,8%
Lula (PT): 38,7%
Eduardo Leite (PSD): 4,2%
Renan Santos (Missão): 2,8%
Ninguém/Branco/Nulo: 7,5%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 2,9%
Pesquisa simulou possibilidades de segundo turno para presidente
Para o levantamento a respeito da intenção de voto dos brasileiros no segundo turno, o instituto 100% Cidades simulou 11 cenários. Foi apresentado aos entrevistados um cenário entre Lula e Flávio Bolsonaro, além de outros cinco cenários com a presença de Lula e mais cinco cenários com a presença de Flávio Bolsonaro.
Veja abaixo os resultados dos cenários de segundo turno:
Flávio Bolsonaro 48,1% x 41,9% Lula
Tarcísio de Freitas 46,1% x 41,3% Lula
Ratinho Junior 44,8% x 41,2% Lula
Ronaldo Caiado 42,0% x 41,8% Lula
Lula 42,8% x 40,5% Romeu Zema
Lula 41,9% x 37,3% Eduardo Leite
Flávio Bolsonaro 37,5% x 34,7% Tarcísio de Freitas
Flávio Bolsonaro 42,4% x 30,2% Ratinho Junior
Flávio Bolsonaro 45,0% x 25,7% Ronaldo Caiado
Flávio Bolsonaro 44,7% x 24,6% Romeu Zema
Flávio Bolsonaro 47,2% x 25,9% Eduardo Leite
A pesquisa 100% Cidades/Futura ouviu dois mil entrevistados entre os dias 15 e 19 de janeiro de 2026. A pesquisa teve custo de R$ 160 mil, pagos com recursos próprios da Futura Pesquisas e Assessorias Ltda. O nível de confiança é de 95%. A margem de erro: 2 pontos percentuais. Registro no TSE nº BR-08233/2026.
Em um quadro parecido com o que já havia sido apresentado pela Genial/Quaest na semana passada, a primeira pesquisa AtlasIntel/Bloomberg de 2026, divulgada nesta quarta-feira (21), da mesma forma mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente de todos os seus adversários. Pelo levantamento, Lula ganha tanto no primeiro quanto nas simulações de segundo turno.
Para o primeiro turno, a AtlasIntel/Bloomberg testou cinco cenários, com diferentes listas de adversários. No primeiro deles, foram inseridos os nomes de praticamente todos os que são pretensos candidatos, e mesmo assim Lula alcançou 48,4%. Neste primeiro cenário, o mais surpreendente foi o crescimento de Renan Santos, do Missão.
Lula (PT) - 48,4%
Flávio Bolsonaro (PL) - 28%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 11%
Renan Santos (Missão) - 2,9%
Ronaldo Caiado (União) - 2,9%
Ratinho Jr. (PSD) - 1,7%
Romeu Zema (Novo) - 1,7%
Aldo Rebelo (DC) - 1%
Voto branco/nulo - 2,1%
Não sei - 0,3%
Nos cenários seguintes, alguns nomes ora são retirados, ora são colocados de volta. Em todos eles, o presidente Lula lidera, e a menor diferença foi em um eventual embate com o candidato Flávio Bolsonaro, do PL.
Confira abaixo os quatro outros cenários de disputas em primeiro turno, conforme a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg.
Cenário 2
Lula (PT) - 48,9%
Flávio Bolsonaro (PL) - 35%
Ronaldo Caiado (União) - 4,39%
Renan Santos (Missão) - 3,4%
Ratinho Jr. (PSD) - 2,8%
Romeu Zema (Novo) - 2,8%
Aldo Rebelo (DC) - 1%
Voto branco/nulo - 1,5%
Não sei - 0,4%
Cenário 3
Lula (PT) - 48,5%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 28,4%
Ronaldo Caiado (União) - 5%
Ratinho Jr. (PSD) - 3,9%
Romeu Zema (Novo) - 3,9%
Renan Santos (Missão) - 3,2%
Aldo Rebelo (DC) - 1,1%
Voto branco/nulo - 5%
Não sei - 1,1%
Cenário 4
Lula (PT) - 48,4%
Michelle Bolsonaro (PL) - 30,9%
Ronaldo Caiado (União) - 11,3%
Renan Santos (Missão) - 3,9%
Eduardo Leite (PSD) - 1,7%
Aldo Rebelo (DC) - 0,7%%
Voto branco/nulo - 2,8%
Não sei - 0,5%
Cenário 5
Lula (PT) - 48,8%
Ronaldo Caiado (União) - 15,2%
Romeu Zema (Novo) - 11,4%
Ratinho Jr. (PSD) - 9,4%
Renan Santos (Missão) - 3,9%
Aldo Rebelo (DC) - 1%
Voto branco/nulo - 8,1%
Não sei - 2,2%
Nas simulações de segundo turno apresentadas aos entrevistados da AtlasIntel/Bloomberg, o presidente Lula teria vantagem de quatro a 25 pontos contra os nomes de adversários que podem disputar eleições. A Atlas chegou a simular uma disputa entre o líder petista e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), apesar de ele estar inelegível. De acordo com as simulações Lula marcaria 49% dos votos totais contra praticamente todos os adversários.
Confira abaixo os cenários de segundo turno da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg:
Lula 49 x 46 Jair Bolsonaro
Lula 49 x 45 Tarcísio de Freitas
Lula 49 x 45 Michelle Bolsonaro
Lula 49 x 45 Flávio Bolsonaro
Lula 49 x 39 Ronaldo Caiado
Lula 49 x 39 Romeu Zema
Lula 49 x 39 Ratinho Jr.
Lula 48 x 23 Eduardo Leite
Uma outra simulação de primeiro turno feita pela AtlasIntel/Bloomberg retirou o nome do presidente Lula e o substituiu pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O instituto fez duas simulações de disputa, uma delas com o governador Tarcísio de Freitas e outra com Flávio Bolsonaro. Confira os resultados.
Cenário 1 (sem Lula)
Fernando Haddad (PT) - 41,5%
Flávio Bolsonaro (PL) - 35,4%
Ronaldo Caiado (União) - 5,2%
Renan Santos (Missão) - 3,4%
Romeu Zema (Novo) - 3,3%
Eduardo Leite (PSD) - 2,6%
Aldo Rebelo (DC) - 1,1%
Voto branco/nulo - 6,3%
Não sei - 1,1%
Cenário 2 (sem Lula)
Fernando Haddad (PT) - 42%
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 28,9%
Ronaldo Caiado (União) - 5%
Ratinho Jr. (PSD) - 4,9%
Romeu Zema (Novo) - 3,8%
Renan Santos (Missão) - 3,6%
Aldo Rebelo (DC) - 0,7%
Voto branco/nulo - 9,5%
Não sei - 1,6%
A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 5.418 eleitores, entre os dias 15 a 20 de janeiro, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro do levantamento é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
Assim como nas simulações de primeiro turno, a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (14) apresentou sete cenários de um eventual segundo turno para as eleições presidenciais de 2026. Nas simulações, o instituto deixou de fora nomes como Jair Bolsonaro e Michelle Bolsonaro.
Além de cenários de primeiro e segundo turnos, o instituto Genial/Quaest apresentou os números da pesquisa espontânea, em que o entrevistado cita o candidato a presidente que vem à sua cabeça, sem a apresentação de uma relação de nomes.
No cenário espontâneo, assim como permaneceu praticamente no mesmo patamar tanto a indicação da preferência pelo presidente Lula como o número de indecisos, destaca-se a queda do ex-presidente Jair Bolsonaro e o crescimento do seu filho, Flávio Bolsonaro.
O cenário espontâneo apresentado pela Genial/Quaest teve o seguinte resultado:
Lula (PT): 19%
Flávio Bolsonaro (PL): 7%
Jair Bolsonaro (PL): 2%
Outros: 4%
Indecisos: 68%
Já nos cenários de segundo turno, o presidente Lula ganha de todos os seus sete adversários (PT) apresentados pela pesquisa, com vantagens que variam entre cinco e 20 pontos percentuais. A menor diferença foi vista na disputa de Lula contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 44% x 39%.
Cenário 1: Lula x Tarcísio
Lula (PT): 44%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 39%
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 13%.
Cenário 2: Lula x Flávio Bolsonaro
Lula (PT): 45%;
Flávio Bolsonaro (PL): 38%;
Indecisos: 2%;
Branco/nulo/não vai votar: 15%.
Cenário 3: Lula x Ratinho Jr.
Lula (PT): 43%;
Ratinho Júnior (PSD): 36%;
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 17%.
Cenário 4: Lula x Caiado
Lula (PT): 44%;
Ronaldo Caiado (União Brasil): 33%;
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 19%.
Cenário 5: Lula x Zema
Lula (PT): 46%;
Romeu Zema (Novo): 31%;
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 19%.
Cenário 6: Lula x Aldo Rebelo
Lula (PT): 45%
Aldo Rebelo (Democracia Cristã): 27%
Indecisos: 4%
Branco/nulo/não vai votar: 24%.
Cenário 7: Lula x Renan Santos
Lula (PT): 46%;
Renan Santos (Missão): 26%;
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 24%.
A pesquisa Genial/Quaest foi realizada entre 8 e 11 de janeiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O ministro da Casa Civil e ex-governador da Bahia, Rui Costa (PT), fez algumas críticas ao governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), durante um evento em Mariana (MG).
“Eu vi um vídeo – malicioso, de má-fé e, eu posso dizer, desonesto – do governador (Zema). Ao gravar vídeo, citar essa instituição e fazer uma crítica, citou o nome de pessoas que nada têm a ver com a instituição”, iniciou Rui Costa.
“Quero dizer ao governador que, até a chegada do presidente Lula, ele [Zema] estava calado, sem criticar e sem apontar as falhas desse acordo. Portanto, vamos trabalhar, governador. Se diminuir o tempo que o senhor gasta fazendo vídeo, falando bobagem e comendo frutas com casca, o senhor vai ter mais tempo para trabalhar e cuidar do povo de Minas”, rebateu.
As críticas do governador de Minas Gerais foram feitas na última quarta-feira (12) ao governo Lula e justificou sua ausência no evento de quinta-feira (12), pelo fator que o governo federal se apropria de investimentos e feitos da administração local.
“São projetos que, muitas vezes, o nosso Invest Minas e nossa Secretaria de Desenvolvimento Econômico ficam um ano, dois anos envolvidos, e, quando a empresa fala que vai anunciar, o governo federal costuma aparecer e falar que foi o pai da criança. Isso tem acontecido com frequência”, criticou.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) conseguiu reunir sete governadores para participar da manifestação deste domingo (6) em defesa do projeto que anistia os presos pelos atos do dia 8 de janeiro de 2023, em Brasília. A manifestação acontece na Avenida Paulista, em São Paulo.
Uma foto divulgada antes da entrada do ex-presidente na manifestação mostra Bolsonaro reunido com os governadores Tarcísio de Freitas (São Paulo, Romeu Zema (Minas Gerais), Ratinho Jr. (Paraná), Ronaldo Caiado (Goiás), Jorginho Mello (Santa Catarina), Mauro Mendes (Mato Grosso), e Wilson Lima (Amazonas).
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), havia anunciado presença na manifestação, mas em vídeo divulgado nas suas redes sociais, disse que as fortes chuvas que caíram nos últimos dias no Estado inviabilizaram a sua ida a São Paulo.
O ato de protesto deste domingo é o quinto realizado por Jair Bolsonaro desde que deixou a presidência da República, mas é o primeiro que ele organiza depois de ter virado réu no Supremo Tribunal Federal.
A primeira manifestação aconteceu em 25 de fevereiro do ano passado, na Avenida Paulista, em São Paulo, e reuniu cerca de 300 mil pessoas. O segundo protesto ocorreu em 21 de abril, na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, e teve público estimado de 40 mil pessoas.
O terceiro protesto foi novamente na Avenida Paulista, em 7 de setembro do ano passado, e teve presença de 60 mil pessoas. Já o quarto evento se deu em 16 de março deste ano, de novo na praia de Copacabana, desta vez com a presença de apenas 25 mil pessoas.
Governadores com alta taxa de aprovação de um lado, governo do presidente Lula com desaprovação maior do que a média nacional de outro. Em síntese, esse é o resultado de uma pesquisa realizada pela Genial/Quaest nos estados de Goiás, Paraná, Minas Gerais e São Paulo. Os quatro estados são governados por opositores ao governo federal.
De acordo com os resultados do levantamento, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), teria hoje a melhor avaliação entre os quatro destacados pela Genial/Quaest: 86% de aprovação. Em segundo lugar vem o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), com 79%.
Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, e Tarcísio de Freitas (Republicanos), de São Paulo, também apresentam bom desempenho em seus estados. Ambos tiveram uma aprovação de 62% a suas administrações.
Assim como Goiás e Paraná são os estados que melhor avaliam seus governadores, também foram os que apresentaram os piores números de desaprovação ao governo Lula. No Paraná, o terceiro mandato de Lula é desaprovado por 54% dos entrevistados, enquanto em Goiás, esse índice chegou a 50%.
Nas eleições de 2022, o então candidato Jair Bolsonaro venceu o segundo turno com larga margem sobre Lula tanto no Paraná quanto em Goiás. No Paraná, Bolsonaro recebeu 62,4% dos votos válidos contra 37,6% do candidato petista. Já em Goiás, Bolsonaro teve 58,7% dos votos contra 41,2% de Lula.
Segundo o Genial/Quast, a média de desaprovação ao governo Lula está em 46%. Nos estados de São Paulo e Minas Gerais a desaprovação ao presidente da República ficou perto desse patamar: 48% em São Paulo e 47% em Minas.
Nesses dois estados a aprovação de Lula foi maior que a desaprovação (50% em SP e 52% em MG). Já em Goiás e no Paraná, a aprovação de Lula ficou abaixo da desaprovação (49% em Goiás e 44% no Paraná).
Na divisão das menções positiva, regular e negativa ao governo Lula por estado, a pesquisa mostra o seguinte quadro: Em SP, a avaliação negativa registra 37% enquanto a positiva fica em 32% (29% veem o governo como “regular”). Em MG, a avaliação negativa atinge 35%, e a positiva 34% (e 30% de regular).
Já em Goiás, a avaliação negativa mede 40%, contra 32% positiva e 27% de regular. No Paraná, 41% avaliam a gestão de Lula como negativa, contra 30% que a avaliam como positiva (27% de regular). Em todos os quatro estados, a avaliação negativa supera a média nacional, aferida em março, que foi de 34%.
A pesquisa também abordou com os entrevistados sua impressão a respeito da economia em seus estados. A percepção geral é de que a situação piorou nos últimos 12 meses, porém com menos intensidade nos quatro estados pesquisados do que no Brasil.
Segundo números da pesquisa nacional realizada no mês anterior, 42% dos eleitores avaliaram que a economia piorou durante o último ano, enquanto 23% diziam que houve melhora no período. Já nos estados os números são o seguinte:
- São Paulo: 30% dos entrevistados avaliam que a economia piorou nos últimos 12 meses, contra 26% que veem uma melhoria.
- Minas Gerais: 30% avaliam que a economia piorou, em contraste com 22% que veem uma melhoria nos últimos 12 meses.
- Goiás: 21% avaliam que a economia piorou, contra 35% que sentem que houve melhoria.
- Paraná: 23% avaliam que a economia piorou, contra 27% que avaliam o oposto.
Os quatro governadores de oposição ao governo federal possuem avaliação diferente em algumas das áreas de atuação abordadas pela Genial/Quaest no levantamento. Na segurança pública, por exemplo, enquanto o governador Tarcísio de Freitas tem avaliação positiva de 33% e negativa de 31% nesta área, Ronaldo Caiado desponta com número bem mais altos: 69% de menções positivas contra apenas 10% negativas.
Na área da saúde, Caiado novamente é o que tem o seu trabalho melhor avaliado pela população, com 53% de menções positivas. Em seguida aparecem Ratinho Junior (47%), Romeu Zema (39%) e Tarcísio de Freitas (32%).
Em educação, o governador de Goiás novamente aparece com a melhor avaliação junto à sua população (67% de menções positivas). Na sequência despontam Ratinho Junior (63%), Romeu Zema (51%) e Tarcísio de Freitas (42%).
A pesquisa foi realizada de 4 a 7 de abril, com 1.506 entrevistas presenciais feitas em Minas Gerais, 1.121 no Paraná, 1.127 em Goiás, e 1.656 em São Paulo. As margens de erro estimadas foram de 2,5 pontos percentuais para Minas Gerais, 2,9 pontos percentuais tanto para o Paraná quanto para Goiás, e 2,4 pontos percentuais para São Paulo.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou nesta sexta-feira (2) que os estados das regiões Sudeste e Sul se destacam por terem “uma proporção muito maior de pessoas trabalhando do que vivendo de auxílio emergencial”.
Como noticiou o Metrópoles, a fala foi feita na cerimônia de abertura do 8º Encontro do Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud), que ocorre na capital mineira Belo Horizonte.
“Quando se fala em Sul e Sudeste nós temos aqui uma semelhança enorme, se tem estados que podem contribuir para esse país, dá certo. Eu diria que são esses sete estados aqui são estados onde, diferente da grande maioria, há uma proporção muito maior de pessoas trabalhando do que vivendo de auxílio emergencial”, disse o mineiro.
O encontro reúne os governadores de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos); do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB); do Paraná, Ratinho Júnior (PSD); do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB) e de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL).
Zema afirmou, ainda, que o que faz estes estados funcionarem são “pessoas que trabalham e empreendem”, para sustentar que não existem “soluções milagrosas”.
“Muitos que não dão certo ficam reclamando que precisam de mais. Em vez de seguir os bons exemplos, ficam sempre pedindo mais recursos. É algo muito comum, tanto no privado, que eu já trabalhei, quanto no público”, continuou.
?? Zema: Sul e Sudeste têm mais trabalhadores que dependentes de auxílio
— Metrópoles (@Metropoles) June 2, 2023
Em evento com governadores, Romeu Zema (Novo) disse que o que faz estados funcionarem são “pessoas que trabalham e empreendem”
Leia: https://t.co/q10vqnxzaK pic.twitter.com/OshzPXCFie
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"Claro que existem preferências. Neto tem uma relação com Caiado, que era do União Brasil. Caiado apoia Neto, Zema apoia Neto, Flávio Bolsonaro apoia ACM Neto. Mesmo os que não estão na Bahia veem que a Bahia precisa mudar de rumo".
Disse o ex-ministro da Cidadania no governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL) ao afirmar que à exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), todos os pré-candidatos ao Planalto em 2026 devem apoiar o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato da oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União).