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wilson simonal
Presente na reinauguração da Sala Principal do Teatro Castro Alves (TCA), nesta quarta-feira (2), o cantor Wilson Simoninha, filho de Wilson Simonal, relembrou momentos marcantes vividos no palco do equipamento cultural. Ao Bahia Notícias, o artista afirmou que o teatro faz parte de sua história como músico e revelou que um de seus principais projetos nasceu em Salvador.
Simoninha contou que, ao longo da carreira, assistiu a apresentações históricas no TCA e também protagonizou espetáculos que marcaram sua trajetória. Entre eles, destacou o surgimento do projeto "Filhos da Música", idealizado ao lado de Jair Oliveira, filho do cantor Jair Rodrigues, e outros herdeiros de grandes nomes da música brasileira.
"Era para cada um fazer um show, mas pouco antes da apresentação, no camarim, resolvemos juntar todo mundo no mesmo show. E de brincadeira, por amor à música, a gente se reuniu e fez o que virou um show que durou quase 10 anos de espetáculos pelo Brasil, e nasceu aqui", relembrou.
O cantor também ressaltou a relação frequente com Salvador e disse que mantém uma ligação especial com a capital baiana. Segundo ele, além das apresentações, a cidade é um lugar onde costuma reencontrar amigos e celebrar a música.
"Estive aqui no ano passado, na Concha Acústica, em uma homenagem a Gal Costa. Sempre que posso estou em Salvador, seja para gravar, assistir a espetáculos, me apresentar ou simplesmente curtir Salvador. Enfim, viva Salvador!", afirmou.
CONFIRA:
Filho de Wilson Simonal, Simoninha lançou nas plataformas digitais, nesta quinta-feira (25), o clipe da canção “Correnteza”. A nova versão da composição, lançada originalmente em 1968, foi uma homenagem ao pai, que faleceu há exatos 20 anos, em 25 de junho de 2000.
O tributo ao rei do swing também contou com a participação do pianista Antonio Adolfo, que ao lado de Tibério Gaspar criaram a faixa. O clipe, que foi composto por cenas da produção com cada em sua casa, teve releitura musical dirigida pelo próprio Simoninha.
Para o herdeiro do homenageado, “apesar de ter repercutido nas rádios, ‘Correnteza’ ficou à esteira do sucesso estridente de ‘Sá Marina’”. Adolfo, por sua vez, destaca sua gratidão pelo artista, que considera um dos grandes cantores do país. “Ele abriu portas para nossas canções por uma via mais popular”, completa.
Confira:
Dirigido por Pedro Brício e estrelado por Ícaro Silva, o espetáculo já realizou temporadas de janeiro a maio, no Rio de Janeiro, e em julho, em São Paulo. Com sucesso de crítica e público, “S’imbora, o Musical” chega a Salvador para duas apresentações no Teatro Castro Alves, no final de outubro. “É uma emoção enorme, um prazer e um orgulho muito grande. Acho que não vou conseguir segurar o choro, não”, afirma Ariane sobre se apresentar no TCA. Para Veiga, a emoção não é diferente. “É emocionante, acho que todo ator baiano sabe o peso que o TCA representa na vida de cada um. Eu estou muito ansioso pra voltar a Salvador com esse espetáculo”, diz. No dia 31 de outubro será a primeira vez que o ator sobe nos palcos do teatro. Formado pelo Curso Livre de Teatro da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Veiga já se apresentou em alguns espetáculos de Fernando Guerreiro e Márcio Meirelles, como o musical “Os Cafajestes” no Teatro Vila Velha.
Com a música a relação dos dois era, até então, secundária. Veiga conta que chegou a cantar em bandas de garagem na adolescência, mas nada sério. No Rio há um ano e nove meses, Ariane buscava uma oportunidade para aliar a atuação e o canto. Por isso, se mudou para o Rio. “Eu já tinha uma ligação com a música e depois que eu fiz Amor Barato [musical vencedor do Prêmio Braskem de Teatro 2012] foi a confirmação de que eu queria isso para minha vida. Me especializaria. Em Salvador, a gente não tem muito mercado para isso. Infelizmente porque a gente é bem musical”, opina. Já a mudança de Veiga para o Rio de Janeiro se deu por outra razão. “Eu não fiz esse êxodo da falta de oportunidade em Salvador e fui buscar em outra região. Eu saí daí porque foram aparecendo oportunidades aqui. Para fazer trabalhos bacanas em outros lugares, eu moraria em Salvador, Recife ou outro lugar”, defende.

Ariane Souza, à esquerda | Foto: Divulgação
Após passar por Belo Horizonte, “S’imbora, o Musical” tem duas apresentações marcadas para o dia 31 de outubro, às 21h, e no dia 1º de novembro, às 20h, no TCA. Os ingressos são vendidos a R$ 140 (inteira) e R$ 70 (meia-entrada) das fileiras A a P; R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia-entrada) das fileiras Q a Z8; e R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia-entrada) das fileiras Z9 a Z11.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Gabriel Galípolo
"Esse é um tipo de comportamento que não é desejável, que deve ser coibido e inibido pelos reguladores e pela gente, por isso que a gente vem trabalhando muito com o FGC, numa sucessão de medidas".
Disse o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo ao criticar a pressão de instituições não bancárias para usar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) na captação de varejo.