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yanna lavigne
Yanna Lavigne usou seu perfil no Instagram para compartilhar com os seguidores que foi picada por um carrapato e desde então não se sente bem. A atriz, que vive em uma casa no campo em Minas Gerais, ainda mostrou uma marca na perna, que seria da mordida.
A atriz revelou que apresentou febre alta e constante nos últimos dias, além de muita dor de cabeça.
“Nunca fiquei tão mal na minha vida. A febre voltava de três em três horas mesmo tomando remédio. Agora só tenho muita dor de cabeça. Estou deitada ainda. Vou passar em um médico”, disse.
Yanna ainda explicou que é comum ser picada por carrapatos na região que ela mora nesse período do ano.
“A sugestão de vocês é que seja dengue, mas não lembro de ter sido picada, ou a febre maculosa… Infelizmente fui picada por carrapato. Aqui é normal levar picada de carrapato esse período do ano, ainda mais porque a gente caminha muito pelo mato por aqui. Mesmo tomando banho quentão, verificando a roupa, às vezes os miudinhos ficam. Mas seja o que for, já estou melhor”, disse ela.
A febre maculosa é transmitida por meio da picada do carrapato-estrela e tem alto índice de letalidade. Entre os sintomas, estão febre, manchas vermelhas, dor no corpo, dor de cabeça, falta de apetite e desânimo.
O Brasil registrou 2.059 casos da febre maculosa de janeiro de 2013 a 14 de junho de 2023, de acordo com dados do Ministério da Saúde. Desse total, 1.292 casos foram na Região Sudeste. Desde o início deste ano, 53 casos ocorreram em todo o país, dos quais 30 se concentraram no Sudeste.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.