Artigos
Eleições 2026 e Violência Política de Gênero
Multimídia
Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
willem dafoe
A família Gil apareceu em fotos do Instagram com o ator norte-americano Willem Dafoe e a mulher dele, a atriz e diretora de cinema italiana Giada Colagrande. O encontro aconteceu no Umbria Jazz Festival, em Perugia, na Itália, um dos países onde Gilberto Gil e sua família fizeram show da turnê ‘Nós, A Gente’.
“Apresentando lugares, comidas, costumes e, melhor ainda, bons amigos pra nossa Família Gil”, escreveu o cantor na legenda de uma série de fotos com Dafoe, JP Demasi, Giada Colagrande, Bela Gil, Bem Gil e Flora Gil.
Amigos de longa data, Gilberto Gil e Dafoe se conheceram em 2014, em um show de Gil em São Paulo.
Mais uma vez no Brasil, o ator americano Willem Dafoe disse que conseguiu entender o cenário político do Brasil após assistir ao documentário "Democracia em Vertigem", de Petra Costa. O longa-metragem foi lançado pela Netflix em janeiro deste ano.
"Aquele filme tornou as coisas muito claras para mim", declarou o astro de filmes como "Anticristo" e "Homem-Aranha", segundo a coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo.
O documentário em questão narra o processo desde a votação do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) até a eleição do presidente Jair Bolsonaro (PSL), com o país dividido entre grupos de esquerda e de direita.
Mas Dafoe ressalta que está atento a outras questões acerca do Brasil, a exemplo do aumento das queimadas na Amazônia. "Sei o que está acontecendo. As florestas e como elas têm sido exploradas são assuntos de muita discussão nos Estados Unidos. Então, eu realmente vejo, me preocupo, e torço por um futuro melhor", ressaltou o ator.
De acordo com a publicação, ele esteve em São Paulo, nessa terça-feira (29), para lançar o filme "O Farol", em que vive o protagonista. Com direção e Robert Eggers, o filme é um terror psicológico situado no século XX.
Depois de cogitar gravar cenas em Salvador, na Bahia (clique aqui), o ator Willem Dafoe e sua mulher, Giada Colagrande, decidiram filmar seu novo longa-metragem em outro estado do Nordeste. De acordo com informações do jornal O Globo, o filme “Tropico”, protagonizado e produzido por Dafoe e dirigido por Colagrande, será filmado a partir de abril, em São Luís do Maranhão, e tem estreia prevista para dezembro. “Minha relação com o Brasil pode parecer casual, mas nasce de uma paixão de mais de 15 anos, quando conheci Seu Jorge nas filmagens de ‘A vida marinha com Steve Zissou’ (2004), de Wes Anderson. A gente até gravou o clipe de ‘Tive razão’”, lembrou o artista, em entrevista à publicação. “A verdade é que minha cultura cinematográfica é muito pobre. Eu venho do teatro. Minhas referências estrangeiras eram filmes europeus. Voltava das filmagens de ‘Meu amigo hindu’ [espécie de autobiografia do diretor Hector Babenco (clique aqui e saiba mais)], e ela [a esposa, Giada Colagrande] me mostrava filmes brasileiros, não só porque estávamos hospedados aqui, mas também para conhecer os atores com quem poderíamos trabalhar no futuro”, acrescentou Dafoe.
Descrito como “um noir ambientado nos Lençóis Maranhenses, em meio a uma comunidade indígena”, “Tropico”,terá distribuição nacional pela Pandora Filmes, e contará com nomes como Sonia Braga, João Miguel, Seu Jorge e Morena Baccarin no elenco. O filme, que mistura suspense e romance, contará a história do relacionamento entre um investigador vivido por Willem Dafoe e duas gêmeas, interpretadas por Baccarin. O roteiro será assinado por Barry Gifford. “Queria que a trama se passasse num lugar com histórico colonial e exótico para os padrões americanos e europeus”, contou Giada. “Cogitei o Pelourinho, na Bahia, mas quando vi imagens dos Lençóis Maranhenses fiquei impactada. Eu queria uma terra sagrada que proporcionasse um elemento mágico e espiritual, e o Brasil tem uma mistura enorme de religiões e filosofias europeias e africanas”, explicou.
A artista revelou que o processo de preparação foi curto, mas o trabalho intenso. “Quando Hector me chamou faltavam apenas três semanas para a gente começar a rodar, então é isso. Esse filme não é de preparação, é de muita presença no set, de muita sensibilidade, porque são personagens muito reais. No caso dos protagonistas, eles estão ali vivenciando situações muito difíceis, então eu acho que esse filme não é de grandes construções, e sim de grande abertura e de grande disponibilidade para poder vivenciar essas situações de muita dor, sofrimento, enfim, com muita sensibilidade que precisava levar para o set”, diz Maria Fernanda, que assim como os demais atores do elenco, teve que utilizar a língua inglesa. “Essas três semanas foram muito dedicadas aos ensaios que eu fiz com o Willem, leituras, para poder realmente ter um contato mais profundo com o texto, com o que o texto propunha. E o inglês é isso, acho que quando a gente está trabalhando em outro idioma tem um desafio a mais, além de todos que a gente já tem normalmente. Porque o ator precisa estar muito inteiro na cena, mas tem questões técnicas que acompanham sempre. É marcação, é o cenário, é a luz, é o ponto certo que você precisa às vezes parar, então isso tudo já existe, já são dificuldades que o ator tem que conviver, porque faz parte do trabalho. E de repente aparece um idioma diferente, ou seja, mais uma dificuldade. E aí a gente precisa só cuidar, para essa questão do idioma não atrapalhe a cena, para que não fique maior que a própria cena. E vendo filme acredito que isso foi alcançado”, afirma a artista paranaense.

A atriz brasileira e o norte-americano Willem Dafoe protagonizam o filme de Hecto Babenco | Foto: Divulgação
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
ACM Neto
"Para eles, pesquisa certa só é a que traz boas notícias".
Disse o pré-candidato ao governo ACM Neto ao avaliar o cenário político da Bahia e defendeu cautela na interpretação de pesquisas de opinião. A declaração aconteceu no lançamento do programa “Sua voz é a nossa voz”, em que o ex-prefeito pretende dialogar com municípios baianos.