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A Paraná Pesquisas divulgou, nesta sexta-feira (23), uma pesquisa sobre o cenário eleitoral do estado do Paraná. O levantamento foi realizado entre os dias 18 e 22 de janeiro deste ano.
O instituto analisou a aprovação do governador Ratinho Junior, que já alcança 85,5% de aprovação popular. Do total de entrevistados, 36,5% avaliam a gestão como ótima e 38,3% como boa, enquanto apenas 11,5% desaprovam a administração.
Apesar de Ratinho Junior não poder disputar a reeleição direta, seu nome ainda aparece espontaneamente quando os eleitores são questionados sobre o próximo governador do Estado. Na pesquisa espontânea, 74,2% afirmaram não saber ou preferiram não opinar. Entre os nomes citados, Ratinho Junior aparece com 9,5%, seguido por Sergio Moro (4,5%) e Requião Filho (2,2%).
Nos cenários estimulados, quando uma lista de candidatos é apresentada, o ex-juiz e senador Sergio Moro (União) lidera a disputa. No primeiro cenário testado, Moro registra 41,6% das intenções de voto, à frente de Alvaro Dias (19,7%), Requião Filho (19,5%) e Guto Silva (5,7%). Em outro cenário, com a inclusão do ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca, Moro mantém a liderança com 37,8%, enquanto Alvaro Dias e Greca empatam com 17,5%.
As simulações de segundo turno reforçam a vantagem de Sergio Moro. Ele venceria todos os adversários testados, com destaque para a disputa contra Alexandre Curi (56,0% a 28,2%) e contra Requião Filho (55,9% a 33,4%). Mesmo nos cenários mais equilibrados, como diante de Alvaro Dias e Rafael Greca, Moro aparece numericamente à frente.
Em relação à rejeição, Requião Filho lidera com 30,2%, seguido por Sergio Moro, que apresenta 20,2%.
No cenário para o Senado Federal, o grau de indefinição é ainda maior. Na pesquisa espontânea, 82,5% dos eleitores não souberam indicar um nome. Já no cenário estimulado, em que os entrevistados puderam citar até dois candidatos, Alvaro Dias lidera com 47,5%, seguido por Alexandre Curi (36,2%), Cristina Graeml (26,0%) e Filipe Barros (23,0%). Alvaro Dias também aparece como o mais rejeitado para o Senado, com 21,0%.
A pesquisa ouviu 1.300 eleitores em 54 municípios do Paraná, com margem de erro de 2,8 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. As entrevistas foram realizadas de forma presencial e individual.
Ciro Gomes lidera as intenções de voto para o governo no Ceará. Os dados são de pesquisa divulgada na manhã desta quinta-feira (22), realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas entre os dias 17 e 21 de janeiro de 2026. O levantamento ouviu 1.502 eleitores, tem grau de confiança de 95% e margem de erro de aproximadamente 2,6 pontos percentuais.
Na corrida pelo Palácio da Abolição, o ex-ministro Ciro Gomes aparece na liderança tanto na pesquisa espontânea quanto na estimulada. No cenário espontâneo, quando o eleitor responde livremente, Ciro soma 15% das intenções de voto, seguido pelo atual governador Elmano de Freitas, com 12,3%, e pelo ex-governador Camilo Santana, com 4%. 60,2% dos entrevistados afirmaram não saber ou preferiram não opinar.
Já no cenário estimulado, em que os nomes dos candidatos são apresentados aos eleitores, Ciro Gomes amplia a vantagem e atinge 44,8% das intenções de voto, enquanto Elmano de Freitas aparece com 34,2%. O senador Eduardo Girão surge em terceiro lugar, com 7,9%.

Em uma eventual disputa de segundo turno entre Ciro e Elmano, o ex-ministro venceria com 51,9% das intenções, contra 37,2% do atual governador, indicando uma vantagem confortável no confronto direto.
A pesquisa também avaliou a corrida para o Senado Federal em diferentes cenários estimulados, nos quais os entrevistados puderam citar até dois candidatos.
No primeiro cenário, Capitão Wagner lidera com 44,7% das menções, seguido por Eunício Oliveira, com 35,2%, e Luizianne Lins, que registra 25,1%. Sem a presença de Capitão Wagner, Eunício assume a dianteira com 37,3%, em empate técnico com Roberto Cláudio, que aparece com 35,9%.
O levantamento também mediu a rejeição dos possíveis candidatos. Guimarães (PT) apresenta o maior índice: 22,% dos eleitores afirmam que não votariam nele de jeito nenhum. Na sequência aparece Capitão Wagner, com rejeição de 20%.
Um total de 42% dos moradores da capital baiana afirmou não lembrar em quem votou para o cargo de deputado estadual e senador, na última eleição geral, ocorrida em 2022. O número é semelhante ao registrado ao índice de 45%, que não se recordam do seu destino ao voto de deputado federal.
O dado foi extraído pelo Bahia Notícias na pesquisa "Viver nas Cidades: Qualidade de Vida”, do Instituto Cidades Sustentáveis em parceria com o Sesc-SP, executado pela Ipsos-Ipec, divulgado em dezembro de 2025. Segundo o levantamento, somente 35% dos entrevistados indicaram lembrar em quem depositou seu voto para deputado estadual na disputa eleitoral.
Outros 23% revelaram não votar em 2022. Salvador ocupa a 3ª colocação entre as dez capitais pesquisadas no que diz respeito ao número de pessoas que não se lembram em quem votaram para deputado estadual nas eleições de 2022.
A cidade fica atrás apenas de Belém (46%) e Fortaleza (44%), que registram os maiores índices de esquecimento. As cidades com os eleitores que possuem a memória mais "fresca" sobre essa escolha são Goiânia (32% de esquecimento) e Porto Alegre (34%).
Neste quesito, Salvador ocupa a 9ª colocação no ranking das cidades onde os eleitores mais se lembram em quem votaram para deputado da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). Esse índice coloca Salvador à frente apenas de Belém, que ocupa a última posição com 33% de lembrança.
O desempenho do município está abaixo da média geral das dez capitais, que é de 39%. Já no deputado federal, somente 34% da população se recorda em quem escolheu para ocupar uma vaga na Câmara e outros 22% não votaram ao posto.
A capital baiana divide a 1ª colocação com Belém no ranking das dez capitais pesquisadas com o maior índice de eleitores que não se lembram em quem votaram para parlamentar federal. O índice de esquecimento de Salvador é significativamente maior que a média geral das dez capitais consultadas, que ficou em 37%.
Apenas 34% dos soteropolitanos afirmaram se lembrar do nome escolhido para o cargo, o menor índice de recordação entre todas as cidades da lista. Os demais 22% declararam não ter votado naquela eleição. Para senador, somente 34% do público participante lembra de quem votou.
A cidade ocupa a 8ª colocação (empatada com Belém) entre as dez capitais pesquisadas no ranking de eleitores que se lembram em quem votaram para senador nas eleições de 2022. O percentual de lembrança é inferior à média geral das dez capitais consultadas, que ficou em 38%. A lista com os eleitores de memória mais persistente para o Senado são Porto Alegre (48%) e Goiânia (46%).
No extremo oposto, Recife apresenta o menor índice de recordação, com apenas 33%. Salvador ocupa a 3ª colocação entre as cidades com o maior índice de eleitores que não se lembram em quem votaram para o Senado nas eleições de 2022.
Foram efetuadas 3.500 entrevistas de forma online com internautas de 16 anos ou mais, de todas as classes sociais (ABCDE), residentes em Manaus, Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre e Goiânia. A coleta dos dados aconteceu de 02 a 27 de dezembro de 2024 e foram divulgados em dezembro do ano passado.
Segundo o instituto, a amostra foi elaborada com base em dados do Censo 2010, PNADC 2022 e dados do Ipec Inteligência, com controle de cotas pelas variáveis sexo, idade, classe social e ocupação. O nível de confiança da pesquisa é de 95%, e a margem de erro máxima estimada para o total da amostra é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Representantes do Corinthians voltaram a discutir, na noite de sexta-feira (5), a possibilidade de incluir os sócios-torcedores no processo eleitoral do clube. A audiência, realizada no auditório de imprensa da Neo Química Arena, reuniu conselheiros, associados e torcedores, que apresentaram propostas distintas, mas convergiram na defesa do direito de voto para integrantes do programa Fiel Torcedor.
Os participantes debateram sugestões para a redação do artigo 21 da reforma estatutária. Atualmente, o estatuto impede o voto de sócios-torcedores. Embora tenha havido consenso sobre a inclusão desse grupo no processo eleitoral, os presentes divergiram em pontos como valor das mensalidades, tempo mínimo de permanência no programa e regras de elegibilidade, entre elas, a possibilidade de aplicar o direito a quem já é participante.
Algumas propostas incluíram critérios adicionais, como frequência mínima em jogos na Neo Química Arena. A medida foi criticada por parte do público, incluindo o presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior, que avaliou que a exigência restringiria o acesso dos torcedores. Também houve quem defendesse ampliar o escopo de votação para cargos do Conselho Deliberativo.
A reunião contou com cerca de 100 participantes, número superior ao da primeira audiência, realizada no Parque São Jorge. Diante da unanimidade pela ampliação do voto, Tuma recomendou à Comissão de Reforma Estatutária a retirada da proposta que mantinha o impedimento aos sócios-torcedores.
"Diante de tudo o que eu vi, que se elimine a proposta de não votar. Ninguém propôs que não vote. Temos que ter duas propostas, em qualquer uma delas o fiel torcedor possa votar. Ninguém veio falar contra, por que vai ter proposta que fala que o Fiel não vai votar?", questionou.
A votação da reforma estatutária, antes prevista para 24 de novembro, foi adiada para ampliar o debate. Um ciclo de audiências seguirá até o início de 2026. A nova data para apreciação do texto pelo Conselho Deliberativo está prevista para fevereiro do próximo ano.
O candidato à prefeitura de Salvador, Kleber Rosa (PSOL), votou na manhã deste domingo (6), no PAF 1, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em Ondina. O prefeiturável destacou que "está confiante" em alcançar o segundo lugar na disputa eleitoral e ir para o segundo turno.
Kleber Rosa destacou que "está muito feliz" com a caminhada que percorreu durante a disputa eleitoral ao lado da candidata a vice-prefeita, Dona Mira Alves (PSOL). O psolista disse que a candidatura alcançou um patamar "acima das expectativas", conseguiu contagiar a população soteropolitana, e conquistou corações e mentes.
"Nossa candidatura conseguiu furar diversas bolhas, conseguiu vencer diversos obstáculos. Mesmo com a grande disparidade de estrutura e de recursos em relação aos meus outros adversários, colocamos na ordem do dia diversos assuntos que são de interesse da cidade e que estavam sendo negligenciados tanto pela atual gestão como pelos outros candidatos à prefeitura", avaliou.
O candidato frisou que apresentou propostas inovadoras, com seriedade e responsabilidade, que visam melhorar a qualidade de vida da população soteropolitana.
"Queremos agradecer o apoio que recebemos de toda militância, dos partidos de esquerda, e dos movimentos sociais que abraçaram a nossa candidatura. Tenho certeza que o povo de Salvador neste domingo vai votar no 50. Vai votar em Kleber Rosa e Dona Mira. Vai colocar a esquerda de verdade no segundo turno", disse o candidato do PSOL.
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) e o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) celebraram um termo de cooperação técnica para assegurar o direito ao voto de presas e presos provisórios, bem como de adolescentes internados em unidades socioeducativas em todo o estado. O termo foi assinado pelo procurador-geral de Justiça, Pedro Maia, e pelo presidente do TRE-BA, desembargador Abelardo Paulo da Matta Neto.
O acordo permanece em vigor até a conclusão das eleições municipais de 2024, incluindo eventuais segundo turnos. Coordenador do Núcleo Eleitoral do MP (Nuel), o promotor de Justiça Millen Castro destacou a relevância do termo. “A iniciativa demonstra que o sistema de Justiça vem trabalhando para garantir a participação democrática de todos, inclusive daqueles que estão provisoriamente com a liberdade restringida, inclusive com a criação de seções eleitorais provisórias para tanto”, destacou.
O acordo beneficia presas e presos provisórios, além de adolescentes internados com idade entre 16 e 21 anos, conforme estabelecido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O Ministério Público da Bahia terá a responsabilidade de acompanhar os mutirões para emissão de documentos de identificação, monitorar os trabalhos da Justiça Eleitoral relacionados ao alistamento, revisão e transferências eleitorais nos estabelecimentos penais e unidades de internação, e supervisionar a veiculação da propaganda eleitoral no rádio e na televisão, garantindo o acesso das eleitoras e eleitores em situação de custódia.
O promotor de Justiça Edmundo Reis, coordenador da Unidade de Execução e Monitoramento da Pena (Umep), destacou o impacto positivo para a reintegração social dos presos provisórios. "Este acordo representa um passo importante para a manutenção da cidadania e universalização do voto. Apesar de garantido pela Constituição Federal de 1988, o direito ao voto dos presos provisórios só foi efetivamente exercido a partir de 2010, quando o TSE regulamentou a instalação de urnas em presídios e unidades de internação. Esta ação é essencial para assegurar que indivíduos tecnicamente inocentes, cujos processos ainda estão em fase de formação de culpa, possam exercer seus direitos políticos”, ressaltou o promotor.
A promotora de Justiça Ana Emanuela Rossi Meira, coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Criança e do Adolescente (Caoca), reforçou que garantir o direito ao voto para adolescentes e jovens em cumprimento de medida socioeducativa em meio fechado é fundamental para o fortalecimento do regime democrático e para a concretização do princípio da proteção integral do público infantojuvenil.
“A participação no processo eleitoral propicia que o adolescente desenvolva seu senso crítico, exercite a cidadania, sentindo-se, inclusive, parte da vida em sociedade, assegurando o cumprimento de um dos objetivos da intervenção sociopedagógica que está em curso, qual seja, da integração e garantia de seus direitos individuais e sociais, bem como dos princípios da não discriminação e do fortalecimento dos vínculos comunitários, trazendo, enfim, inúmeros benefícios para a construção do seu projeto de vida e para a própria sociedade”, destacou a promotora.
De 22 a 24 de fevereiro, 36 iniciativas que trabalham por mais diversidade na política se reúnem no encontro +Representatividade, em Salvador, para compartilhar estratégias, construir alianças, trocar aprendizagens e conhecer novas pesquisas, ferramentas e tendências eleitorais que possam subsidiar a atuação nas eleições de 2024.
"O encontro é um espaço de construção de solidariedade e troca de experiências entre essas iniciativas que atuam para inovar na política” ressalta Ingrid Farias, Diretora de Articulação e Parcerias do Instituto Update.
De acordo com a diretora, esse ecossistema é composto de iniciativas por +Representatividade que são grupos, movimentos, organizações que, estando ou não ligados a um partido político, têm o compromisso com a defesa da democracia, com garantia da justiça climática, e da justiça de raça e gênero. "As iniciativas estão focadas em eleger os principais grupos sociais que defendem essas agendas na política institucional, ou seja, mulheres, pessoas negras, indígenas e lgbtqiapn+, como estratégia de participação política para avançar na garantia de direitos para toda população", completa.
O encontro +Representatividade em Salvador é uma realização do Instituto Update em parceria com ANMIGA - Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade, Articulação de Mulheres Negras Brasileiras, Casa das Mulheres do Nordeste, COMUNEMA - Coletivo de Mulheres Negras Maria-Maria, Eu Voto em Negra, IMENA - Instituto das Mulheres Negras do Amapá, Odara - Instituto da Mulher Negra e Rede de Mulheres Negras de Pernambuco.
Programado para ser rodado no estado da Geórgia, no sul dos Estados Unidos, o filme “Emancipação” não será mais gravado no local.
De acordo com informações do G1, os produtores do longa-metragem estrelado por Will Smith, cujo tema aborda escravidão, desistiram da locação após o governador aprovar uma lei que restringe o voto e dificulta a participação de comunidades negras e outras minoias nas eleições.
Segundo a publicação, a iniciativa se soma a uma onda de críticas públicas e boicotes de empresas, organizações esportivas e de entretenimento, devido à mudança implementada no mês passado.
"Não podemos, em sã consciência, fornecer apoio financeiro a um governo que promulga leis eleitorais regressivas destinadas a restringir o acesso dos eleitores", diz comunicado assinado por Smith e o diretor Antoine Fuqua e enviado à France Presse. “Infelizmente, nos sentimos obrigados a realocar nosso trabalho de produção cinematográfica da Geórgia para outro estado", pontuaram.
A legislação promulgada pelo governador republicano determina requisitos de identificação do eleitor, além de limitar número de urnas e proibir que voluntários forneçam água para os eleitores que podem aguardar em filas por horas.
“As novas leis de votação da Geórgia lembram as barreiras para votar que foram aprovadas no final da Reconstrução para impedir o voto de muitos americanos", escreveram Smith e Fuqua.
Gilberto Gil, que recentemente lançou “Ok Ok Ok”, um disco de inéditas considerado por ele o primeiro da sua velhice (clique aqui e saiba mais), comentou em entrevista à Folha de S. Paulo o momento político do país que o motivou a escrever a faixa-título do álbum. A música é uma espécie de resposta à cobrança de que o artista baiano se manifeste publicamente. “Talvez o pedido seja para não ter a obrigação de dar opinião sobre tudo o tempo todo. Não que você não tenha opiniões. Tem muitas, e às vezes até contraditórias. Mas essa exigência de que você opine e seja uma espécie de agente realizador do desejo e da esperança de todos incomoda. Essa coisa de salvador ou herói”, explica Gil sobre a canção, que tem versos como “Ok Ok Ok Ok Ok Ok / Já sei que querem a minha opinião / Um papo reto sobre o que eu pensei / Como interpreto a tal, a vil situação”.
Na entrevista Gil falou ainda sobre sua posição quanto a participação do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva nas eleições. “Quando eu fui num show do Lula Livre, evento aqui no Rio de Janeiro em prol da libertação dele, disse que, diferentemente de muitos que querem Lula solto para votar nele, eu necessariamente não quero ele livre por isso”, revelou o cantor, afirmando ser falsa a impressão de que por ter sido ministro da Cultura no governo de Lula votaria no PT. “Eu acho que Lula deve ser solto porque sua prisão é injusta em vários aspectos. E, neste sentido, ele deveria estar aí, como nós, vivendo a plenitude das lutas partidárias e das disputas democráticas, coisa que ele está impedido de fazer. Sou Lula Livre, mas não necessariamente para votar nele”, defendeu o músico, acrescentando que não é o único com esta opinião. “São muitos os que assim a consideram: juristas —daqui e de outros cantos do mundo—, cronistas políticos, milhões de eleitores. Eu não estou sozinho, muito pelo contrário”.
Caetano Veloso rechaçou, por meio de suas redes sociais, as comemorações pela prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que incluíram fogos de artifício e distribuição de cerveja grátis. “Ouvi foguetes no Leblon. Eu me sinto mal se penso que soltam foguetes porque um homem foi preso. Talvez porque eu já tenha sido preso”, escreveu o músico baiano, nesta segunda-feira (9), lembrando o tempo de exílio. Caetano disse ainda celebrar, sequer, a prisão de Eduardo Cunha. “E olha que ele está a milhões de anos luz de ter sido o presidente do país que saiu do segundo mandato com 80% de aprovação, retirou milhões da miséria e botou o Brasil na capa da bíblia liberal da imprensa anglófona”, disse ele, comparando Lula ao ex-deputado peemedebista. “Detesto a polarização, mas os soltadores de foguete de hoje quase me põem a alma numa dessas bolhas mesquinhas. Recuso-me. Respiro fundo, espero o tempo andar, presto atenção em [Guilherme] Boulos, na adorável Manuela [D’Ávila], no anúncio da divina Marina [Silva] e na chegada de Joaquim Barbosa”, acrescenta Caetano, que diz se preparar “para, com mais firmeza, votar em Ciro Gomes, como uma homenagem a Lula, ao FHC do real, aos esforços para engrandecer o Brasil”.
Com "membros diversos", eles querem dizer pessoas negras, latinas e outras minorias. "A Academia vai liderar (a mudança), em vez de esperar a indústria para recuperar o atraso", declarou a presidente Cheryl Boone Isaacs. Para reverter essa realidade, a Academia pretende promover uma campanha "ambiciosa e global" para identificar e recrutar possíveis novos membros "que representem uma maior diversidade".
Já a partir deste ano, o "visto" para votação de cada novembro será válido por 10 anos e renovável se o membro se mantiver ativo na indústria no período. Os membros com mais de três décadas de contribuição receberão direito vitalício à votação, o que valerá também para aqueles que forem premiados os indicados ao Oscar.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Duda Sanches
"Mas eu posso garantir a minha família, aos amigos de meu pai, que o sonho dele agora vive em mim. Não vou deixar o legado dele morrer. De jeito nenhum".
Disse o vereador de Salvador Duda Sanches (União) ao comentar sobre o legado deixado por seu pai, o deputado estadual Alan Sanches na política baiana. Em entrevista à imprensa, Duda afirmou e admitiu que manterá o sonho e legado de Alan na Bahia.