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woke
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Municipal de São Paulo aprovou nesta quarta-feira (25) um projeto de resolução que cria a Frente Parlamentar Antiwoke. Agora, o texto deve passar por mais duas comissões antes de ser votado.
A proposta é de autoria dos vereadores Lucas Pavanato (PL), Rubinho Nunes (União Brasil), Sonaira Fernandes (PL) e Adrilles Jorge (União). O texto define que o grupo deve “monitorar propostas legislativas e políticas públicas consideradas alinhadas com o movimento woke e propor iniciativas que visem proteger a sociedade paulistana de excessos ou imposições ideológicas derivadas do movimento”.
Segundo os autores, a palavra woke “está relacionada a narrativas e linhas de pensamento como a militância LGBTQIA+, ideologia de gênero, feminismo, aborto e demais pautas progressistas”.
No campo progressista, o termo é usado para definir alguém “consciente, especialmente de problemas sociais como o racismo e a desigualdade”, segundo definição do dicionário Cambridge.
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