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well academia
A academia Well, localizada na Pituba, é alvo de uma ação judicial por não pagamento de aluguéis e descumprimento de uma ordem de despejo. De acordo com a advogada do proprietário, a empresa se recusa a devolver o imóvel mesmo após uma decisão final do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA).
A disputa, que já passou por duas instâncias do Judiciário baiano, teve sua decisão principal em março de 2025, quando a Quinta Câmara Cível do TJ-BA concedeu um prazo de 60 dias para a desocupação voluntária. No entanto, segundo a advogada Morgana Costa Cotias, representante dos proprietários, a determinação não foi cumprida.
"Essa decisão foi proferida há mais de seis meses. Estamos em outubro e, esse tempo todo, a empresa segue sem devolver o imóvel e sem pagar nada ao proprietário", relata a advogada.
Além da recusa em restituir a propriedade, os autores da ação estão preocupados com o acúmulo de dívidas, como IPTU e outras obrigações relacionadas ao imóvel.
O conflito começou com o término do contrato de locação, originalmente celebrado por 120 meses e com data final em julho de 2024. A não renovação foi formalmente comunicada aos ocupantes, que, mesmo assim, permaneceram no local.
O prazo de 60 dias concedido pelo TJ-BA, que visava facilitar a desmobilização da empresa, que alegou necessidade de desinstalar equipamentos e comunicar clientes e funcionários, expirou sem que a desocupação ocorresse.
Cotias reforçou que a empresa permanece no local mesmo sem ter pagado a caução, equivalente a três meses de aluguel, que era condição para manter qualquer direito à posse durante o processo.
De acordo com cálculos apresentados à Justiça, a dívida da academia com aluguéis não pagos desde o término do contrato já atingiu R$ 631.846,18.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.