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A ex-lutadora japonesa Hitomi Obara, campeã olímpica em Londres 2012 e dona de oito títulos mundiais, morreu na última sexta-feira (18), aos 44 anos. A informação foi confirmada neste sábado (19) pela mídia japonesa. A causa da morte não foi divulgada.
Natural da cidade de Hachinohe, na província de Aomori, Obara foi um dos grandes nomes da luta livre feminina no Japão. Competindo inicialmente sob seu nome de solteira, Sakamoto, ela conquistou seis títulos mundiais na categoria até 51 kg entre os anos de 2000 e 2008.
Após uma tentativa frustrada de disputar os Jogos de Pequim 2008, na categoria até 55 kg, onde perdeu a vaga para a lenda Saori Yoshida, Obara chegou a se aposentar. No entanto, retornou à modalidade em nova categoria — até 48 kg — e voltou ao topo do mundo com os títulos mundiais de 2010 e 2011. Em 2012, coroou sua carreira com a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Londres, ao vencer a azeri Mariya Stadnik na final.
Em janeiro deste ano, Hitomi Obara havia sido nomeada treinadora da seleção feminina do Japão, ao lado da também campeã olímpica Kaori Icho, conterrânea de Hachinohe.
Sua morte repentina causou comoção no mundo do esporte japonês. O legado de Obara permanece como exemplo de perseverança, talento e conquistas históricas na luta olímpica feminina.
Representando as cidades de Lençóis, na Chapada Diamantina, e Aporá, na região do Litoral Norte e Agreste Baiano, os atletas Jhonatan Silva, Vitor Hugo, Silas Diamantino e Adrian Vasconcelos subiram ao pódio três vezes no Campeonato Brasileiro Interclubes de Wrestling Sub-20 e Sub-15, disputado em Cuiabá, capital do Mato Grosso.
Oriundos de Lençóis, Jhonatan Silva (categoria greco-romana 55kg); Vitor Hugo (greco-romana 74kg), Silas Diamantino, pelas categorias livre (39kg) e greco-romana (44kg) representaram a Bahia ao lado do aporense Adrian Vasconcelos, que foi vice-campeão na categoria livre (92kg). Já Silas se consagrou campeão na categoria livre e vice-campeão da categoria greco-romana.
A delegação, composta pelos quatro atletas e o treinador Glauber Rocha, recebeu passagens aéreas da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), autarquia da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre). A competição contou com mais de 580 inscritos e premia os destaques com o Bolsa Atleta do Governo Federal. O torneio também revela talentos que possam representar o Brasil nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.
Também natural de Lençóis, o treinador, Glauber Rocha, acompanhou seus atletas durante todo o processo de preparação para o torneio e expressou seu sentimento com a conquista.
“As conquistas pessoais e em equipe mais as experiências e as socializações, com o intercâmbio de técnicas e todos os outros aspectos, são fundamentais na construção da vitória, seja ela nos tapetes ou na vida. Esse título traz o incentivo local e territorial para o esporte, incentivando a juventude a prática do esporte", disse Glauber.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.