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As disputas das oitavas de final da etapa de Margaret River da World Surf League foram adiadas na última sexta-feira (17) por causa das condições do mar na costa australiana. A organização confirmou nova chamada para as 6h50 no horário local (19h50 de Brasília) deste sábado (19).
O Brasil chega com forte presença na fase eliminatória masculina. Seis atletas seguem na briga por vaga nas quartas de final: Gabriel Medina, Samuel Pupo, Italo Ferreira, Yago Dora, João Chianca e Miguel Pupo.
Entre os confrontos mais aguardados da bateria masculina está o duelo brasileiro entre Italo Ferreira e João Chianca, que garante ao país ao menos um representante na próxima fase. Outro destaque é o embate de Gabriel Medina contra o australiano Jack Robinson, atual um dos nomes fortes da etapa.
ÚNICA BRASILEIRA NO FEMININO
Na chave feminina da etapa australiana, o Brasil segue representado apenas por Luana Silva. A surfista terá pela frente a australiana Sophie McCulloch em busca de vaga nas quartas de final.
A etapa de Margaret River é considerada uma das mais desafiadoras do circuito mundial por causa das condições variáveis do mar e costuma ter impacto importante na definição dos classificados para a reta decisiva da temporada.
Confrontos das oitavas – masculino
Samuel Pupo x Kanoa Igarashi
Liam O'Brien x Joel Vaughan
Crosby Colapinto x Griffin Colapinto
Gabriel Medina x Jack Robinson
Yago Dora x Connor O'Leary
George Pittar x Leonardo Fioravanti
Italo Ferreira x João Chianca
Miguel Pupo x Morgan Cibilic
Confrontos das oitavas – feminino
Gabriela Bryan x Yolanda Hopkins
Bettylou Sakura Johnson x Sawyer Lindblad
Caroline Marks x Francisca Veselko
Lakey Peterson x Erin Brooks
Molly Picklum x Sally Fitzgibbons
Sophie McCulloch x Luana Silva
Caitlin Simmers x Vahine Fierro
Isabella Nichols x Carissa Moore
O Brasil foi destaque no circuito da World Surf League (WSL) e emplacou uma rodada dominante em Margaret River, na Austrália, na madrugada desta quinta-feira (16). Ao fim das disputas, cinco surfistas garantiram vaga nas oitavas de final, mantendo a chamada Brazilian Storm como protagonista da etapa.
O principal nome do dia foi Gabriel Medina. Sem sofrer pressão, o tricampeão mundial controlou a bateria contra Alan Cleland e construiu a vitória com consistência nas duas melhores ondas, avançando sem sustos.
O embalo brasileiro seguiu com Samuel Pupo, que teve uma das atuações mais sólidas da rodada ao abrir larga vantagem sobre Cole Houshmand. Na sequência, Ítalo Ferreira precisou de precisão nos detalhes para superar Ramzi Boukhiam em uma bateria definida por mínima diferença.
Yago Dora confirmou o bom momento ao bater Jacob Willcox, enquanto João Chianca venceu um confronto equilibrado contra Jake Marshall. Fechando o dia, Miguel Pupo garantiu mais um resultado positivo ao superar Morgan Cibilic.
Se por um lado o Brasil acumulou classificações, por outro teve baixas relevantes. Filipe Toledo acabou eliminado em uma disputa acirrada contra George Pittar, enquanto Alejo Muniz não conseguiu avançar diante de Ethan Ewing. Mateus Herdy já havia se despedido ainda na fase inicial.
Entre as mulheres, Luana Silva já tem confronto definido na próxima fase. Ela enfrentará Sophie McCulloch, que avançou após vencer um duelo equilibrado entre surfistas australianas.
As oitavas de final terão um confronto direto entre brasileiros, com Ítalo Ferreira enfrentando João Chianca. Já Medina terá pela frente Jack Robinson, na etapa australiana.
O brasileiro Miguel Pupo conquistou, neste fim de semana, o título da etapa de Bells Beach, na Austrália, na abertura da temporada 2026 do Circuito Mundial de Surfe.
Na decisão, disputada entre dois brasileiros, Pupo superou Yago Dora por 15.60 a 13.90 na somatória das ondas, garantindo sua primeira vitória na tradicional etapa australiana.
Yago Dora começou melhor a final, abrindo vantagem, mas viu o adversário reagir com uma onda avaliada em 8.10, que foi decisiva para a virada no confronto.
Nos momentos finais, Dora ainda tentou buscar a recuperação, mas conseguiu apenas 5.37 em sua última tentativa, insuficiente para retomar a liderança.
Além da final brasileira, o país também teve destaque nas semifinais com a presença de Gabriel Medina, que também chegou entre os quatro melhores da etapa. No feminino, o título ficou com a havaiana Gabriela Bryan.
O Prêmio Laureus 2026, considerado o Oscar do esporte, anunciou a lista de indicados em oito categorias nesta terça-feira (3). A cerimônia, que é uma das mais prestigiadas entre atletas, dirigentes e jornalistas, será realizada no dia 20 de abril, na Espanha.
O Brasil conta com quatro indicados em três categorias distintas. Rayssa Leal (skate) e Yago Dora (surfe) concorrem a “Melhor Atleta de Esportes de Ação”. João Fonseca (tênis) disputa o prêmio de “Atleta Revelação” por seu desempenho em 2025. Já Gabriel Araújo (natação paralímpica) concorre na categoria “Melhor Atleta com Deficiência”. Os vencedores serão escolhidos pelos membros da Laureus Academy.
Mesmo sendo a mais jovem entre os brasileiros indicados, esta já é a quarta indicação de Rayssa Leal (2020, 2023, 2024 e 2026) na categoria “Esportes de Ação”, na qual busca seu primeiro troféu. Os demais brasileiros receberam suas primeiras indicações este ano.
O maior vencedor do país na história da premiação é Daniel Dias, escolhido como melhor atleta com deficiência em três ocasiões (2009, 2013 e 2016). Já a última campeã foi a ginasta Rebeca Andrade, que conquistou no ano passado a categoria “Retorno do Ano” por sua performance em Paris 2024.
CONFIRA A LISTA COMPLETA DE INDICADOS
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Melhor atleta masculino do ano: Carlos Alcaraz (Espanha, tênis); Ousmane Dembélé (França, futebol); Mondo Duplantis (Suécia, atletismo); Marc Márquez (Espanha, motovelocidade); Tadej Poga?ar (Eslovênia, ciclismo); Jannik Sinner (Itália, tênis).
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Melhor atleta feminina do ano: Aitana Bonmatí (Espanha, futebol); Melissa Jefferson-Wooden (EUA, atletismo); Faith Kipyegon (Quênia, atletismo); Katie Ledecky (EUA, natação); Sydney McLaughlin-Levrone (EUA, atletismo); Aryna Sabalenka (Belarus, tênis).
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Melhor equipe do ano: Seleção de futebol feminino da Inglaterra; Equipe europeia Ryder Cup 2025 (golfe); Seleção feminina de críquete da Índia; McLaren (Grã-Bretanha, automobilismo); Oklahoma City Thunder (EUA, basquete); Paris Saint-Germain (França, futebol).
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Atleta revelação do ano: Désiré Doué (França, futebol); João Fonseca (Brasil, tênis); Shai Gilgeous-Alexander (Canadá, basquete); Luke Littler (Grã-Bretanha, dardos); Lando Norris (Grã-Bretanha, automobilismo); Yu Zidi (China, natação).
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Melhor retorno do ano: Amanda Anisimova (EUA, tênis); Egan Bernal (Colômbia, ciclismo); Rory McIlroy (Grã-Bretanha, golfe); Yulimar Rojas (Venezuela, atletismo); Leah Williamson (Grã-Bretanha, futebol); Simon Yates (Grã-Bretanha, ciclismo).
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Melhor atleta com deficiência do ano: Gabriel Araujo (Brasil, natação paralímpica); Simone Barlaam (Itália, natação paralímpica); Catherine Debrunner (Suíça, atletismo paralímpico); Kelsey Diclaudio (EUA, hóquei no gelo paralímpico); Kiara Briggite Rodríguez España (Equador, atletismo paralímpico); David Kratochvíl (Tchéquia, natação paralímpica).
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Melhor atleta de esporte de ação do ano: Yago Dora (Brasil, surfe); Kilian Jornet (Espanha, trilhas); Chloe Kim (EUA, snowboard); Rayssa Leal (Brasil, skate); Molly Picklum (Austrália, surfe); Tom Pidcock (Grã-Bretanha, ciclismo).
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Esporte pelo Bem 2026: A.S.D. Gruppo Sportivo Valanga (Itália); Fútbol Mas (Global); MindLeaps (Global); Rugby For Good (Hong Kong); Transformación Social TRASO (México).
O Brasil tem um novo campeão mundial de surfe. Na última segunda-feira (1°), em Cloudbreak, Fiji, Yago Dora derrotou o norte-americano Griffin Colapinto e conquistou, pela primeira vez na carreira, o título da WSL (World Surf League). O triunfo amplia a hegemonia da chamada Brazilian Storm, que soma oito conquistas nas últimas 11 temporadas.
Na trajetória até a decisão, Colapinto eliminou o brasileiro Italo Ferreira no segundo round e superou o sul-africano Jordy Smith na terceira fase. Já Dora, líder do ranking da temporada regular, entrou na final e mostrou consistência ao controlar bem as condições da etapa.
No confronto decisivo, o surfista brasileiro se impôs, com uma performance sólida e com poucos erros. Assim como nas edições anteriores, o título do WSL Finals ficou com o líder da temporada: Gabriel Medina (2014), John John Florence (2016), Filipe Toledo (2022 e 2023) e agora Yago Dora.
Após garantir o título, o catarinense falou pela primeira vez como campeão mundial. "É inacreditável para mim. Senti essa energia em Fiji desde que cheguei aqui e sempre acreditei nesse título. Fico feliz em trazer mais um título para o Brasil. Agradeço a todos que me apoiaram ao longo da carreira", declarou à WSL.
A conquista coroou uma trajetória de persistência. Em 2023, Yago foi ao WSL Finals, mas terminou em quinto lugar, em um ano que teve Filipe Toledo como campeão. No ano passado, novamente bateu na trave: encerrou a temporada em sexto, com 36.380 pontos, enquanto o australiano Ethan Ewing, com 38.380, ficou com a quinta colocação.
"É louco. Estou muito feliz, mas ainda não parece real. É um ano inteiro de trabalho definido naqueles 35 minutos. Eu estava nervoso sobre surfar de novo contra Griff. Ele é muito bom. Estou contente que superei ele de primeira. Dei tudo de mim, toda minha energia, meu coração", completou Dora.
Com a conquista inédita, Dora se tornou o quinto brasileiro a erguer o troféu mundial, ao lado de Gabriel Medina, Adriano de Souza (Mineirinho), Filipe Toledo e Italo Ferreira.
O brasileiro Yago Dora foi o destaque do sábado (12) na etapa de Jeffreys Bay do Circuito Mundial de Surfe (WSL). Na primeira fase da competição, o catarinense acertou um aéreo de alto grau de dificuldade e recebeu 9.33 dos juízes, a maior nota da bateria e superior à soma total de seus dois adversários.
Com um total de 15.83 pontos, Yago superou o japonês Connor O'Leary (7.64) e o sul-africano Matthew McGillivray (8.70), garantindo vaga direta nas oitavas de final.
McGillivray, apesar de ter sido enviado à repescagem, protagonizou uma cena inusitada antes da bateria. O atleta chegou de paraquedas à praia, pousou já com a roupa de competição e correu para o mar logo em seguida.
Outro brasileiro que avançou direto às oitavas foi Filipe Toledo. O bicampeão mundial somou 13.50 pontos na primeira fase, superando o havaiano Barron Mamiya (11.26) e o mexicano Alan Cleland (10.46). Durante sua apresentação, Toledo foi surpreendido por um grupo de golfinhos que surgiu ao seu lado enquanto surfava uma das ondas.
Ítalo Ferreira se tornou campeão da etapa de Saquarema da WSL nesta sexta-feira (28), após vencer o surfista Yago Dora. O feito é o primeiro de Ítalo no Brasil e o segundo atuando nesta temporada.
Durante a final, Ferreira foi bem nas notas da primeira e da sexta onda, garantindo um 13.67, enquanto Dora - defendendo o título - não se equiparou às notas do seu oponente, tendo números mais inferiores.
A conquista de Saquarema é a primeira de ítalo Ferreira no Brasil. o atleta natural do Rio Grande do Sul é o atual medalhista olímpico (ouro) de surfe, e foi campeão mundial em 2019. O outro tento conquistado neste ano foi o Teahupo'o, no Taiti.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Quando o povo toma uma decisão, seja de direita, de esquerda ou do centro, temos que aceitar esse resultado. Eu nunca teria imaginado que um metalúrgico, que já foi líder sindical como eu, fosse eleito três vezes para a presidência. Mas aqui estou eu!".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fala sobre seus planos para a eleição deste ano, das pesquisas atuais e do principal adversário, Flávio Bolsonaro, e a respeito das suas estratégias para lidar com Donald Trump.