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wellignton cesar lima e silva
O jurista baiano Wellington César Lima e Silva é um dos nomes cotados para assumir o Ministério da Justiça, após o pedido de demissão de Ricardo Lewandowski. Atualmente, Wellington é advogado-geral da Petrobras e já assumiu o cargo de ministro da Justiça por 11 dias em 2016, durante o governo de Dilma Rousseff. A articulação estaria sendo feita pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa.
Além de sua atuação na estatal, Wellington foi secretário de assuntos jurídicos da Casa Civil, cargo importante do Palácio do Planalto. Dentre os cargos assumidos, também está o de procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Estado da Bahia.
De acordo com informações apuradas pelo portal Metrópoles, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT), e o advogado-geral da União e indicado de Lula para o Supremo Tribunal Federal (STF), Jorge Messias, também estão trabalhando pelo nome de Lima e Silva.
Nascido em Salvador, o jurista ingressou no Ministério Público da Bahia em 1991. Foi chefe da instituição por dois mandatos, entre os anos de 2010 e 2014 e atuou nas comarcas de Itagimirim, Tucano e Feira de Santana. Em 1995, atuou na Promotoria de Justiça de Assistência e como assessor especial do procurador-geral de Justiça.
O baiano ficou conhecido como “breve” por ter sido nomeado ou cogitado para cargos em contextos de crise e por permanecer por curtos períodos nas funções que ocupa.
Em 2016, por exemplo, ele chegou a tomar posse como ministro da Justiça no então governo da ex-presidente Dilma Rousseff, mas, por questões jurídicas relacionadas ao acúmulo de funções, optou por deixar o cargo apenas 11 dias após assumir. (Reportagem atualizada às 14h35)
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Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"A ONU está falhando em uma das suas missões mais elevadas, a de livrar o mundo, a humanidade, do flagelo da guerra. Sua credibilidade nunca esteve tão baixa. Sua capacidade de proteger os mais vulneráveis, os que não têm exército, nem arsenais, nunca foi tão pequena".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao discursar na abertura da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Lula falou de sua indignação diante de um cenário internacional conturbado, e disse que a ONU está falhando em evitar as guerras, mortes e destruição.