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yago dora
O brasileiro Italo Ferreira voltou a levantar um troféu no Championship Tour da World Surf League (WSL). Na noite deste domingo (24), o potiguar conquistou o título da etapa da Nova Zelândia após derrotar o australiano Morgan Cibilic por 17.50 a 15.80 na grande final disputada em Raglan.
O triunfo marcou a 11ª vitória de Italo em etapas do CT e colocou o campeão olímpico pela primeira vez na liderança do ranking mundial da temporada 2026. A conquista veio em um dia movimentado no mar neozelandês. Durante a semifinal entre Italo e Yago Dora, a bateria precisou ser interrompida por cerca de quatro horas após um fotógrafo da WSL sofrer um ataque de um animal marinho. A entidade não confirmou oficialmente se o caso envolveu um tubarão ou um leão-marinho, mas retirou imediatamente atletas e equipe da água por segurança.
Na retomada da disputa, Italo mostrou por que é considerado um dos maiores especialistas em aéreos do circuito. Depois de superar Yago na semifinal, o brasileiro foi dominante na decisão, encaixando combinações de manobras aéreas que renderam notas 9.33 e 8.17 dos juízes. Antes da etapa da Nova Zelândia, seu melhor resultado em 2026 havia sido uma semifinal em Margaret River, na Austrália.
Com a vitória, o topo do ranking masculino da WSL passou a ser dominado por brasileiros. Miguel Pupo aparece em segundo lugar, enquanto Gabriel Medina caiu para a terceira posição. Yago Dora completa o top-4 da temporada.
Na chave feminina, a havaiana Carissa Moore ficou com o título ao vencer Sawyer Lindblad na final. Já a brasileira Luana Silva perdeu a liderança do ranking após ser eliminada nas oitavas de final.
Agora, o circuito mundial deixa a Oceania e segue para El Salvador. A próxima etapa será disputada em Punta Roca, entre os dias 5 e 15 de junho, antes da realização do Rio Pro, em Saquarema.
A World Surf League divulgou as baterias do Bonsoy Gold Coast Pro 2026, terceira etapa do Championship Tour. A janela de competição começa na próxima quinta-feira (30), às 18h30 (horário de Brasília), na Austrália.
O evento contará com dez brasileiros, incluindo nomes da chamada “Brazilian Storm”, que chegam após início de temporada com resultados nas primeiras etapas do circuito.
O único representante do país no Round 1 masculino será Mateus Herdy, que enfrenta o australiano Reef Heazlewood. Em caso de vitória, o brasileiro avança para encarar Griffin Colapinto na fase seguinte.
Os demais brasileiros entram diretamente no Round 2. Gabriel Medina aguarda o vencedor entre Morgan Cibilic e Ramzi Boukhiam. Yago Dora e Ítalo Ferreira também estreiam nesta fase contra adversários vindos da primeira rodada.
Entre os confrontos definidos, destaque para o duelo entre Samuel Pupo e João Chianca. Já Miguel Pupo encara Eli Hanneman, enquanto Filipe Toledo enfrenta Cole Houshmand. Alejo Muniz terá pela frente o australiano George Pittar.
No feminino, Luana Silva inicia a participação no Round 2 e aguarda a vencedora de uma das baterias da fase inicial.
O Brasil acumula títulos na etapa de Gold Coast. Gabriel Medina venceu em 2014, Filipe Toledo conquistou o evento em 2015, e Ítalo Ferreira foi campeão em 2019.
Confira abaixo a classificação completa da WSL 2026 após as duas primeiras etapas:
Masculino
Gabriel Medina (BRA) – 13.885
George Pittar (AUS) – 13.320
Miguel Pupo (BRA) – 13.320
Yago Dora (BRA) – 12.545
Samuel Pupo (BRA) – 10.830
Griffin Colapinto (EUA) – 9.405
Ítalo Ferreira (BRA) – 9.405
Kanoa Igarashi (JAP) – 8.065
Leonardo Fioravanti (ITA) – 8.065
Crosby Colapinto (EUA) – 5.745
Barron Mamiya (HAV) – 5.745
Joel Vaughan (AUS) – 5.745
Ethan Ewing (AUS) – 5.745
Filipe Toledo (BRA) – 4.320
Rio Waida (INA) – 4.320
Jordy Smith (AFS) – 4.320
Marco Mignot (FRA) – 4.320
João Chianca (BRA) – 4.320
Tyler Wright (AUS) – 3.000
Tya Zebrowski (FRA) – 2.000
Bella Kenworthy (EUA) – 2.000
Brisa Hennessy (CRC) – 2.000
Stephanie Gilmore (AUS) – 2.000
Jake Marshall (EUA) – 4.320
Connor O’Leary (JAP) – 4.320
Jack Robinson (AUS) – 4.320
Alejo Muniz (BRA) – 4.320
Liam O’Brien (AUS) – 3.820
Kauli Vaast (FRA) – 2.000
Eli Hanneman (HAV) – 2.000
Seth Moniz (HAV) – 2.000
Cole Houshmand (EUA) – 2.000
Morgan Cibilic (AUS) – 2.000
Alan Cleland (MEX) – 2.000
Ramzi Boukhiam (MAR) – 1.500
Luke Thompson (AFS) – 1.500
Mateus Herdy (BRA) – 1.500
Callum Robson (AUS) – 1.000
Oscar Berry (AUS) – 1.000
Feminino
Gabriela Bryan (HAV) – 14.745
Lakey Peterson (EUA) – 14.745
Molly Picklum (AUS) – 12.545
Luana Silva (BRA) – 12.545
Caitlin Simmers (EUA) – 10.830
Isabella Nichols (AUS) – 8.085
Alyssa Spencer (EUA) – 7.085
Sawyer Lindblad (EUA) – 7.085
Carissa Moore (HAV) – 6.745
Caroline Marks (EUA) – 6.745
Bettylou Sakura Johnson (HAV) – 6.745
Erin Brooks (CAN) – 4.000
Sally Fitzgibbons (AUS) – 4.000
Francisca Veselko (POR) – 4.000
Vahine Fierro (FRA) – 3.000
Nadia Erostarbe (ESP) – 3.000
Anat Lelior (ISR) – 3.000
Yolanda Hopkins (POR) – 3.000
O Brasil manteve o protagonismo na etapa de Margaret River do Circuito Mundial de Surfe e garantiu forte presença nas quartas de final. Com cinco atletas classificados, o país volta ao mar nesta quinta-feira (23), às 20h (horário de Brasília), em busca de vagas nas semifinais da competição realizada na Austrália.
A chamada “Brazilian Storm” confirmou o bom momento mesmo em condições adversas, com mar irregular e ventos fortes, fatores que elevaram o nível de dificuldade das baterias. Ainda assim, os brasileiros conseguiram avançar e dominar a fase decisiva do evento.
Entre os classificados estão Gabriel Medina, Samuel Pupo, Yago Dora e Ítalo Ferreira no masculino, além de Luana Silva no feminino. O grupo avançou após bater adversários em confrontos marcados por equilíbrio e poucas oportunidades de pontuação.
Um dos destaques foi Medina, que venceu uma bateria considerada difícil contra o australiano Jack Robinson. Após o confronto, o tricampeão mundial afirmou: “Estava difícil de surfar, senti que estava tentando sobreviver, mas estou feliz com a vitória. É difícil quando o vento está assim, espero que tenhamos melhores condições para poder performar, mas estamos aqui para isso também.”
Samuel Pupo também chamou atenção ao conseguir uma virada nos minutos finais, enquanto Yago Dora e Ítalo Ferreira confirmaram o favoritismo em suas baterias. No feminino, Luana Silva avançou com consistência e segue como representante brasileira na disputa entre as mulheres.
Com os confrontos definidos, a competição aguarda melhores condições do mar para a realização das quartas de final. A próxima chamada colocará novamente os brasileiros em ação, mantendo o país como um dos principais destaques da etapa australiana do circuito mundial.
As disputas das oitavas de final da etapa de Margaret River da World Surf League foram adiadas na última sexta-feira (17) por causa das condições do mar na costa australiana. A organização confirmou nova chamada para as 6h50 no horário local (19h50 de Brasília) deste sábado (19).
O Brasil chega com forte presença na fase eliminatória masculina. Seis atletas seguem na briga por vaga nas quartas de final: Gabriel Medina, Samuel Pupo, Italo Ferreira, Yago Dora, João Chianca e Miguel Pupo.
Entre os confrontos mais aguardados da bateria masculina está o duelo brasileiro entre Italo Ferreira e João Chianca, que garante ao país ao menos um representante na próxima fase. Outro destaque é o embate de Gabriel Medina contra o australiano Jack Robinson, atual um dos nomes fortes da etapa.
ÚNICA BRASILEIRA NO FEMININO
Na chave feminina da etapa australiana, o Brasil segue representado apenas por Luana Silva. A surfista terá pela frente a australiana Sophie McCulloch em busca de vaga nas quartas de final.
A etapa de Margaret River é considerada uma das mais desafiadoras do circuito mundial por causa das condições variáveis do mar e costuma ter impacto importante na definição dos classificados para a reta decisiva da temporada.
Confrontos das oitavas – masculino
Samuel Pupo x Kanoa Igarashi
Liam O'Brien x Joel Vaughan
Crosby Colapinto x Griffin Colapinto
Gabriel Medina x Jack Robinson
Yago Dora x Connor O'Leary
George Pittar x Leonardo Fioravanti
Italo Ferreira x João Chianca
Miguel Pupo x Morgan Cibilic
Confrontos das oitavas – feminino
Gabriela Bryan x Yolanda Hopkins
Bettylou Sakura Johnson x Sawyer Lindblad
Caroline Marks x Francisca Veselko
Lakey Peterson x Erin Brooks
Molly Picklum x Sally Fitzgibbons
Sophie McCulloch x Luana Silva
Caitlin Simmers x Vahine Fierro
Isabella Nichols x Carissa Moore
O Brasil foi destaque no circuito da World Surf League (WSL) e emplacou uma rodada dominante em Margaret River, na Austrália, na madrugada desta quinta-feira (16). Ao fim das disputas, cinco surfistas garantiram vaga nas oitavas de final, mantendo a chamada Brazilian Storm como protagonista da etapa.
O principal nome do dia foi Gabriel Medina. Sem sofrer pressão, o tricampeão mundial controlou a bateria contra Alan Cleland e construiu a vitória com consistência nas duas melhores ondas, avançando sem sustos.
O embalo brasileiro seguiu com Samuel Pupo, que teve uma das atuações mais sólidas da rodada ao abrir larga vantagem sobre Cole Houshmand. Na sequência, Ítalo Ferreira precisou de precisão nos detalhes para superar Ramzi Boukhiam em uma bateria definida por mínima diferença.
Yago Dora confirmou o bom momento ao bater Jacob Willcox, enquanto João Chianca venceu um confronto equilibrado contra Jake Marshall. Fechando o dia, Miguel Pupo garantiu mais um resultado positivo ao superar Morgan Cibilic.
Se por um lado o Brasil acumulou classificações, por outro teve baixas relevantes. Filipe Toledo acabou eliminado em uma disputa acirrada contra George Pittar, enquanto Alejo Muniz não conseguiu avançar diante de Ethan Ewing. Mateus Herdy já havia se despedido ainda na fase inicial.
Entre as mulheres, Luana Silva já tem confronto definido na próxima fase. Ela enfrentará Sophie McCulloch, que avançou após vencer um duelo equilibrado entre surfistas australianas.
As oitavas de final terão um confronto direto entre brasileiros, com Ítalo Ferreira enfrentando João Chianca. Já Medina terá pela frente Jack Robinson, na etapa australiana.
O brasileiro Miguel Pupo conquistou, neste fim de semana, o título da etapa de Bells Beach, na Austrália, na abertura da temporada 2026 do Circuito Mundial de Surfe.
Na decisão, disputada entre dois brasileiros, Pupo superou Yago Dora por 15.60 a 13.90 na somatória das ondas, garantindo sua primeira vitória na tradicional etapa australiana.
Yago Dora começou melhor a final, abrindo vantagem, mas viu o adversário reagir com uma onda avaliada em 8.10, que foi decisiva para a virada no confronto.
Nos momentos finais, Dora ainda tentou buscar a recuperação, mas conseguiu apenas 5.37 em sua última tentativa, insuficiente para retomar a liderança.
Além da final brasileira, o país também teve destaque nas semifinais com a presença de Gabriel Medina, que também chegou entre os quatro melhores da etapa. No feminino, o título ficou com a havaiana Gabriela Bryan.
O Prêmio Laureus 2026, considerado o Oscar do esporte, anunciou a lista de indicados em oito categorias nesta terça-feira (3). A cerimônia, que é uma das mais prestigiadas entre atletas, dirigentes e jornalistas, será realizada no dia 20 de abril, na Espanha.
O Brasil conta com quatro indicados em três categorias distintas. Rayssa Leal (skate) e Yago Dora (surfe) concorrem a “Melhor Atleta de Esportes de Ação”. João Fonseca (tênis) disputa o prêmio de “Atleta Revelação” por seu desempenho em 2025. Já Gabriel Araújo (natação paralímpica) concorre na categoria “Melhor Atleta com Deficiência”. Os vencedores serão escolhidos pelos membros da Laureus Academy.
Mesmo sendo a mais jovem entre os brasileiros indicados, esta já é a quarta indicação de Rayssa Leal (2020, 2023, 2024 e 2026) na categoria “Esportes de Ação”, na qual busca seu primeiro troféu. Os demais brasileiros receberam suas primeiras indicações este ano.
O maior vencedor do país na história da premiação é Daniel Dias, escolhido como melhor atleta com deficiência em três ocasiões (2009, 2013 e 2016). Já a última campeã foi a ginasta Rebeca Andrade, que conquistou no ano passado a categoria “Retorno do Ano” por sua performance em Paris 2024.
CONFIRA A LISTA COMPLETA DE INDICADOS
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Melhor atleta masculino do ano: Carlos Alcaraz (Espanha, tênis); Ousmane Dembélé (França, futebol); Mondo Duplantis (Suécia, atletismo); Marc Márquez (Espanha, motovelocidade); Tadej Poga?ar (Eslovênia, ciclismo); Jannik Sinner (Itália, tênis).
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Melhor atleta feminina do ano: Aitana Bonmatí (Espanha, futebol); Melissa Jefferson-Wooden (EUA, atletismo); Faith Kipyegon (Quênia, atletismo); Katie Ledecky (EUA, natação); Sydney McLaughlin-Levrone (EUA, atletismo); Aryna Sabalenka (Belarus, tênis).
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Melhor equipe do ano: Seleção de futebol feminino da Inglaterra; Equipe europeia Ryder Cup 2025 (golfe); Seleção feminina de críquete da Índia; McLaren (Grã-Bretanha, automobilismo); Oklahoma City Thunder (EUA, basquete); Paris Saint-Germain (França, futebol).
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Atleta revelação do ano: Désiré Doué (França, futebol); João Fonseca (Brasil, tênis); Shai Gilgeous-Alexander (Canadá, basquete); Luke Littler (Grã-Bretanha, dardos); Lando Norris (Grã-Bretanha, automobilismo); Yu Zidi (China, natação).
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Melhor retorno do ano: Amanda Anisimova (EUA, tênis); Egan Bernal (Colômbia, ciclismo); Rory McIlroy (Grã-Bretanha, golfe); Yulimar Rojas (Venezuela, atletismo); Leah Williamson (Grã-Bretanha, futebol); Simon Yates (Grã-Bretanha, ciclismo).
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Melhor atleta com deficiência do ano: Gabriel Araujo (Brasil, natação paralímpica); Simone Barlaam (Itália, natação paralímpica); Catherine Debrunner (Suíça, atletismo paralímpico); Kelsey Diclaudio (EUA, hóquei no gelo paralímpico); Kiara Briggite Rodríguez España (Equador, atletismo paralímpico); David Kratochvíl (Tchéquia, natação paralímpica).
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Melhor atleta de esporte de ação do ano: Yago Dora (Brasil, surfe); Kilian Jornet (Espanha, trilhas); Chloe Kim (EUA, snowboard); Rayssa Leal (Brasil, skate); Molly Picklum (Austrália, surfe); Tom Pidcock (Grã-Bretanha, ciclismo).
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Esporte pelo Bem 2026: A.S.D. Gruppo Sportivo Valanga (Itália); Fútbol Mas (Global); MindLeaps (Global); Rugby For Good (Hong Kong); Transformación Social TRASO (México).
O Brasil tem um novo campeão mundial de surfe. Na última segunda-feira (1°), em Cloudbreak, Fiji, Yago Dora derrotou o norte-americano Griffin Colapinto e conquistou, pela primeira vez na carreira, o título da WSL (World Surf League). O triunfo amplia a hegemonia da chamada Brazilian Storm, que soma oito conquistas nas últimas 11 temporadas.
Na trajetória até a decisão, Colapinto eliminou o brasileiro Italo Ferreira no segundo round e superou o sul-africano Jordy Smith na terceira fase. Já Dora, líder do ranking da temporada regular, entrou na final e mostrou consistência ao controlar bem as condições da etapa.
No confronto decisivo, o surfista brasileiro se impôs, com uma performance sólida e com poucos erros. Assim como nas edições anteriores, o título do WSL Finals ficou com o líder da temporada: Gabriel Medina (2014), John John Florence (2016), Filipe Toledo (2022 e 2023) e agora Yago Dora.
Após garantir o título, o catarinense falou pela primeira vez como campeão mundial. "É inacreditável para mim. Senti essa energia em Fiji desde que cheguei aqui e sempre acreditei nesse título. Fico feliz em trazer mais um título para o Brasil. Agradeço a todos que me apoiaram ao longo da carreira", declarou à WSL.
A conquista coroou uma trajetória de persistência. Em 2023, Yago foi ao WSL Finals, mas terminou em quinto lugar, em um ano que teve Filipe Toledo como campeão. No ano passado, novamente bateu na trave: encerrou a temporada em sexto, com 36.380 pontos, enquanto o australiano Ethan Ewing, com 38.380, ficou com a quinta colocação.
"É louco. Estou muito feliz, mas ainda não parece real. É um ano inteiro de trabalho definido naqueles 35 minutos. Eu estava nervoso sobre surfar de novo contra Griff. Ele é muito bom. Estou contente que superei ele de primeira. Dei tudo de mim, toda minha energia, meu coração", completou Dora.
Com a conquista inédita, Dora se tornou o quinto brasileiro a erguer o troféu mundial, ao lado de Gabriel Medina, Adriano de Souza (Mineirinho), Filipe Toledo e Italo Ferreira.
O brasileiro Yago Dora foi o destaque do sábado (12) na etapa de Jeffreys Bay do Circuito Mundial de Surfe (WSL). Na primeira fase da competição, o catarinense acertou um aéreo de alto grau de dificuldade e recebeu 9.33 dos juízes, a maior nota da bateria e superior à soma total de seus dois adversários.
Com um total de 15.83 pontos, Yago superou o japonês Connor O'Leary (7.64) e o sul-africano Matthew McGillivray (8.70), garantindo vaga direta nas oitavas de final.
McGillivray, apesar de ter sido enviado à repescagem, protagonizou uma cena inusitada antes da bateria. O atleta chegou de paraquedas à praia, pousou já com a roupa de competição e correu para o mar logo em seguida.
Outro brasileiro que avançou direto às oitavas foi Filipe Toledo. O bicampeão mundial somou 13.50 pontos na primeira fase, superando o havaiano Barron Mamiya (11.26) e o mexicano Alan Cleland (10.46). Durante sua apresentação, Toledo foi surpreendido por um grupo de golfinhos que surgiu ao seu lado enquanto surfava uma das ondas.
Ítalo Ferreira se tornou campeão da etapa de Saquarema da WSL nesta sexta-feira (28), após vencer o surfista Yago Dora. O feito é o primeiro de Ítalo no Brasil e o segundo atuando nesta temporada.
Durante a final, Ferreira foi bem nas notas da primeira e da sexta onda, garantindo um 13.67, enquanto Dora - defendendo o título - não se equiparou às notas do seu oponente, tendo números mais inferiores.
A conquista de Saquarema é a primeira de ítalo Ferreira no Brasil. o atleta natural do Rio Grande do Sul é o atual medalhista olímpico (ouro) de surfe, e foi campeão mundial em 2019. O outro tento conquistado neste ano foi o Teahupo'o, no Taiti.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.