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O Brasil contará com 34 skatistas no Mundial de Skate, que acontecerá no Parque Cândido Portinari, em São Paulo, entre os dias 1º e 8 de março. Dividido entre as categorias Park (19 nomes) e Street (15 nomes), o evento encerra a temporada de 2025 das competições chanceladas pela World Skate na corrida para as Olimpíadas. Anteriormente, a competição ocorreria em setembro do ano passado, mas foi adiada.
Estão classificados para os eventos os skatistas do top 30 do ranking mundial, com o máximo de seis nomes por país com vaga direta; os demais nomes dentro dos 30 melhores precisam ser indicados dentro do quantitativo de country quotas (vagas por país).
Além deles, cada nação pôde indicar outros três skatistas por modalidade e categoria, independentemente da posição ou da presença no ranking mundial. O Brasil, por ser o país organizador, teve direito a quatro indicações extras.
No Park, a relação de brasileiros dentro do top 30 conta com os atletas olímpicos Augusto Akio (bronze em Paris 2024), Pedro Barros (prata em Tóquio 2020), Luigi Cini, Luiz Francisco, Pedro Quintas, Raicca Ventura, Dora Varella, Isadora Pacheco e Yndiara Asp.
No Street, os nomes que figuram no top 30 são Rayssa Leal (prata em Tóquio 2020 e bronze em Paris 2024), Pâmela Rosa, Kelvin Hoefler (prata em Tóquio 2020), Giovanni Vianna e Felipe Gustavo. Ivan Monteiro e Wallace Gabriel também estão garantidos no Mundial.
A cidade de São Paulo vai receber, entre os dias 4 e 8 de março de 2026, o Campeonato Mundial de Skate nas modalidades street e park, válido pela temporada de 2025. De acordo com documentos divulgados pela World Skate, o evento será realizado no Parque Cândido Portinari, localizado na zona oeste da capital paulista.
Inicialmente, a competição estava programada para ocorrer em setembro do ano passado, em Washington, nos Estados Unidos. No entanto, o torneio foi cancelado em julho, sem nova data definida à época. Em comunicado oficial, a entidade informou que “o anfitrião não cumpriu com as condições gerais e requerimentos chave para a organização do evento”.
A escolha de São Paulo reforça o protagonismo da cidade no cenário internacional do skate. A capital paulista sediou as últimas três edições do SLS Super Crown e já havia recebido o Mundial de street e park em 2019.
A programação do campeonato prevê os primeiros dias destinados a treinamentos oficiais. As disputas começam no dia 4 de março, com a fase classificatória para atletas que não possuem vaga garantida pelo ranking. Entre os dias 6 e 8, entram em ação os principais nomes do circuito mundial.
Entre os brasileiros já assegurados diretamente na chave principal estão Rayssa Leal, Raicca Ventura, Augusto Akio, Pedro Barros e Gui Khury, todos bem posicionados no ranking internacional.
Uma das principais novidades desta edição será a realização simultânea das provas de street e park. Tradicionalmente, o calendário do Mundial separa as modalidades, com o início de uma acontecendo apenas após o encerramento da outra.
A World Skate (WS), entidade máxima de gestão do skate, anunciou o cancelamento do Mundial de street e park, que estava programado para acontecer entre 19 e 28 de setembro na cidade de Washington, nos Estados Unidos. Com a decisão, a data no calendário da modalidade passa a ficar vaga.
O planejamento original para o skate olímpico em 2025 previa duas etapas da Copa do Mundo de street e uma de park, além dos dois Mundiais em sequência no mês de setembro. Após a realização da World Cup Skate em Roma e Ostia, em junho — onde o melhor resultado brasileiro foi o bronze de Gui Khury no park —, apenas os skatistas de street têm compromisso confirmado para o restante da temporada: uma etapa no Japão, em novembro.
Segundo a WS, o cancelamento foi solicitado pelo órgão local responsável pelo evento, que alegou não ter condições de cumprir os compromissos assumidos no início do ano. Em comunicado, a entidade afirmou que “as condições gerais e os requisitos-chave necessários para a organização não foram atendidos”.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Fernanda Melchionna
"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos".
Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”.