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xingamentos de pilotos
A entidade responsável pela Fórmula 1, Federação Internacional de Automobilismo (FIA), pediu para que os pilotos parassem de xingar durante as transmissões das competições do torneio. As expressões já são normalmente silenciadas, mas o aumento de xingamentos preocupou o órgão.
Mohammed Ben Sulayem, o presidente da FIA, afirmou entender a emoção do momento, mas, disse que os pilotos são responsáveis pelo que se comunica nos rádios também.
Alguns pilotos de F1 reagiram ao pedido da Federação, com é o exemplo de Lando Norris, da McLaren, e Max Verstappen, da RBR.
“São apenas os caras no calor do momento, sob estresse, sob pressão, lutando, tendo grandes acidentes. É muito mais fácil para eles dizerem do que para nós fazermos, porque estamos na pista, colocando nossos corações em risco ao tentar correr com as pessoas e estamos dando tudo de nós. Nossos batimentos cardíacos estão muito altos. Estamos apenas colocando nossa paixão e nosso amor nisso. É claro que haverá alguns palavrões do outro lado.” afirmou Norris.
Sulayem, após a reação dos corredores, ainda afirmou tomar medidas para a redução das palavras de baixo calão.
“Temos que diferenciar nosso esporte, o automobilismo, da música rap. Não somos rappers, você sabe. Eles dizem a palavra com 'F' quantas vezes por minuto? Não fazemos parte disso. Eles são eles e nós somos nós.”
O argumento que a Federação Internacional de Automobilismo utiliza para silenciar as palavras chulas é a ‘proteção dos jovens fãs do esporte’.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
“Uma coisa importante acabou de acontecer. Uma fala do nosso governador. Ele veio aqui na simplicidade de um desembargador. Nunca tinha passado pela cabeça dele ser governador. Vocês o aplaudiram pelo gesto dele de dizer que não era político. Ele não está governando porque votaram nele pela promessa de investimento na ciência. Vocês o aplaudiram porque sabem que ele pode fazer como governador provisório aquilo que nenhum eleito seria capaz. Esse é o milagre da política. É o improvável acontecer na vida da gente”.
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao comentar a atuação do desembargador Ricardo Couto à frente do governo do Rio de Janeiro representa um “milagre da política”.